quarta-feira, janeiro 28, 2026

Vergonha

A ditadura bárbara, medieval, assassina, do Irão nas últimas semana matou mais de 30.000 pessoas que lutavam pela Liberdade no pais. 
Ao longo dos anos o regime dos aiatolás matou, torturou, espancou, prendeu milhares de opositores. Oprimiu e oprime as mulheres, que trata como seres inferiores, prendendo e matando as que se recusam a seguir as imposições discriminatórias dos bárbaros que comandam o país. 
Esta semana o Parlamento Europeu aprovou uma resolução condenando a violência do regime iraniano sobre o seu próprio povo. 
Esta criatura, que concorreu à presidência da República, teve a lata,o despudor, a falta de vergonha de se abster. 
A mesma esganiçada que quando se tratava de Gaza (e não são situações comparáveis diga-se de passagem) votava favoravelmente tudo quanto se destinava a condenar Israel. 
Ficamos portanto a saber que a deputada europeia do Bloco de Esquerda é indiferente perante milhares de vítimas e vomita tentativas de explicação que mais não são do que uma nojenta cumplicidade com uma ditadura assassina. 
Uma das razões pelas quais não votarei em António José Seguro é precisamente esta. 
Porque não teve a coragem, a frontalidade, o gesto de grande significado democrático, de recusar o apoio de forças politicas que são cúmplices com ditaduras e indiferentes aos seus crimes. 
E eu não misturarei nunca o meu voto com os votos de escumalha que apenas merece o mais profundo desprezo!
Depois Falamos.

2 comentários:

Anónimo disse...

Caro Luis Cirilo,

Você não vota António José Seguro porque ele é do PS nao é porque a Catarina Martins o apoia até porque na comissão de honra do Cotrim de Figueirodo estavam lá 2 ex dirigentes do bloco. E a Catarina Martins disse numa entrevista que numa segunda volta em que ela nao estivesse presente e estivesse presente André Ventura ela iria apoiar e votar no candidato que nao Ventura por isso caso Cotrim passasse à segunda volta e Catarina Martins apoiasse Cotrim Você deixa de de votar a Cotrim?

luis cirilo disse...

Caro Anónimo
Eu não votei Seguro por várias razões e não por ele ser do PS. A principal foi ele não se demarcar de apoios vindos de partidos radicais e totalitários que defendem ditaduras e ditadores. E isso é um facto. O que Catarina Martins faria noutros cenários são suposições e por isso não as comento. Embora disting ao apoio indiidual de alguém do apoio institucional d euma força politica.