
Sempre que o tipo de eleição o permite tenho por hábito usar a faculdade de votar antecipadamente.
Fi-lo uma vez mais nestas eleições presidenciais e portanto já fiz a minha opção.
Votei João Cotrim de Figueiredo.
Gosto das ideias, gosto do discurso, gosto da forma como se propõe exercer o cargo, gosto do perfil e percurso do candidato pelo que tenho visto, ouvido e lido nomeadamente na sua autobiografia.
Gosto das suas prioridades, Cultura-Conhecimento-Crescimento, que estão dentro daquilo que Portugal precisa.
Penso, mas é apenas a minha opinião, que é no actual naipe de candidatos aquele que melhor poderá exercer o cargo e as enormes responsabilidades que lhe estão subjacentes face ao conjunto de desafios internos e externos que o país vai ter nos próximos anos.
Tem experiência política, tem experiência profissional fora da política, tem uma vida de trabalho e emprendedorismo que me apraz registar e que valorizei na hora de optar.
Devo dizer que esperando que ele seja eleito Presidente da República não tenho qualquer preocupação com a democracia nem nenhum sobressalto cívico se o eleitorado escolher António José Seguro, André Ventura, Henrique Gouveia e Melo ou Luís Marques Mendes.
Perfis diferentes, formas de exercerem o cargo necessariamente diferentes, mas nenhum põe em causa seja no que for o Estado democrático de direito.
Simplesmente entendo que João Cotrim de Figueiredo é neste momento a melhor opção para Portugal.
E por isso votei nele.
Depois Falamos.
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