quarta-feira, janeiro 21, 2026

Presidente

A primeira volta das presidenciais já lá vai, a segunda vem a caminho, as opções dos portugueses foram as que foram e a História não anda para trás.
Mas num tempo em que várias personalidades do PSD, da Iniciativa Liberal e do CDS (uma ou outra das quais até considerava insuspeitas de semelhante desiderato) iniciaram uma verdadeira corrida sprint, mais rápida que as existentes nalguns grandes prémios de Fórmula Um, para ver quem aparece primeiro ao lado de António José Seguro não posso deixar de dizer o seguinte.
Apoiei e votei em João Cotrim de Figueiredo e se fosse hoje voltaria a fazê-lo.
Mas não escondo, nunca o escondi e pensarei isso sempre, que o "meu" presidente seria Pedro Passos Coelho.
Um estadista, um patriota, um homem de convicções, uma pessoa extremamente corajosa, um grande português que muito fez por Portugal em tempos muito difíceis.
Um homem que sempre disse o que pensava, que nunca se preocupou com a popularidade do que dizia e que interpretou melhor que ninguém a máxima de Francisco Sá Carneiro segundo a qual "primeiro Portugal, depois a democracia e só depois a social democracia".
Seria um grande Presidente para Portugal.
E até digo mais; face ao quadro de candidaturas, face ao que a campanha foi, face à dispersão de votos, acredito que se tem sido candidato venceria logo à primeira volta.
Faria o pleno da AD e com ele em "pista" creio que nem Cotrim de Figueiredo nem André Ventura teriam sido candidatos pelo que a esquerda minoritária nem toda junta teria qualquer hipótese.
Pedro Passos Coelho não quis, ou não lhe foram criadas condições para querer (isso só a História esclarecerá) , e esteve no seu pleno direito.
Mas foi pena.
E receio que mais pena venhamos a ter no futuro.
Depois Falamos.

Nota: Não deixo de achar piada à forma como os "sprinters" atrás referidos se marimbaram para as posições quanto à segunda volta de Luís Montenegro e Luis Marques Mendes no caso do PSD e de Cotrim de Figueiredo no caso da Iniciativa Liberal. Há de facto solidariedades a termo certo. Quando, como cantava Luis de Camões , "outros interesses se alevantam"...

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