quarta-feira, outubro 07, 2026

Concorde

Farol, Portland, EUA

 

Cataratas de Iguaçu

Segundo Adeus

Lionel Messi terminou pela segunda vez o seu percurso na seleção argentina.
Já o tinha feito em 2016, quando depois de uma derrota frente ao Chile anunciou a sua saída da seleção, mas escassos dois meses após a saída regressou a pedido do então selecionador Edgardo Bauza.
E em boa hora o fez.
Porque tendo saído sem nada ter ganho no regresso conseguiu ser campeão do mundo e vencer por duas vezes a Copa América depois de em anos anteriores ter perdido três finais dessa competição e a final do mundial 2014.
Foi um percurso de excelência com importantes triunfos, presença em várias finais e exibições de grande categoria que marcaram um tempo na seleção argentina e o consagraram como sucessor do mais místico de todos os jogadores argentinos o genial Diego Armando Maradona.
Jogou, venceu, convenceu, brilhou a grande altura,mas também não se livra de ser considerado como um protegido da FIFA em vários capitulos mas especialmente na arbitragem de alguns jogos da Argentina nos três últimos mundiais em que o benefício foi até ao descaramento.
Seja como for o que importa hoje é realçar o tal percurso de excelência e embora pessoalmente considere que o o melhor Messi de sempre foi o Messi do Barcelona é evidente que no futuro ao ver jogar a Argentina daremos pela falta daquele mágico número 10.
Como já deramos pela falta de Maradona.
"Reformado" da seleção vai agora Messi continuar o seu percurso no Inter de Miami onde o grau de exigência é muito menor e poderá continuar a deliciar com o seu talento todos quantos gostam de futebol e apreciam os seus melhores executantes.
E Messi está, sem qualquer dúvida, no restrito lote dos melhores de sempre.
Depois Falamos.

Conclusão!

Li a peça que faltava para para poder formular um juízo definitivo sobre um assunto que se tornou o mais importante do país ( é pena mas as coisas são o que são...) nos últimos dias mas a  que a paciências das pessoas exige que se lhe ponha fim.
Li o comunicado de Ronaldo com a sua versão dos factos e sobre isso direi o seguinte.
É o comunicado de uma pessoa que humildemente reconhece que errou e em consequência disso apresenta as necessárias desculpas aos portugueses, aos adeptos que estiveram em Oslo e que ele não saudou no fim do jogo e aos seus colegas de equipa.
Reconhece o erro, reconhece que o ser "capitão" o agrava e entende perfeitamente que se vier a ser castigado isso, ser "capitão", funcione como agravante.
E abre a porta a um regresso à seleção se o seu rendimento no clube o justificar.
Mais ainda reconhece que apoiou a escolha do seleccionador e que o trabalho está a ser bem feito e que os resultados estão a aparecer.
Para os que gostam da cartilha do "arrogante" não está mal!
Depois vem o resto.
Que são as verdades que tanto desagradam aos anti Ronaldo, aos haters e a outros que por aí andam.
Deixando de lado, porque já esmiuçados, detalhes como o facto de Ronaldo ter permanecido na seleção depois do mundial porque Pedro Proença e Jorge Jesus lhe pediram ou de o presidente da FPF lhe ter pedido opinião sobre a escolha do selecionador tendo JJ merecido a opinão favorável de Ronaldo vamos aos factos.
JJ combinou com Ronaldo a sua utilização no primeiro e quarto jogos desta sequência descansando nos outros dois numa gestão física compreensível para um jogador de 41 anos.
E até lhe terá proposto nem sequer viajar com a equipa à Noruega e Dinamarca o que Ronaldo recusou porque mesmo sabendo que não ia jogar considerava que enquanto "capitão" devia estar com os colegas recusando esse privilégio inusitado.
O que prova que Ronaldo não tem qualquer problema em ficar no banco.
Jogou o tempo que o treinador entendeu face a Gales e já na Noruega , de forma algo surpreendente, JJ perguntou-lhe se estava em condiçoes de jogar trinta minuto ao que Ronaldo naturalmente disse que sim.
Não deixa aqui de ser curioso que o mesmo JJ que depois não o utilizou com o argumento, correcto do meu ponto de vista, que o jogo não pedia a sua entrada é o mesmo JJ que nesse dia à hora de almoço antecipava a necessidade de ele entrar trinta minutos sem nessa altura fazer a mínima ideia de como o jogo decorreria.
É talvez o ponto mais curioso de todo este imbróglio e se calhar  apenas o futuro o esclarecerá. Ou não...
Verdade irrefutável é que JJ não cumpriu o combinado e criou ele póprio o problema ao dizer a Ronaldo, sem qualquer necessidade, que jogaria 30 minutos quando o que estava combinado era não jogar.
Sabe-se o que aconteceu a seguir.
Ronaldo aqueceu meia hora (aqui JJ errou claramente) , não entrou e fruto da indignação cometeu o erro de regressar ao balneário sem saudar os adeptos e o "caso" estava em andamento.
Depois fruto de uma reunião entre Ronaldo, Jorge Jesus, Simão Coutinho e Tiago Craveiro, da qual resultou uma conversa olhos nos olhos, parecia que o assunto estava resolvido e que Ronaldo conforme previsto não jogaria na Dinamarca e jogaria no Dragão ficando o assunto terminado.
No final da reunião JJ pediu um abraço a Ronaldo e garantiu-lhe que o que acabara de lhe dizer nessa reunião, de que há testemunhas, diria também na conferência de imprensa que antecede o jogo repondo a verdade dos factos.
Depois já sem a presença de Ronaldo a reunião continuou entre Jorge Jesus, Simão Coutinho e Tiago Craveiro (este por video conferência) da qual resultou um pequeno documento, que seria o guião do que JJ diria na conferência de imprensa, com o qual Ronaldo concordou.
Só que na conferência de imprensa Jorge Jesus não fez nada do que combinara, não fez os esclarecimentos que prometera, não seguiu minimamente o tal guião e foi de uma agressividade e uma prepotência contra Ronaldo totalmente contrárias à sua postura na reunião do dia anterior.
Ou seja voltou a falhar, voltou a não cumprir o que prometera, voltou a mentir.
E aí Ronaldo, perdendo a confiança no selecionador (quem não perderia ?) deixou o estágio e foi embora para Madrid.
Que concluir de tudo isto?
Que Ronaldo errou, reconheceu o erro, pediu desculpa a quem tinha de pedir e está como sempre disponível para representar Portugal.
Que Jorge Jesus errou, e mais que Ronaldo, mas não reconheceu os erros , não pediu desculpa deles e refugiou-se numa arrogância e numa prepotência que tem como único suporte a bola ter entrado nestes quatro jogos.
Conhecem-se as versões de ambas as partes (curiosamente, ou talvez não, de Pedro Proença é que não se conhece versão nenhuma) e cada um acredita em quem quiser acreditar.
Pessoalmente acredito naquilo que Ronaldo expressa no seu comunicado que me parece conter a verdade dos factos e o papel de cada protagonista neles.
Por mim é tempo de o assunto se encerrar.
Na certeza de que Cristiano Ronaldo será sempre a figura maior da História do futebol português, que daqui a cem anos ainda será lembrada, enquanto Jorge Jesus nessa história terá lugar numa pequena nota de rodapé e se daqui a dez anos ainda se lembrarem da passagem dele pela seleção será por ter conflituado com Cristiano Ronaldo!
As coisas são o que são e cada um deles tem a importância que tem!
Depois Falamos.

terça-feira, outubro 06, 2026

Ódio

Sabe-se, e não é de agora mas sim de há muitos anos, que há portugueses que odeiam Cristiano Ronaldo. 
Odeiam e ferozmente. 
As razões não sei. 
Provavelmente a inveja de verem um compatriota ter tanto sucesso que se tornou uma figura pública a nível mundial, seguramente a estupidez de não perceberem o quanto Portugal e a seleção beneficiaram de terem uma figura como ele, certamente a ingratidão de serem incapazes de reconhecerem que Ronaldo pôs a seleção e o país num patamar de notoriedade onde jamais estivera e receio que jamais volte a estar, mas de certeza absoluta que por não aceitarem na sua mesquinhez abjecta que um menino que nasceu pobre numa família cheia de dificuldades seja hoje um homem riquissímo que viaja em avião próprio de um lado para outro e tem uma fortuna avaliada em mais de mil milhões de euros. 
É demais para mentalidades mesquinhas e invejosas que gostam de nivelar tudo por baixo e que não se importam de não terem desde que os outros também não tenham. 
Hoje, casualmente, deparei com este exemplo limite dessa corja de portugueses. 
Chama-se Alfredo Barroso, nunca fez nada pelo país embora o país tenha feito por ele, viveu durante anos à sombra dos tios (Mário Soares e Maria Barroso) e dos cargos para que o nomearam e resolveu também ele vir a público bolsar o seu ódio a Ronaldo. 
Num texto absolutamente deplorável. 
Em que a tentativa de rebaixar Ronaldo já não se fica pela afirmação de que Maradona, Messi ou Pelé foram melhores que ele (não foram na minha opinião mas são nomes que se aceita que se usem em comparações porque de génios se trata) mas alinhava mais uma quantidade de jogadores que foi buscar provavelmente ao chat gpt e que conhece tão bem que nem os nomes de alguns escreve direito. 
E além destes ainda diz que há mais uma dúzia melhores que o compatriota.
Vamos ser claros.
Para lá do inexplicável ódio (será também por Ronaldo ser madeirense e publicamente defendido por figuras como Alberto João Jardim e Miguel Albuquerque?) há uma brutal ignorância do que é o futebol e que o devia inibir de escrever sobre o assunto se o ódio cego e irracional não falasse mais alto.
Um traste em suma.
De tudo que escreve há, porém, algo de que não duvido que seja verdade.
Diz que jogou futebol até aos 40 anos altura em que se lesionou. 
E seguramente a lesão foi na cabeça e bem grave a avaliar pelo que escreve!
Depois Falamos.

Tigre

Vancouver

Salários

Oportunidade

Espanha terá em 29 de Novembro a oportunidade histórica de se livrar do pior governo da sua História democrática. 
Um governo incompetente, assolado por fenómenos de corrupção, assente em pactos vergonhosos com criminosos catalães e herdeiros não arrependidos de terroristas bascos. 
Um governo que por pura incompetência, desleixo e incúria permitiu que Ceuta fosse invadida da forma que se conhece e com as consequências que se vão conhecendo. 
Um governo que sabendo da rejeição popular à sua politica ,aos seus erros e à corrupção de alguns dos principais governantes e dirigentes do PSOE está a tentar através de alterações gravíssimas às leis da nacionalidade (que afectarão também os restantes países da UE) alterar o cenário eleitoral com a naturalização descontrolada de imigrantes para os usar como instrumento eleitoral face à enorme perda de apoio no povo espanhol. 
Mas será também a oportunidade de Espanha e os espanhóis se livrarem de um crápula chamado Pedro Sanchez um sujeito.completamente desprovido de carácter, de ombridade , de princípios e valores. 
Um oportunista capaz de vender a alma ao diabo para se manter no poder e que tem a mulher e o irmão acusados de corrupção mas faz de conta que não é nada com ele. 
Espanha tem, pois, a oportunidade de se livrar do que não presta. Governo e primeiro ministro. 
Oxalá não a desperdice.
Depois Falamos.

Anões

 Hoje não há quem não escreva sobre Ronaldo.
Os que percebem de futebol, os que não percebem de futebol, os que gostam de futebol e os que não gostam de futebol.
Impressionante.
Tão impressionante como alguns, regra geral os que nada sabem de futebol, depois de lerem apressadamente um qualquer regulamento ( se calhar no chat gpt) aparecem agora a exigir que se cumpram as leis e o jogador seja castigado.
Uma corja de maus caracteres.
Gente pequenina que não suporta ver alguém que por mérito próprio se tornou enorme.
Patéticos.
Depois Falamos.

Sapos

Ao que consta reina o mais absoluto terror na família dos sapos. 
Porque receiam, e muito, que nos próximos tempos haja uma acentuada procura de sapos para engolir depois do que se andou para ai a escrever, a criticar, a fazer obituários, a negar evidências, a exibir ingratidão, a fazer da inveja forma de estar, a traçar sentenças definitivas sobre um assunto dos últimos dias. 
Afinal parece que não vai ser bem como esses opinadores tanto desejavam, e até festejavam, e as coisas até podem acabar bem.
Menos para os pobres sapos é claro!
Depois Falamos.

Route 66

Martim pescador

Bayahibe, República Dominicana