segunda-feira, setembro 28, 2026

Dez Notas

Adepto incondicional da seleção nacional tenho acompanhado com muito interesse estes primeiros tempos, e primeiros jogos, de Jorge Jesus como selecionador nacional.
Com apenas dois jogos disputados, Gales e Noruega, e pouquissímos dias de trabalho com os convocados o que é naturalmente impeditivo de uma transmissão plena de conceitos e de filosofia de jogo, o que se pode dizer para já?
Em primeiro lugar que a seleção continua a ganhar, o que naturalmente facilita a adaptação entre treinador e jogadores, mesmo que com alguma felicidade como ontem na Noruega.
Em segundo lugar que o lote de convocados de JJ em pouco difere dos de Roberto Martinez pela óbvia razão de que há mais qualidade do que quantidade e para lá destes poucos mais há em condições de serem opção.
Ricardo Velho, Rodrigo Mora, André Silva, Ricardo Horta, Gonçalo Paciência, António Silva, Pedro Gonçalves, Matheus Nunes, Gonçalo Guedes, José Sá, Samu Costa, Nélson Semedo, Quenda, Mateus Fernandes, Carlos Forbs e mais um ou outro sendo certo que os jovens da seleção sub 21 ainda precisam de tempo.
Em terceiro lugar que a forma de jogar não é ainda substancialmente diferente do passado recente pela tal razão de JJ ainda ter muito pouco tempo para trabalhar a equipa.
Em quarto lugar, e aí sim uma mudança para melhor, Jesus mexe na equipa mais depressa e com mais acerto do que o fazia Martinez o que muito provavelmente terá contribuido para o triunfo de ontem.
Em quinto lugar que jogadores que eram opção, às vezes bem contestada, de Roberto Martinez mantem-se nas opções de JJ como titulares, casos de Renato Veiga e Pedro Neto, e tem justificado plenamente esse estatuto. 
Em sexto lugar que as duas vitórias tangenciais até podiam não o ter sido se foras de jogo milimétricos não tivessem anulado um golo a Ronaldo face a Gales e outro a Gonçalo Ramos ontem.
Um aparte para referir que de facto as propostas de Arsene Wenger quanto ao fora de jogo devem ser implementadas o mais depressa possível.
Em sétimo lugar que JJ com quatro jogos em dez dias tem gerido bem os convocados e dos 25 chamados já actuaram 19 estando ainda sem minutos os guarda redes Rui Silva e Samuel Soares, os centrais Tomás Araújo e Gonçalo Inácio, o lateral Diogo Dalot e o ponta de lança Fábio Silva que viu os dois jogos da bancada.
Em oitavo lugar que ontem Diogo Costa misturou boas intervenções com falhas nada habituais nele largando bolas fáceis o que pode ser visto como um dia menos bom que qualquer um tem ou um abaixamento de forma que pode levar JJ a dar uma oportunidade a Rui Silva. Não é provável mas pode acontecer.
Em nono lugar que a seleção viu muitos cartões amarelos e alguns bem escusados como o de Bernardo Silva e isso é algo que tem de ser corrigido embora perceba que os possantes noruegueses, especialmente o "monstro" Haaland, eram difíceis de parar.
Em décimo e último lugar que as indicações são muito positivas, a equipa tem potencial e seguramente que se assim continuar Portugal será sério candidato à renovação de um título que lhe pertence.
Depois Falamos.

Torre da Regaleira, Sintra

Lagosta azul

Chicago

Lula

 E é a isto que o Brasil está entregue.
Um ex presidiário que toda a vida foi marxista e defensor da ditadura do proletariado e neste seu mandato arrastou o país para a órbita de Putin, afastou-o de aliados tradicionais e manifesta um ódio crescente a Portugal e ao papel do nosso país na História do Brasil. 
Não perdendo,aliás, qualquer oportunidade de mentir e deturpar sobre os factos históricos. 
Lacaio de Putin e amigo dos terroristas do Hamas é o triste retrato do presidente de um grande país. 
Não sei qual será a escolha dos brasileiros daqui a uns dias ( não deve ser fácil tão fracas as opções) mas se Lula vencer espero, ao menos, que nunca mais ponha os pés em Portugal. 
Por tudo que tem dito sobre o nosso país tornou-se um indesejável !
Depois Falamos.

domingo, setembro 27, 2026

Verdades

A seu tempo a História se encarregará de esclarecer a Verdade desta guerra. 
Tal como fez de outras guerras. 
E se há uma velha máxima que diz que a verdade é a primeira baixa de qualquer guerra não tenho qualquer dúvida que em Gaza a verdade já morreu muitas vezes por obra de ambos os contendores mas muito em especial por força das repetidas mentiras do Hamas que os habituais idiotas úteis se encarregam de disseminar tanto quanto podem. 
São as mentiras sobre bombardeamentos a hospitais e escolas " esquecendo" de dizer que por baixo dessas infraestruturas existem esconderijos, paiois e bases dos terroristas; são os números de mortos e feridos absolutamente fantasiosos que o Hamas divulga e que os idiotas úteis e a imprensa wokista divulga como verdadeiros sem qualquer preocupação em os confirmar ; são os jornalistas mortos ( e funcionários da ONU também) que depois se descobre serem, isso sim, terroristas palestinianos .
Agora foi reposta a verdade sobre 19 jornalistas que afinal eram terroristas. 
Mas a História, com o distanciamento temporal necessário muito mais verdades reporá. 
E aí quem tiver a capacidade de se envergonhar muita vergonha sentirá. 
Porque, repito, havendo mentiras de ambos os lados, como em qualquer guerra, aquelas que vem do lado do Hamas são em quantidade industrial e na justa medida dos idiotas que fazem o jogo dos terroristas espalhando-as aos quatro ventos como verdades absolutas.
Depois Falamos.

Mistificação

A presença do primeiro ministro de Israel na Assembleia Geral da ONU provocou na comunicação social nacional e nas redes sociais uma inacreditável quantidade de mentiras. manipulação de informação e mistificação da realidade apenas possíveis num país culturalmente atrasado, ou seja com muita gente que come o que lhe põe no prato sem parar um minutos para pensar, e com uma comunicação social enfeudada em boa parte a um wookismo militante para o qual a prioridade das prioridades é atacar Israel.
A grande "notícia" era o abandono da sala por algumas dezenas de delegações que levou a títulos e parangonas do género "sala quase vazia", "sala parcialmente vazia", "maioria dos países abandona sala" e mais algumas mentiras do género.
A verdade é que na sala ficaram 120 países enquanto os que a abandonaram foram 77.
Mas se contabilidade arrasa os mentirosos vale a pena analisar quem saiu e quem ficou.
Ficaram os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (EUA, China, Reino Unido, França e Rússia), ficaram todos os países da União Europeia com excepção de Espanha, e Eslovénia( sobre a República da Irlanda há versões contraditórias) , Canadá, Austrália, Japão, Ucrânia, Argentina, Emirados Àrabes Unidos, Indía, Sérvia, Coreia do Sul, México, Quénia e mais umas dezenas deles.
Com uma ou outra excepção todos eles democracias.
E quem saiu?
Turquia, Síria, Líbano, Jordânia, Egipto, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Irão, , Iraque, Qatar, Koweit, Iemen, Indonésia, Paquistão, Libia, Sudão, Cuba, Peru, Afeganistão, Nicarágua e mais uns quantos.
Com uma ou outra excepção todos eles ditaduras ou Estados autoritários.
Ou seja Estados que não tem qualquer condição para darem lições de moral a quem quer que seja.
Com a nuance de durante o discurso posterior de Serguei Lavrov, o MNE da Rússia, terem todos eles permanecido muito sentadinhos pese embora Lavrov representar uma ditadura que invadiu um país vizinho, desencadeando uma guerra genocida (aí sim) que já provocou centenas de milhares de mortos, actos de inacreditável barbárie e grande destruição em muitas cidades ucranianas.
Aí os que se incomodam com Netanyahu e Israel branquearam a Rússia e Putin sem ponta de vergonha.
Resta uma nota final para Brasil e Espanha que também abandonaram a sala.
Brasil do antigo presidiário Lula da Silva e Espanha do futuro presidiário Pedro Sanchez.
Dois países empurrados para o absurdo em função de quem os governa  e não apenas nesta posição quanto a Israel mas também noutra áreas com Lula a ser um fiel lacaio de Putin enquanto Sanchez não passa de um individuo sem carácter nem escrupúlos que se agarra a tudo quanto pode para se ir aguentando no poder de qualquer forma.
Nada que eleições não possam desejavelmente resolver.
Depois Falamos.

Macacos

Floresta, Cárpatos

Castelo Boldt, Nova Iorque

Televisões

A questão é fácil de explicar. 
A imprensa de Lisboa ( Bola, Record, SIC, TVI, CM TV, NOW, RTP, etc) estava perfeitamente convencida que o Benfica ia ganhar no Dragão. 
Por mérito do adversário e demérito próprio, mas sem qualquer influência do arbitro, o Benfica perdeu. E a comunicação social lisboeta que tinha preparados oito dias de festejos viu-se obrigada a mudar o chip e foram oito dias de plena azia. 
Com análises e comentários de uma imaginação delirante e uma permanente tentativa de mistificarem a realidade dos factos. 
O país merece mais e melhor que uma CS que na sua quase totalidade não presta para nada.
Depois Falamos.

sábado, setembro 26, 2026

Identidade

 Não tenho qualquer dúvida que uma das maiores riquezas de um clube desportivo e aquilo que lhe permite perdurar ao longo dos tempos é a sua identidade.
Que se constrói com o seu emblemas, as suas cores plasmadas nos seus equipamentos, as suas causas, os seus adeptos e a sua História.
As cores do Vitória são o branco e o preto.
Escolhidas pelos seus fundadores com base numa mensagem muito forte e extremamente admirável por ter surgido há mais de cem anos quando as preocupações com a inclusão de todos e de todas as raças estava longe de estar no centro das atenções.
E por isso desde sempre as cores dos equipamentos foram o branco e o preto apenas tendo surgido outras cores quando se passou de dois para três equipamentos surgindo aí o amarelo , o dourado, o roxo, o laranja, o cinza e outras excepto o vermelho, o azul e o verde porque a nossa identidade muito própria não o permite.
Mas a camisola principal é e será sempre a branca e quanto a isso não podem existir duvidas de qualquer espécie.
Já quanto aos calções depois de durante muitos anos serem pretos a partir do final dos  anos sessenta começaram a usar-se também os os brancos e actualmente tanto se usam uns como outros mas com tendência maior para os brancos.
Por mim o equipamento principal seria sempre camisola branca, calção preto e meia branca mas é um gosto pessoal e os calções brancos em nada me incomodam.
Depois o segundo equipamento é a camisola preta integral ou misturando o preto com outras cores como o cinza ou o branco e calção preto  enquanto os terceiros equipamentos convém que sejam o mais diferentes possível dos tradicionais.
Não tenho pois qualquer dúvida que a camisola branca é um forte elemento da identidade do clube que importa preservar e exibir com orgulho porque é a nossa primeira  "pele" enquanto vitorianos e orgulhosos herdeiros de um passado que nos honra.
Por isso vejo, e já disso tenho falado ao longos dos últimos anos, com crescente preocupação a facilidade com que se prescinde do uso da camisola branca em jogos clássicos nos quais ela é absolutamente indispensável, como são os confrontos com Braga, Porto, Benfica e Sporting, em prol de uma camisola preta que também é nossa mas que não tem a força da branca na exibição personalizada da identidade do Vitória.
E, preocupação adicional, vejo nas bancadas do nosso estádio os adeptos a usarem cada vez mais camisolas pretas o que naturalmente dizendo respeito aos gostos pessoais de cada um não deixa ainda assim de ser uma pequena diluição da nossa identidade pese embora ser uma camisola do clube.
Em boa verdade face a tantas preocupações que o Vitória destes tempos suscita espero bem que também a identidade não se venha a transformar numa delas.
Era só o que nos faltava!
Depois Falamos.

Nota: Também tenho, e de longe a longe uso, várias camisolas pretas. Mas nunca em jogos com os adversários atrás enumerados. Nesses jogos é camisola branca e mais nada!

sexta-feira, setembro 25, 2026

Alvalade

Acho que é tempo de a seleção deixar de jogar no estádio de Alvalade.
Ontem foi Palhinha a ser vaiado quando rendeu Rúben Neves tal como acontecera em 2023 com João Mário.
Manifestamente os adeptos do Sporting, que naturalmente são a enorme maioria dos presentes nos jogos da seleção naquele estádio, não sabem separar as rivalidades clubísticas e as azias em relação a ex jogadores do clube dos interesses da seleção nacional que deve ser apoiada como um todo. 
E assim sendo, e não faltando estádios neste país onde estes tristes momentos não se verificam, a seleção deve deixar de jogar em Alvalade durante uns anos a ver se os adeptos desse estádio aprendem de uma vez por todas que Portugal é Portugal e os clubes são os clubes. 
Já basta destes comportamentos.
Depois Falamos.

Flamingos

Farol de Racine, EUA