sábado, junho 13, 2026

Povo

O povo é quem mais ordena.
O povo é sempre quem mais ordena.
O que não significa que orde sempre bem!
Dispensando-me de citar exemplos, não porque nãoexistam mas porque não vale manifestamente a pena, esperemos que hoje o povo vitoriano ordene bem.
E ordenar bem significa ser feliz na escolha que vai fazer.
Não era supsoto haver eleições este ano, apenas em 2028, mas as coisas são o que são e é em função delas que é preciso agir.
A existência de quatro listas demonstra a vitalidade associativa do clube mas a inexistência estatutária de uma segunda volta pode criar problemas atendendo a ser previsível que a lista vencedora fique longe dos 50% e portanto tenha bastantes menos votos que as listas derrotadas em conjunto.
Mas não vale a pena sofrer por antecipação e menos ainda face a um cenário que pode nem se verificar.
Hoje é dia de escolher bem.
Dia de escolher gente capaz, competente, séria, transparente, que goste realmente do clube e que seja capaz de ajudar a resolver os seus muitos problemas sem fugir às suas responsabilidades nem aos desafios que lhes serão postos.
Por mim exercerei o meu direito de voto optando pela lista que considero ser a que me transmite melhores perxpectivas de poder ajudar o Vitória nesta fase tão difícil da sua existência mais que centenária,
Boa sorte Vitória Sport Clube.
Depois Falamos.

Penoso

Tal como o título indica a tradicional procissão do Corpo de Deus não passa este ano no Martim Moniz como era habitual.
Piedosamente, e nem outra coisa era de esperar de um Patriarcado, foi explicado pelo mesmo que as razões se prendiam com levar a procissão a zonas onde normamalmente não ia e até a alargar o seu percurso face a anos anteriores.
De forma igualmente piedosa receio que a verdade não seja bem essa mas outra bem pior.
O Martim Moniz é hoje uma zona de Lisboa ocupada por praticantes de religiões bem menos tolerantes em relação a outros religiões do que a católica é tolerante com elas.
E por isso o Patriarcado para evitar possíveis incidentes desviou a procissão do Corpo de Deus para outras paragens reconhecendo implicitamente que o Martim Moniz parece não fazer parte do Estado português mas sim sendo uma região autónoma de um qualquer Califado.
É triste mas parece ser verdade.
E nem é um fenómeno que se circunscreve a Portugal porque já é frequente noutros países  da União Europeia onde os europeus vão recuando nas suas leis valores, e convicções  e cedendo posições nessas matérias  a imigrantes africanos, árabes, indianos e de outras regiões sempre em nome do politicamente correcto e sempre receando acusações de racismo e xenofobia.
É absolutamente penoso assistir a isto e perceber que ainda há ( a esquerdalha de que o PS não se consegue demarcar) quem queira impedir que o Estado se defenda, defenda os seus cidadãos e explique a quem quer para cá vir que ou vem para trabalhar, aceitar as nossas leis e costumes e respeitar as nossas tradições e valores ou então as portas estarão fechadas para os que cá chegam e querem impor-nos as suas formas de vida, a sua religião, os seus usos e em muito casos viver de sunsídios porque trabalhar não é com eles.
Hoje na Europa é preciso lutar sem receios nem cedências pela defesa da nossa civilização tal como é.
Livre, tolerante , democrática e inclusiva.
Mas casos como o do Martim Moniz são um mau indício quanto ao sucesso dessa batalha.
Depois Falamos.

quinta-feira, junho 11, 2026

Ensaio

Vi ontem o segundo jogo de preparaçâo da seleção nacional, para o Mundial 2026, que para mim até foi o primeiro porque não tinha visto o jogo com o Chile.
Foi um jogo atípico antes de mais.
Porque um jogo em que actuam vinte e dois jogadores da mesma equipa (não jogaram apenas os guarda redes José Sá e Rui Silva, o suspenso Rafael Leão e Gonçalo Guedes) tem de ser visto apenas como a oportunidade do treinador dar minutos a quase todos os jogdores e fazer uma ou outra experiência táctica porque com tamanha rotação não dá mesmo para mais.
Ainda assim gostei do que vi.
Até porque a Nigéria é uma boa seleção, tem jogadores de classe e que alinham quase todos em campeonatos europeus e que não vai estar no Mundial (eliminada no play off pelo Congo) mas seguramente que é superior a algumas das que lá vão estar e por isso não foi um adversário fácil.
Na primeira parte Martinez fez alinhar um onze seguramente próximo do que vai iniciar o mundial e vimos uma versão mais ofensiva, mais criativa, mais "solta" da seleção que será certamente a opção para os dois primeiros jogos face a Congo e Usbequistão.
Na segunda parte uma seleção mais contida, mais disciplinada tacticamente, mais apostada na posse e conteção que será provavelmente a postura face à Colômbia e aos adversários nas fases a eliminar dada que a dificuldade vai aumentando gradualmente.
Portugal fez dois excelentes golos através dos extremos Pedro Neto e Francisco Conceição e podia ter feito mais alguns porque oportunidades teve-se mas na hora da concretização alguma má pontaria e excelentes defesas do guarda redes nigeriano (para lá de um remate de Félix que deu toda a sensação de ser golo) impediram que o marcador tivesse outra expressão.
Em termos individuais não há grandes apreciações a fazer, atendendo ao carácter do jogo e ao número de substituições, mas ainda assim para lá dos autores dos golos gostei de Samu Costa com bons momentos a defender e a atacar , de Félix que entrou muito bem e teve dois excelentes remates e de Trincão que ligou bem o jogo na primeira parte.
Preocupações?
O estado físico de Nuno Mendes que entrou ao intervalo e saiu aos 79 minutos e dá a sensação de estar preso por arames, o que a confirmar-se  é péssimo dado ele ser provavelmente o melhor lateral esquerdo do futebol mundial, e o centro da defesa onde Ruben Dias é indiscutível mas o seu parceiro de sector parece ser assunto a dar dores de cabeça ao selecionador.
Não sendo preocupação, porque isso seguramente vai acontecer, é claramente expectável que no mundial jogadores como Vitinha, João Neves e Bernardo Silva tenham uma participação mais importante no jogo da equipa do que tiveram ontem , que Ronaldo regresse à eficácia que lhe é habitual (ontem esteve no sitio certo na hora certa mas não foi feliz a rematar e isso para ele é fácil de resolver) e que jogadores como Rafael Leão e Félix joguem o que sabem e possam ser uma espécie de "joker" português no mundial.
Em suma um bom ensaio que deixa boas perspectivas para um mundial em que não somos favoritos mas podemos ser candidatos.
A ver vamos.
Depois Falamos.

Sporting

 Alguns amigos meus ,sportinguistas dos quatro costados, deu-lhes de há algum tempo a esta parte para embirrarem com Cristiano Ronaldo. 
O motivo alegado, mas sem correspondência com a realidade, é o seu rendimento na seleção ( onde os números incluindo os da fase de apuramento para o mundial 2026 falam por ele) mas a verdade estará, isso sim, no facto de Ronaldo ter recusado regressar ao Sporting, nomeadamente depois da segunda passagem pelo Manchester United, preferindo o Al Nassr. 
E eles não aceitam isso. 
Porque aceitar seria aceitar também que a recusa terá assentado no facto óbvio de o Sporting ser pequeno para Ronaldo habituado a jogar noutros patamares e a lutar por outros títulos. 
E por isso nem regressou naquela altura nem em qualquer outra. 
Já sei que o argumento é perguntarem se o Al Nassr é maior que o Sporting. Não, não é. 
Mas pode o Sporting pagar a Ronaldo 258 milhões de euros / ano como o Al Nassr ? 
Nem vale a pena responder. 
E para quem caminha para o final da mais brilhante carreira da História do futebol o dinheiro também conta. Especialmente valores dessa ordem.
E por isso mais valia esses meus amigos aceitarem as coisas como elas são. 
O Sporting tem uma escola de formação fabulosa, talvez a melhor do mundo, é uma excelente rampa de lançamento para grandes carreiras internacionais mas não tem dimensão competitiva nem luta por objectivos que interesse aos grandes jogadores. 
E por isso Cristiano Ronaldo não regressou. 
E por isso Luis Figo não regressou. 
E por isso Paulo Futre não regressou. 
E por isso Ricardo Quaresma não regressou. 
E ao referir estes quatro jogadores estou a referir os quatro melhores "produtos" de sempre da formação leonina que atingiram dimensão mundial. 
E podia citar outros, de patamar não tão elevado mas igualmente grandes jogadores, que também não voltaram. 
Simão Sabrosa, Rui Patrício, João Moutinho, Jorge Cadete. 
Em suma agora que estamos em dia de início de Mundial talvez seja tempo de todos se unirem em torna da seleção e deixarem de lado azias que nada tem a ver com ela. 
As coisas são o que são e aceita-las ajuda a ultrapassar esse distúrbio gástrico.
Depois Falamos.

terça-feira, junho 09, 2026

Renascer

A imprevisibilidade do futebol é realmente algo de extraordinário e contribui para o encanto e sortilégio de que a modalidade dispõe.
Veja-se a título de exemplo o caso de José Mourinho.
Já se sabe que é um dos melhores treinadores do futebol mundial com uma carreira plena de sucessos que o levou a ser campeão em quatro paises (Portugal, Inglaterra, Itália e Espanha), a ser o único treinador que ganhou as três competições europeias (Champions, Europa, Conferência) e a ter no seu palmarés 26 titulos e taças distribuidos por Porto, Chelsea, Inter, Real Madrid, Manchester United e Roma.
Treinou alguns dos maiores clubes da Europa e do mundo, marcou uma era, protagonizou extraordinários duelos com Alex Ferguson, Arsene Wenger e Pep Guardiola mas os seus últimos anos não vinham sendo particularmente brilhantes.
Com a Roma ganhou a Liga Conferência e perdeu uma final da Liga Europa mas depois seria despedido e acabaria por assinar pelos turcos do Fenerbahçe radicando-se por uma época e pouco num campeonato periférico e longe de ser aquilo a que estava habituado.
Depois, e pouco tempo após o início desta época , deixaria os turcos e o tal campeonato periférico para assinar pelo Benfica e vir para outro campeonato periférico só que com a diferença de ser o campoenato do seu país.
Com a curiosidade de ter regressado ao clube em que se estreara como técnico principal.
Pensou-se então que o Benfica poderia muito bem ser o penúltimo passo de uma carreira que com lógica se concluiria no comando da seleção nacional quando deixasse o comando da equipa lisboeta.
A época não lhe correu bem, o Benfica apenas ganhou a supertaça mas antes de ele ter regressado, e por isso a continuidade na Luz parecia ser o seu destinno tentando na próxima época ganhar o que não ganhou nesta e talvez fazer uma "gracinha" na Liga Europa.
Mas aí o sortilégio e a magia do futebol entraram em campo.
E de ter de se conformar em continuar num campeonato periférico e sem perspectivas de especial favoritismo na Liga Europa passou a um regresso repentino, treze anos depois, ao Real Madrid um colosso do futebol espanhol e mundial e todas as épocas um dos principais favoritos a vencer a Liga dos Campeões que é o troféu mais desejado por clubes, treinadores, jogadores e adeptos.
É um verdadeiro renascer da carreira de Mourinho no topo do futebol.
Que a saiba aproveitar porque outra oportunidade não é provável que venha a ter.
Depois Falamos.

Farol de Pernaquid, Maine, EUA

Papagaios

Floresta Hallerbos , Bélgica

Flotilheiro

Esta singular, para ser simpático, personagem é um dos flotilheiros portugueses que resolveu fazer turismo onde sabia perfeitamente que não o podia fazer e acabou recambiado por Israel, como na altura foi amplamente noticiado, exigindo que o governo português lhe fosse aparar o jogo e se calhar pagar a viagem de regresso.
É também daqueles que andou a espalhar mentiras sobre o tratamento recebido embora não tenha ido nessa matéria tão longe como uns pobre diabos que entraram no avião de colar cervical e supostamente a receberem soro e no destino desembarcaram aos saltos e de perfeita saúde.
Ainda assim, e sem preconceitos de qualquer espécie, olha-se para o sujeito e percebe-se tudo desde aquilo que ele é até à corja de amigos dos terroristas do Hamas de que faz parte.
É dos tais casos em que uma imagem vale por mil palavras.
Mas na imagem nem tudo é mau e por isso espera-se e deseja-se que o estabelecimento que aparece por trás lhe possa proporcionar toda a ajuda de que manifestamente carece.
Depois Falamos.

Hipocrisias

São dois exemplos claros da hipocrisia wokista que consome as sociedades ocidentais nos tempos de hoje e que também em Portugal tem os seus exemplos e os seus protagonistas.
Porque o cartoon reflecte exactamente o que a esquerdalha portuguesa nas suas cada vez menos participadas manifestações e comícios, mas também nos seus ainda excessivos tempos de antena televisivos por via dos comentadores que lhe são afectos, pratica no dia a dia.
Porque exigir Palestina para os palestinos, Cuba para os cubanos , o Irão para os iranianos, a Coreia do Norte para os norte coreanos e por aí fora sabem eles.
Mas se alguém se atreve a dizer Portugal para os portugueses leva logo com o carimbo de racista e xenófobo!
O outro exemplo tem dimensão mundial.
Quando em 2020 o negro George Floyd foi morto pela polícia norte americana houve manifestações (e distúrbios) em todo o mundo, políticos sem dimensão nem vergonha ajoelharam em nome do politicamente correcto , as televisões andaram dias a fio a mostrar as imagens e a recolher depoimentos de familiares e testemunhas.
Quando em 2025 o branco Henry Nowak foi assassindo por um sikh com cinco facadas registando-se de seguida um comportamento absolutamente inacreditável da polícia britânica, que algemou a vítima acreditando nas mentiras sobre insultos racistas (lá está o wokismo a funcionar) do assassino, que aconteceu?
O assunto passou despercebido, não houve na altura manifestações nem protestos, os políticos não ajoelharam e o assunto apenas foi relembrado agora porque a Justiça , e muito bem, condenou o assassino a prisão perpétua sendo uma eventual revisão da pena possível apenas após vinte e um anos de prisão efectiva.
Em suma para situações praticamente idênticas oassassínio d eum negro merece repúdio e manifestações a nível mundial enquanto o assassínio d eum branco apenas merece indiferença.
É o wokismo no seu esplendor.
Depois Falamos.

segunda-feira, junho 08, 2026

Desgraçados

Esta fotografia da marcha LGBTI em Lisboa retrata bem o que hoje são esses movimentos e para o que servem essas marchas.
Ordinarice e desrespeito pela lei.
Incitamento ao ódio contra um orgão de soberania pilar do Estado democrático.
Bandeiras da Palestina apoiando a criação de um Estado numa região (Gaza e Cisjordânia) governada pela autoridade palestiniana e onde a homossexualidade é punida com um mínimo de dez anos de prisão.
São isto as marchas LGBTi.
Promovidas e participadas por uns desgraçados sem educação, sem respeito pela lei, que detestam a democracia e nem para eles próprios são bons.
Uns tristes em suma.
Depois Falamos.

Capitães