terça-feira, novembro 03, 2026

PSP

Sim, apoio s PSP.
Apoio a forma firme, tolerante e paciente como tem aturado uma canalhada que não respeita nada nem ninguém.
Apoio as suas acções em defesa do cumprimento da lei e do Estado democrático de direito.
Apoio a forma como tem procurado  incansávelmente persuadir os campistas clandestinos, os traficantes de droga, os vândalos que danificam monumentos, os portadores de panos de cozinha e de bandeiras de um Estado que não existe, os provocadores profissionais, a cumprirem as leis da República como é seu dever.
Apoio a tolerância com que tem aturado brasileiros, espanhóis, italianos, angolanos e oriundos de outras nações que vem para Portugal exigir aquilo que os governos dos seus países não lhes deram como se cá tivessem o mínimo direito a exigirem fosse o que fosse!
Apoio o sentido do dever com que tem suportado críticas da esquerdalha ignorante e subversiva, de um PS que nunca se curou das maleitas contagiosas da geringonça, de demagogos políticos que dizem o que pensam mas não pensam no que dizem , de advogados em busca de protagonismo a qualquer preço e de titulares de cargos políticoa indignos de os ocuparem.
Apoio a forma serena como tem sabido resistir a constantes provocações da escumalha, a agressões aos seus agentes, às tácticas de guerrilha urbana que alguns bandidos querem implementar nestas acções.
Apoio a paciência com que tem sabido suportar uma comunicação social tendenciosa, na maioria dos casos claramente a apoiar quem infringe a lei e contra quem a defende , que dá um destaque e um tempo de antena brutalmente exagerados aos parques de campismo clandestinos e aos seus ocupantes, que promove nos seus espaços de comentário quem defende estes e critica a PSP.
Sim, apoio a PSP.
Porque defende a lei, defende a ordem, defende a legalidade.
Defende a liberdade de todos contra a libertinagem de alguns.
Defende que o espaço público seja de todos e não "privatizado" ao sabor da ocupação por alguns que fazem dele seu ao arrepio das leis deste país.
Defende a civilização contra o caos.
Defende a democracia contra defensores de terroristas, de ditaduras e das tentativas de instaurar um novo PREC.
Sim, apoio a PSP.
Depois Falamos.

Nota: Acredito que no início destas acções houvesse lá gente que queria mesmo manifestar-se por causas importantes como a habitação e o combate ao aumento do custo de vida. Gente bem intencionada. No início porque agora, depois de tudo que se tem visto,  só lá podem permancer aqueles que querem a agitação, a desordem e perseguem objectivos políticos que nada tem a ver com a habitação e o custo de vida.

Imagem

Há imagens cuja força e cujo significado vai muito para lá daquilo que se vê.
É o caso desta.
Obtida no pódio do Grande Prémio do México de Fórmula Um e em que se vê o vencedor da corrida (Max Verstapen) e o segundo classificado (Lewis Hamilton) a levarem em ombros o terceiro classificado (Kimi Antonelli) festejando com saudável fair plar e desportivismo de assinalar a conquista do título mundial pelo muito jovem piloto italiano.
Quis o destino e a própria corrida que esta fosse vencida por aquele que é o melhor piloto da actualidade, que ficasse em segundo aquele que já o foi e que em terceiro ficasse aquele que provavelmente o virá a ser.
E que melhor guarda de honra poderia desejar Kimi Antonelli, num pódio em que festejava o título mundial, do que a de dois pilotos que são os mais laureados do actual pelotão?
Creio que nenhuma.
Depois Falamos.

Bilhetes

Como sou do bom tempo em que o Gil Vicente era um dos clubes que à quinta feira aparecia em Guimarães para o Vitória poder fazer o que se chamava um treino de conjunto (o Gil, o Fafe, o Riopele, o Famalicão, o Tirsense, etc) julgo que nunca conseguirei considerar um empate com esse clube como bom para o Vitória pelo que do jogo nem falo.
Mas falo do preço dos bilhetes.
Que aliás motivou um justificado e irónico protesto das claques vitorianas conforme imagens que ilustram este texto.
E motivou porque os preços uma vez mais praticados pelo clube de Barcelos, e que levaram a que se visse um estádio com reduzida assistência, são totalmente incomportáveis com a realidade do nosso país e com aquilo que normalmente se pratica na Liga.
E já não é a primeira vez que direções do Gil Vicente tem este comportamento para com o Vitória.
As razões não conheço mas terão a ver com o desejo de não verem o Vitória jogar em casa, como provavelmente aconteceria se os bilhetes tivessem um preço razoável, e assim impedirem o clube visitante de ter o apoio de que normalmente dispõe e que podia ter influência no desfecho da partida.
Tiveram duplo azar que no futuro se deve tornar em triplo.
Para já  não tiveram a receita que podiam ter tido nem o resultado que julgariam possível.
Depois na segunda volta, e como não há duas sem três, espero que tenham o triplo azar de encontrarem bilhetes ao mesmo preço.
Até porque se a meia dúzia de gilistas que costuma aparecer por Guimarães não marcar presença a diferença em termos de receita não fará grande diferença ao Vitória mas marcará o repúdio por estas atitudes pouco amistosas da direção do Gil Vicente.
Aqui sim pode dizer-se, desta vez apropriadamente, que em termos de massa adepta estamos em patamares diferentes.
Depois Falamos.

segunda-feira, novembro 02, 2026

Grupos

Mochos

Caminho dos Bambus, Quioto, Japão

Indigna

A forma como Rui Borges foi despedida do Sporting é absolutamente indigna!
Nem vou aqui referir os titulos e troféus, a grande carreira na Champions do ano passado e a razia que o plantel sofreu neste início de época como motivos de estranheza pela decisão  porque isso acontece com outros e não impede que sejam despedidos quando os grandes sábios do futebol moderno - os presidentes dos clubes - entendem que chegou a hora de os mandar embora.
Num tempo em que a paciência dos dirigentes consegue ser ainda menor que a sabedoria e a sensatez que nalguns casos já é bem pouca.
E por isso o que choca neste despedimento é a forma como as coisas foram feitas.
Começaram dias atrás com "notícias" a serem plantadas na imprensa que se presta a isso (Bola, Record e CM TV à cabeça) dizendo que Rui Borges ia sair de certeza absoluta restando apenas dúvidas se seria já, depois do jogo da Champions ou até na próxima paragem para jogos de seleções em meados deste mês.
Numa coisa eram absolutamente coincidentes todas elas.
Paulo Fonseca seria o sucessor e não era alvitrado mais nenhum nome.
Prova evidente, se necessário fosse, que quem plantou as notícias ou as mandou plantar ( neste caso é absolutamente indiferente) sabia muito bem o que ia acontecer, ou seja que Rui Borges ia ser despedido e Paulo Fonseca contratado, e por isso ia preparando os adeptos para essa realidade.
Não é preciso ser um Hercule Poirot ou um Sherlock Holmes para saber quem foi o "plantador" das notícias e obreiro da indignidade.
Resta desejar a Rui Borges, um bom treinador e um homem sério (o ter saído imediatamente sem pactuar com "artistices" prova bem isso), os maiores sucessos na sua carreira a par da expectativa de que obrigue o Sporting a pagar-lhe até ao último dia de um contrato renovado há poucos meses.
Quanto a Paulo Fonseca, também ele um bom treinador, já sabe ao que vem e com quem vem trabalhar.
Quando chegar a vez dele já não tem por onde se admirar...
Depois Falamos.

domingo, novembro 01, 2026

Campeão

"Habemus" campeão.
E que campeão.
Aos vinte anos de idade, e apenas na sua segunda época na Fórmula Um, Kimi Antonelli torna-se o mais jovem campeão de sempre e o primeiro italiano a conquistar o título desde 1953.
Com uma época absolutamente brilhante Kimi, um jovem que conduz como um consagrado, há muito que deixava adivinhar que seria campeão mais GP menos GP tal o seu domínio. 
Foi hoje no México ao conquistar o terceiro lugar num GP vencido por Max Verstappen e que teve em segundo lugar Lewis Hamilton. 
E ao partilhar pódio com os dois pilotos mais titulados ainda em competição pode dizer-se que de alguma forma Kimi Antonelli diz ao que vem.
Ser, também ele,um dos maiores da História da F1.
Depois Falamos.

sábado, outubro 31, 2026

Era

Durante muitas décadas mais do que um chavão a frase era uma manifestação na honra de ser vitoriano e de o Vitória ser um clube diferente.
"O Vitória é dos sócios" era a frase que sucessivas gerações proferiam com imenso orgulho e que era, de certa forma, uma marca distintiva.
Hoje de madrugada o Vitória deixou de ser dos sócios embora boa parte deles não tenha percebido isso e alguns ainda vão demorar a perceber.
Ao sabor de um mau negócio que suscita mais duvidas que certezas, defendido por funcionários e advogados avençados em vez de o ser pela direção proponente, com esta calada e incapaz de defender uma proposta que era sua ( nas poucas vezes em que interveio...enfim...), baseado em Contas por aprovar e documentos que só aparecerão depois quando deviam ter aparecido antes, em que a preocupação de defender o accionista ainda minoritário se sobrepuseram à defesa dos interesses do Vitória, com um acordo parassocial estarrecedor no que se conhece, nada disso obstou a que uma maioria clara aprovasse o proposto.
Passando um cheque em branco à direcao, e à Vsports que fará o que muito bem quiser e lhe apetecer a partir de agora, que não sendo o primeiro nos últimos anos foi seguramente o último para todo o sempre.
Porque doravante a opinião dos associados não contará para nada de importante.
Não se leia nestas palavras mais do que a desilusão de um associado que sempre teve muito gosto em dizer que o "Vitória é dos sócios " e que sabe, como centenas que votaram contra o negócio nestes moldes, que não o poderá voltar a dizer sem faltar à verdade.
E que teme profundamente pelo futuro do clube agora que este deixou de ser senhor absoluto do seu destino.
E escrevo isto sem fatalismo, sem pessimismo, sem qualquer influência da desilusão referidas mas apenas imbuído de um profundo realismo e consciente do que virá daqui para a frente.
Mas isso não me impede de considerar que a decisão tomada na madrugada de hoje, da qual reitero discordar profundamente, tenha sido legítima, democrática, clara nos resultados e tomada por quem tinha legitimidade para o fazer.
Os associados do Vitória Sport Clube.
Afinal quando assim decidiram pela força do voto o clube ainda era deles.
Depois Falamos.

sexta-feira, outubro 30, 2026

Concorde

Timbuktu, Mali

Qualidade de Vida

Incómodo

Disse-o por mais que uma vez, e repito agora na introdução a este texto, que  se pudesse votar nas eleições presidenciais do Brasil jamais votaria em Lula ou Bolsonaro por razões diferentes mas convergindo na convicção de que o Brasil merece bem melhor.
Mas não sendo eleitor resta olhar os resultados e exprimir três conclusões que geram no mínimo algum incómodo mas sem pôr em causa o resultado e menos ainda legitimando teses não provadas até agora de fraude eleitoral.
Lula venceu, Bolsonaro perdeu e talvez esse tenha sido o resultado menos mau para o Brasil embora só o futuro o possa confirmar.
E então onde está o tal incómodo.
Em três pontos.
Gera incómodo que no dia seguinte a a uma eleição num país democrático as autoridades queiram apreender o passaporte ao candidato derrotado.
Gera incómodo o não se perceber que numa eleição tão disputada que teve de haver segunda volta nessa segunda volta o candidato derrotado tenha tido entre zero e dez votos em mais de três mil secções de voto enquanto o vencedor teve centenas de milhares de votos nessas mesmas secções.
Qualquer entendido em estatística dirá que é simplesmente impossível.
Causa ainda algum incómodo o saber-se que o bloco político liderado por Lula foi amplamente derrotado na eleição de governadores estaduais, da câmara dos deputados e do senado federal enquanto ele venceu a eleição presidencial.
Sendo certo que é um incómodo pequenino porque a eleição presidencial é claramente diferente de todas as outras e ser eleito um presidente de esquerda e haver uma maioria clara de direita noutros orgãos não é fenómeno exclusivo do Brasil.
Basta pensar em Portugal por exemplo.
Seja como for a eleições está feita restando desejar que da próxima vez o Brasil possa virar definitivamente esta deprimente página de Lula & Bolsonaro.
Depois Falamos.

Incompreensível

Não sei as razões que levaram à rescisão do contrato entre Luís Tralhão e o Torreense.
Segundo o comunicado do clube a rescisão processou-se de mútuo acordo o que dizendo tudo acaba por não dizer nada porque falta saber em que residiu o referido acordo.
Sei que o treinador comandando uma equipa da segunda liga venceu a Taça de Portugal, o que nunca tinha acontecido com uma equipa do escalão secundário, apurando o clube pela primeira vez para as competições europeias e logo para a fase de grupos da Liga Europa.
Provavelmente uma das poucas equipas europeias a jogar essa fase militando num escalão secundário.
Na Liga Europa estreou-se com uma surpreendente vitória na Suécia, face ao Lillestrom, e depois registou duas derrotas  sendo que a caseira (na casa emprestada de Leiria) resultou de um golo adversário já em tempo de descontos e na Hungria a expressão do resultado é completamente enganadora como quem viu o jogo sabe perfeitamente.
É verdade que no campeonato as coisas não estavam a correr particularmente bem mas até equipas de primeira liga e com potencial desportivo e financeiro incomparavelmente superior tem por vees dificuldades em compatabilizar boas carreiras internas com boas participações europoeias de que o F.C.Porto é esta época um claro exemplo.
De facto o futebol português, e o dirigismo desportivo em Portugal, são cada vez mais difíceis de entender.
Quanto a Luís Tralhão não terá seguramente qualquer dificuldade em encontrar um novo projecto, e seguramente com ambições bem superiores ao Torreense, para dar seguimento à sua carreira.
Porque é, de facto, um excelente treinador.
Depois Falamos.

quinta-feira, outubro 29, 2026

Quinze

 Hoje fez um hat trick.
Aos 41 anos!
Faltam 15 para a mítica marca dos 1000 golos.
É português, chama-se Cristiano Ronaldo, e é o melhor futebolista de sempre.
Depois Falamos.