
O primeiro ministro, Luis Montenegro, e a mulher estiveram ontem á noite em Fátima.
Eles e muitas dezenas de milhar de portugueses que assim dão a livre expressão á sua fé como é seu direito constitucionalmente protegido.
Naturalmente que estando num espaço público onde estavam mais de cem mil pessoas é normal que também estivessem mais de cem mil telemóveis o que tornava virtualmente imposssível que a presença do PM passasse sem registo público.
Pelo que neste caso é completamente imposssível falar-se de aproveitamento religioso para fins políticos.
Foi o suficiente para nas redes sociais se desatar a canalhice sem limite!
Desde os que não tendo religião acham que os outros também não devem ter, aos que tendo religião acham que só eles é que a podem ter e exibir passando por aqueles para os quais qualquer pretexto serve para atacar o governo, foi um verdadeiro forrobodó em que todos criticaram, e de forma nalguns casos perfeitamente inaceitável, a ida do PM a Fàtima.
Como se um primeiro ministro, como qualquer outro cidadão, não tivesse direito a ter a sua fé, praticar a sua religião e estar nos eventos religiosos em que muito bem entenda.
De facto nas redes sociais o "vale tudo" é regra e é lei.
Pior ainda é quando esse "vale tudo" canalha se transforma para muitos, por crendice cega ou ignorância exacerbada, em verdades indiscutiveis que querem impôr a toda a força a quem não vai em cartilhices habilmente tornadas assunto.
Luis Montenegro e a mulher estiveram ontem em Fátima em obediência à fé que tem todo o direito de terem.
Fizeram muito bem.
Depois Falamos.














