quinta-feira, fevereiro 22, 2024

Mentira

Quem não tem pejo em usar a própria avó para uma mentira num debate é capaz de mentir em qualquer outra coisa. 
A Pinóquia Mortágua é definitivamente um produto tóxico. 
Só o Pequeno Neto Sapateiro não percebe isso. 
Como não percebe tantas outras coisas ...
Depois Falamos.

Lua

Esquilo

Deserto, Dakota do Sul, EUA

Artur Jorge

Faleceu hoje um dos maiores nomes da História do futebol português.
Como jogador passou por Porto, Académica , Benfica e Belenenses mas foi como treinador que atingiu os seus maiores feitos ao vencer a Liga dos Campeões pelo Porto e sendo campeão nacional em Portugal e em França. 
Treinou vários clubes em Portugal e no estrangeiro com destaque para Porto, Benfica, Portimonense, Belenenses e Académica em Portugal e o Matra Racing e o PSG em França. 
Foi também selecionador de Portugal e de outros países. 
Embora por apenas alguns meses também passou pelo banco do Vitória acompanhando José Maria Pedroto e António Morais naquela que terá sido a melhor equipa técnica de sempre de um clube português. 
Que descanse em paz.
Depois Falamos.

(Na foto sentado entre Pedroto e o dirigente Carlos Pimenta Machado num jogo do Vitória no estádio da Luz.)

Bagunça

Bagunça deve ser isto. Em dois dias ter três opiniões sobre o mesmo assunto.
Ou será "decidir" sozinho a localização do novo aeroporto e ser imediatamente desautorizado pelo primeiro ministro ? 
Ou deixar no ministerio que tinha tutelado assessores que depois andaram à pancada e se acusaram de roubos de computadores? 
Ou ainda mandar ordenar um inquérito a uma decisão tomada por ele próprio? 
Ou autorizar indemnizações de meio milhão de euros por WhatsApp e depois dizer que não se lembra? E por aí fora que exemplos não faltam.
De facto neste país se há um especialista em bagunça é Pedro Nuno Santos. 
Que como ministro deixou um cadastro lamentável de incompetência ( por alguma razão foi corrido do governo) e tem hoje a duvidosa honra de ser o candidato do PS a primeiro ministro mais mal preparado e menos credível de sempre.
Depois Falamos.

https://eco.sapo.pt/2024/02/21/pedro-nuno-santos-recua-ps-sente-se-desobrigado-de-viabilizar-governo-minoritario-da-ad-diz/?fbclid=IwAR0owAqIRvVdkgT-nta9DG9zI6rYev7PhoimUiIJ57L4Ucv02m85CkMRGqo

quarta-feira, fevereiro 21, 2024

Sugestão de Leitura

Li o primeiro volume das "Memórias Políticas" de Diogo Freitas do Amaral aquando da sua publicação em 1995.
E o segundo em 2008 também pouco depois de publicado.
O terceiro é que demorei mais tempo porque datando a sua publicação de 2019, poucos meses antes da morte do autor, só agora passados quase cinco anos é que o li.
Com o cuidado de previamente reler os outros dois volumes para ficar com uma imagem sequencial e actualizada destas memórias lendo-as como se de um único volume se tratasse.
E sendo o terceiro livro escrito com  clareza, o talento e a riqueza de pormenores do anterior da leitura dos três se extrai um retrato extraordinário não só da vida pessoal , política e profssional do autor mas também de Portugal desde os últimos anos do Estado Novo até 2017.
E não só de Portugal como da própria Europa e do mundo fruto dos cargos que ocupou desde ministro do negócios estrangeiros a presidente da assembleia geral da ONU passando pela presidência da UEDC.
Ao longo destes anos todos, e já ouvia falar dele antes do 25 de Abril mas obviamente que foi a partir da fundação do CDS que passei a acompanhar o seu percurso mais de perto, tive momentos de grande proximidade política com Freitas do Amaral e outros de grande distanciamento.
De proximidade nos tempos em que foi um excelente vice primeiro ministro da AD com Sá Carneiro e na candidatura presidencial que apoiei entusiasticamente e em que participei bastante e depois de afastamento quando integrou o primeiro governo de Sócrates e quando contestou activamente o governo de Passos Coelho.
Mas tudo isso já lá vai.
Diogo Freitas do Amaral foi um dos "pais" fundadores da democracia, serviu Portugal de forma digna e competente em vários palcos e os três livros das suas "Memórias Políticas" são absolutamente imperdíveis e cuja leitura recomendo vivamente.
Depois Falamos.

Vilarinho de Negrões

Praça dos Heróis, Budapeste

Ursos

Divergência

Há de facto uma enorme divergência entre o país real e a bolha lisboeta de comentadores políticos enfeudados às suas lealdades ideológicas e partidárias. 
Já assim fora com André Ventura que para os comentadores perdeu todos os debates mas que recente sondagem revela que na opinião dos inquiridos foi o que teve melhor prestação. 
E agora o mesmo com o debate entre os dois únicos candidatos a primeiro ministro que nesta votação popular foi ganho por Luís Montenegro mas a bolha, com destaque para o vergonhoso painel do Expresso, acha que foi vencido por Pedro Nuno Santos. 
A 10 de Março saberemos quem tem razão. 
Mas desconfio que a haver justiça a maioria dos comentadores nessa noite seria despedida por incompetência e facciosismo.
Depois Falamos.

terça-feira, fevereiro 20, 2024

Osso

Não vale a pena as pessoas indignarem-se com a parcialidade dos comentadores políticos da SIC , os do anedótico painel do Expresso (entre os quais um que se tivesse vergonha na cara não fazia comentário politico dado ser irmão de quem é) ou até com as diatribes e a permanente campanha contra o centro e a direita de um palhaço que já teve graça mas agora não passa de um propagandista politico da esquerda comunista chamado Ricardo Araújo Pereira.
O grupo Impresa do qual fazem parte a SIC e o Expresso está falido e se não fossem as ajudas do governo socialista já tinha fechado as portas. 
Por isso o seu comportamento perante o PS é igual ao do cão que lambe a mão ao dono quando este lhe dá um osso.
Não vale a pena olha-los por outro prisma que não esse.
Depois Falamos.

Debate

Foi apresentado pelas televisões como o debate decisivo mas foi tudo menos decisivo embora tenha ajudado mais Luís Montengro que Pedro Nuno Santos. 
Não foi um debate especialmente bonito mas foi suficientemente esclarecedor no sentido de se perceber que estiveram frente a frente dois estilos. 
De um lado Luís Montenegro a explicar as propostas da AD e o que fará como primeiro ministro e do outro Pedro Nuno Santos com uma táctica típica de RGA de interromper o opositor o mais que podia e convencido que por falar mais alto tinha mais razão. 
Não tinha. 
E confirmou que para lá da pouca preparação (quase não falou das propostas do PS) e da inata capacidade de faltar à verdade não tem a dimensão intelectual, cultural e educacional para ser primeiro ministro. 
Ficaram questões por esclarecer (era difícil com tanta interrupção) mas creio que Luís Montenegro venceu o debate com clareza embora sem ser por KO. 
Penso que a partir de hoje a distância favorável à AD em relação ao PS vai aumentar.
Depois Falamos.

Rã musgosa

Inverno