quarta-feira, setembro 09, 2026

Claque

 Dentro da minha forma de pensar e ver a  política nunca tive preconceitos contra o Chega, nunca o considerei de extrema direita mas sim de uma direita radical que não é anti NATO nem UE, nunca fiz dele o mau de uma fita onde há quem defenda ideias e ideologias bem piores.
Quando entendo que merecem elogios não tenho nenhum problema em elogiar e quando entendo que merecem critícas não tenho nenhum problema em criticar.
Não é o meu partido, nunca nele votei e isso parece-me irreversível face a compostamentos e atitudes que o Chega vem tonando no âmbito parlamentar.
Ontem assisti ao debate da moção de censura apresentada pelo Chega.
Dentro de um direito e uma legitimidade que lhe assiste e que nunca porei em causa independentemente de considerar que o motivo apresentado não era suficiente para justificar aquela figura regimental.
O debate foi o que foi, o primeiro ministro esteve em bom plano, nas bancadas da maioria destacaram-se Hugo Soares e Paulo Núncio, na oposição registou-se uma vez mais a estranha "relação" do PS com Luís Neves e a absoluta inutilidade de PCP, BE ,PAN e JPP que todos juntos não tem uma ideia que se aproveite enquanto no Livre Rui Tavares deu uma vez mais largas a uma imaginação tão prodigiosa que parece viver numa realidade paralela.
Restam IL e Chega.
Na IL há claramente um contraste entre o brilho de Rui Rocha e a dificuldade de afirmação de Mariana Leitão e no Chega reparei que entre os muitos deputados que intervieram houve alguns vindos das filas de trás (não é desonra nenhum apenas significa menos intervenções em plenário) cuja agressividade e linguagem pouco parlamentar me fizeram lembrar mais as discussões nas bancadas de um estádio que um debate na casa da democracia.
Não estranhei (já não é possível...) mas fiquei convicto que aquilo prenunciava qualquer coisa de diferente.
No encerramento dois discursos de excelência de Paulo Rangel e André Ventura (lá está quando merece elogios...elogio) que é um parlamentar de alta qualidade e pensava-se que após a votação, cujo resultado há muito se conhecia, o assunto estava arrumado.
Enganei-me.
Porque depois de contados os votos os deputados do Chega tiveram uma atitude deplorável e atentatória da dignidade do parlamento entoando em coro um cãntico de "demissão" dirigido ao ministro Lúis Neves algo jamais visto naquela Casa.
Que significou duas coisas.
Uma a já referida falta de respeito pelo Parlamento.
A outra, igualmente preocupante, a incapacidade de aceitarem os resultados de uma votação democrática.
E não há expressão eleitoral nem dimensão do grupo parlamentar que justifique e legitime essa atitude.
Provavelmente não terão consciência disso, porque senão não o teriam feito, mas deram um enorme tiro no pé.
Problema deles se os eleitores perceberem as coisas da forma que tem de ser percebida.
Depois Falamos

Nota: As inervençóes dos tais deputados de terceira fila, tipo adeptos de futebol numa bancada, de facto prenunciavam algo. O comportamento global do grupo parlamentar do Chega como se uma claque de um clube fosse. Esperemos que em próxima oportunidade não se lembrem de levar para o hemiciclo petardos, tochas e potes de fumo...

Descrédito

 Já de há muito se sabia que o critério de atribuição da "Bola de Ouro" deixa muito a desejar e favorece aquele(s) que a Máfia do futebol muito bem entende. 
E por isso Cristiano Ronaldo , que ganhou cinco "Bolas de Ouro" (e bem merecia mais duas) contra a Máfia da FIFA e quejandos tem toda a razão no que disse. 
Aliás basta olhar a lista dos nomeados deste ano para perceber isso em toda a sua plenitude. 
Mas pelos vistos esses "critérios" já se estendem a outros prémios atribuidos no âmbito da Gala da "Bola de Ouro". 
Como o troféu Lev Yashin, que se destina a premiar o melhor guarda redes do ano e que nesta edição tem estes candidatos: Bono, Courtois, Kobel, Joan García, Mendy, Martínez, Raya, Safonov, Unai Simón e Vozinha !
Olha-se e custa a crer.
Custa a crer porque estão lá alguns e porque não está lá Diogo Costa. 
Que fez uma grande temporada no clube onde contribuiu para o titulo nacional e um mundial onde foi dos melhores guarda redes em prova. 
Mas não está. 
E se não discuto Courtois e Unai Simon discuto, e muito , todos os outros. Porque nem fizeram épocas melhores que Diogo Costa nem sequer são melhores que ele. 
Mas estão lá. 
De facto estes prémios deixaram de ter qualquer significado.
Depois Falamos.

Nota: E se necessário fosse demonstrar que estes critérios não tem qualquer credibilidade a espantosa exibição de ontem de Diogo Costa face ao Manchester City foi a prova provada disso. "Aquele" guarda redes não está nos dez melhores do mundo? Só no mundo da máfia futebolística.

Ilhas Faroé

Ili Pika

Tamanhos

Plantel

Imagem: Associação Vitória Sempre

Esta imagem, com o plantel arrumado por posições, é perfeitamente esclarecedora daquilo com que os vitorianos podem contar para a primeira metade da época porque já se sabe que depois em Janeiro haverá as quase inevitáveis alterações.
E o que podemos então concluir posição a posiçao?
A baliza, sector onde o Vitória smepre teve grandes guarda redes, é aquele lugar que neste momento me suscita maiores dúvidas porque Zych e Castillo ainda não convenceram e Lucas Furtado tem um curriculo interessante mas ,,,nunca jogou.
E já se sabe que um bom guarda redes vale pontos.
Na lateral direita temos Strata, um excelente jogador e que dificilmente ficará muito tempo no clube, e Maga que dá garantias de o substituir em impedimentos e baixas de forma.
De centrais creio que estamos bastante bem porque a chegada daquele que nunca devia ter saído dá qualidade e liderança e depois há os restantes com Balieiro e Sidibé a serem neste momento os maiores candidatos à titularidade ao lado de Borevkovic.
Na lateral esquerda há um pequeno ponto de interrogação porque não alinhando nos "arrasos" a João Mendes, tão tipicos de alguns adeptos que todas as épocas tem de embirrar com alguém, desconheço até que ponto Francisco Dias estará à altura de o substituir quando tal for necessário.
Para a posição "6" creio que estamos francamente bem porque Beni e Doucet, excelente reforço, dão todas as garantias e Mitrovic também pode fazer o lugar.
Para o "box to box" Gonçalo Nogueira, Mitrovic e o jovem Verdi parecem-me perfeitamente à altura sendo certo que Samu também pode jogar ali.
A posição "10", para a qual havia apenas Samu , foi muito bem reforçada com Alan sendo certo que também gostaria de ver Telmo Arcanjo jogar ali dado que é um jogador que remata bem de fora da área e é excelente no último passe.
Nos extremos até parece haver gente a mais porque temos Gustavo, Telmo Arcanjo, Miguel Nogueira, Andersson e Cãmara sendo certo que Alan também pode pisar esses terresnos tal como Andersson pode jogar na intermediária.
E depois a posição onde "a bola pincha" que são os pontas de lança.
Nestas cinco jornadas o Vitória fez 96 remates ( é a equipa mais rematadora do campeonato) mas fez apenas três golos o que significa que para marcar um golo precisa de rematar 32 vezes!
Para alterar esse quadro negativo a equipa conta essencialmente com três homens para essa posição.
NDoye que já cá estava, Ouotro que chegou na pré temporada e Jakupovic acabado de chegar e que já jogou alguns minutos.
E é da eficácia deles que depende em boa parte aquilo que a equipa vai fazer no campeonato.
Conhecem-se as caracteristícas de NDoye, que é um jogador mais posicional e eficaz no jogo aéreo, mas os dois colegas agora chegados ainda terão de mostrar os seus atributos sendo provável que Jakupovic seja um jogador mais móvel que Ndoye enquanto Ouotro será uma espécie de meio temro entre ambos.
Baliza, ponta de lança e lateral esquerdo são as posições sobre as quais recaem, neste momento, as maiores interrogações.
Na baliza porque nenhum deu até agora provas de poder ser um guarda redes "à Vitória", na lateral porque não se sabe se há alternativa a João Mendes e no ponta de lança porque não se sabe se algum (ou mais do que um o que seria excelente) deles é o goleador de que a equipa tanto necessita.
Se as resposstas forem todas positivas será óptimo porque caso contrário já se sabe onde estarão as prioridades para Janeiro.
Depois Falamos.

Nota: O plantel integra ainda Fábio Blanco e Marco Cruz que o clube não conseguiu transferir mas provavelmente Tiago Margarido não contará com eles.
Mais depressa terão oportunidades jovens da B como Zeega, Rica Rocha e Rodrigo Silva.

terça-feira, setembro 08, 2026

Eusébio e Pavlidis

Gosto muito do Rui Gomes da Silva.
Somos amigos há muitos anos, depois de um período inicial que não correu lá muito bem por causa de diferentes posições no grupo parlamentar do PSD mas que soubemos ultrapassar com alguma facilidade, participamos em muitos combates comuns quando ambos eramos militantes do PSD e assim construimos uma boa amizade.
Que tem uma caracteristica curiosa.
Nunca falamos de futebol!
Ao ponto de uma vez sendo ele vice presidente do Benfica e eu vice presidente do Vitória termos assistido lado a lado a um jogo dos nossos clubes no estádio da Luz e falamos de imensas coisas menos de futebol e menos ainda do jogo que estávamos a ver.
O Rui é um homem de convicções, pelas quais luta até ao exagero, é amigo do seu amigo, é uma pessoa generosa e que nunca se escondeu atrás do politicamente correcto e bem pelo contrário sempre deu a cara por aquilo em que acredita.
Com alguns excessos mas isso faz parte da sua forma de ser e defender aquilo que são as suas convicções.
Seja no futebol seja na política.
Durante muitos anos fomos ambos militantes do PSD, e nalguns deles até colegas no Parlamento, mas depois seguimos caminhos diferentes o que nada tem de estranho em pessoas que pensam livremente e sem palas de qualquer espécie.
O Rui está hoje no Chega e nessa posição fez uma declarações comparando André Ventura com Francisco Sá Carneiro dizendo que o que hoje se diz de um era o que dantes se dizia de outro.
É um "bocadinho" excessivo , convenhamos, e a realidade parece-me que choca de frente com essa convicção.
Um pouco como se se dissesse que o que se diz hoje de Pavlidis era o que ontem se dizia de Eusébio
E bem sabemos que não é!
Depois Falamos.

segunda-feira, setembro 07, 2026

Balanço

Com o fecho do período de transferências as equipas ficam com os seus planteis definidos para a primeira metade da época dado que só em Janeiro haverá uma nova janela de mercado para entrada e saídas de jogadores com excepção para aqueles que estão sem clube e que podem ser inscritos a qualquer momento.
É pois tempo de fazer um balanço no que ao Vitória diz respeito.
Neste período sairam nove jogadores.
Charles, Miguel Nóbrega, Abascal, Lebedenko, Diogo Sousa, Vando Félix, Saviolo, Nélson Oliveira e Dieu Michel.
E entraram outros nove.
Zych, Borevkovic, Mosquera, Sidibé, Alan, Doucet, Andersson, Ouotro e Jakupovic.
E a questão que se põe é se o balanço é positivo ou negativo ou seja se ficamos mais fortes ou mais fracos.
Das saídas apenas Diogo Sousa e Saviolo podiam acrescentar a este plantel porque os restantes não seriam primeiras opções embora a saída de Charles tenha deixado algumas interrogações porque Zych ainda não mostrou ser um guarda redes à altura do que é tradicional o Vitória ter.
Mas é jovem e mais habituado á equipa e ao nosso futebol pode vir a corresponder.
Quanto às restantes aquisições é evidente que o regresso de Borevkovic (nunca devia ter saído) é excelente, Alan é um bom jogador e habituado ao nosso futebol que traz talento e imaginação, Doucet tem sido uma óptima surpresa e Sidibé ontem deu boas indicações mas não era um jogo particularmente difícil pelo que terá de confirmar noutros jogos mais complicados.
Falta avaliar Jakupovic (mas o curriculum é animador), Mosquera e  Andersson enquanto Ouotro no tempo que jogou desde a pré temporada tem mostrado bons pormenores mas é preciso ver mais e melhor.
Em suma estamos mais fortes ou mais fracos?
Creio que mais fortes.
O plantel está bem construido, há alternativas para todas as posições ( falta apenas confirmar se um dos jovens vindos da B pode ser alternativa a João Mendes) e o treinador tem opções para vários sistemas tácticos consoante os adversários e o próprio decorrer dos jogos.
Claro que cada um gostaria de acrescentar mais este ou aquele, de trazer mais jogadores, mas atendendo ao ponto de partida e à situação financeira do clube creio que este plantel é muito satisfatório e em condições normais permitirá ser candidato e até favorito ao quinto lugar.
A ver vamos.
Depois Falamos.

Rinocerontes

Farol

Cacto

Ken Follett

Até há um ano atrás embora conhecesse Ken Follett de nome nunca tinha lido um livro seu.
Rconheço, agora, que era uma lacuna grave mas por mais que se goste de ler não é possível ler tudo que se gosta e este autor tinha-me "escapado" até então.
O ano passado, quase por acaso, li "Nunca" que nem sequer é das suas obras maiores mas gostei.
O suficente para neste último ano ter lido mais vinte livros dele ora os que comprei ora os que fui requisitando na bem provida biblioteca municipal de Esposende.
Para lá da reconhecidamente obra prima "Os Pilares da Terra", um livro extraordinário de mais de 800 páginas  sobre a construção de uma catedral em Inglaterra na Idade Média, li muitos outros sobre assuntos históricos ( A trilogia "Kingsbridge" por exemplo) e sobre temas actuais entre os vários géneros que cultiva e sobre os quais escreve de forma magnífica.
E estes livros cuja imagem ilustra o texto, a trilogis" O Século", são outra obra prima de leitura indispensável.
A História de cinco famílias ( galesa, inglesa, americana, russa, alemã) cujos percursos atravessam todo o século XX desde os tempos anteriores à I guerra mundial até à queda do Muro de Berlim e com um epílogo na tomada de posse de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos.
Percursos que levam as familias a atravessarem duas guerras mundiais, a revolução russa, a guerra fria, o Vietname, a crise de Cuba, a chegada de Gorbatchov ao poder e a queda do Muro entre muitos outros momentos históricos e nos quais o autor mistura persongens reais com as figuras de ficção de forma absolutamente brilhante.
Uma narrativa fascinante que no total dos três livros significa mais de 2600 páginas que se leêm com um entusiasmo em crescendo e que se lamenta profundamente quando chega ao fim.
Faltam-me ler meia dúzia de livros deste autor.
Mas basta ter lido "Os Pilares da Terra" e a trilogia "O Século" para não ter qualquer dúvida que se trata de um autor genial e seguramente um dos meus preferidos de todos quantos li.
Depois Falamos.

Mediocridade

A história conta-se em poucas palavras até porque é sobre gente pequenina. 
No âmbito de um Festival de Humor e de Stand Up, organizado por César Mourão, foi anunciado como cabeça de cartaz o famoso humorista norte americano Jerry Seinfeld um dos mais conhecidos e talentosos na sua área.
Só que Seinfeld tem tomado posições pró Israel como é aliás direito seu no quadro de qualquer pensamento político democrático.
E para alguns "democratas" cá do burgo, amigos e defensores de terroristas, isso é um crime horrendo. Vai dai que alguns dos humoristas locais, na sua maioria completamente desconhecidos do grande público, viram aí a oportunidade de darem lugar à sua " xico espertice" e recusam participar no festival, devido às posições de Seinfeld no que apenas pode ser entendido como atitude de um sectarismo atroz. Não vem mal ao mundo nem ao festival pela ausência dessa cambada de medíocres como é bom de ver. Mas fica mais uma vez claro que gente habituada à subsidiodependência, dada a incapacidade de gerarem receitas próprias por absoluta falta de qualidade na profissão (?), quis aproveitar a presença de uma vedeta internacional para terem os 5 minutos de protagonismo que profissionalmente não conseguem porque o público não lhes liga nenhuma.
E esses 5 minutos resultam não de performances profissionais notáveis , que não estão ao seu alcance, mas apenas de posições de um sectarismo ridiculo e inaceitável numa sociedade democratica.
Mas quem nasceu para lagartixa nunca chega a jacaré.
É a vida.
Depois Falamos.

Nota: Nem vale a pena citar nomes desse bando de medíocres. São ilustres anónimos fora dos micro climas da subsidiodependência em que se movimentam.

sábado, setembro 05, 2026

Critérios

Neste texto apenas me refiro à RTP e RTP Notícias, porque são os únicos canais em que vejo noticiários, mas o que deles direi aplica-se plenamente a todas as outras televisões nacionais que fique claro.
E o que digo é que a RTP em relação ao futebol tem critérios abjectos, servilistas, manipuladores da informação e que contribuem para a desigualdade entre clubes ao dar toda a atenção a três clubes - Porto, Sporting e Benfica- desprezando quase por completo todos os outros.
Mesmo clubes como Vitória e Braga que tem uma dimensão apreciável. 
E se digo quase é porque a pouca atenção que lhes dão é geralmente quando jogam com um dos três. Fora isso é o vazio. 
E essa atenção, muitas vezes propaganda, feita a esses três consubstancia-se em deles falarem em todos os noticiários todos os dias enquanto dos outros,salvo quando jogam com os três, passam-se meses sem uma única notícia. 
Já para não falarmos dos programas desportivos em que apenas tem assento os adeptos desses três clubes. 
É o critério. Não presta mas é praticado. 
E qual a sustentação? São clubes que tem muito mais adeptos que os outros e por isso suscitam muito mais atenção.
Ok, e então porque não usa a RTP ( e as outras) o mesmo critério na política?
Dando toda a atenção em todos os telejornais e nos programas de debate politico ao PSD, ao Chega e ao PS desprezando todos os outros partidos como no futebol despreza todos os outros clubes que não os três?
Afinal PSD, Chega e PS tem muito mais eleitores e deputados que qualquer um dos outros e são uma espécie de três " grandes" da política!
E portanto tal como os três clubes também suscitam muito mais atenção.
Era usar exactamente o mesmo critério.
Mas não usam.
Já sei que a resposta para a diferença de critérios é que o pluralismo democrático exige que assim seja.
Muito bem.
E então porque razão o pluralismo democrático não chega ao futebol?
Porque razão o futebol continua em termos informativos a viver numa espécie de ditadura?
Essa é que é a questão que gostava de ver a RTP e as outras responderem.
Nunca o farão é claro.
E por isso acho que nesta matéria nem um 25 de Abril resolvia a questão.
Era mesmo preciso um PREC!
Depois Falamos.