sexta-feira, setembro 25, 2026

Flamingos

Farol de Racine, EUA

Antananarivo, Madagáscar

Hipocrisia

Nos tempos de hipocrisia que vivemos já nada admira nem sequer a falta de vergonha de algumas forças políticas e de alguns países.
Vivemos tempos em que um corrupto que chegou ao poder com base em acordos com bascos herdeiros não arrependidos de terroristas e criminosos catalães e contestado nas ruas por milhões de compatriotas depois da tragédia de Ceuta, da qual é largamente responsável por incompetência e incuria, ainda é elogiado, louvado, apontado como  exemplo por dirigentes políticos portugueses como José Luis Carneiro e a direção do PS.
Tempos em que o primeiro ministro do Estado democrático de Israel ao discursar na AG da ONU vê a sala abandonada por representantes de dezenas de países que minutos depois aplaudem o actual presidente sírio um conhecido terrorista da Al Qaeda comandante de milícias responsáveis por inúmeros massacres no Iraque e na Síria e que passou anos a pregar a morte ao Ocidente.
Tempos ainda em que se tornaram moda as manifestações contra Israel e a favor de uma Palestina que nunca existiu enquanto Estado nas quais vem ao de cima um anti semitismo que orgulharia Alfred Rosenberg e seus seguidores mas nunca há uma palavra de solidariedade para com os milhares de vítimas dos atrozes ataques terroristas de 7 de Outubro.
Tempos em que o seguidismo,a obediência ideológica, a incapacidade de se libertatem de dogmas velhos e ultrapassados impede alguns de condenarem claramente a agressão russa à Ucrânia e ainda tentam fazer passar as mentiras do genocida Putin sobre  "desnazificação" como pretexto válido para uma invasão que nada justifica.
Tempos de hipocrisia.
Tanta hipocrisia que esses apoiantes de Sanchez, ingénuos perante Jolani, manifestantes pró Palestina e lacaios de Putin nem sequer esboçam uma, por tímida que fosse , condenação da decisão do comunista Daniel Ortega de acabar com as eleiçoes na Nicarágua e voltar a implementar uma ditadura marxista leninista.
Hipocrisia política que nalguns casos se transforma na própria hipocrisia de Estado como foi bem claro na ONU esta semana.
É o que temos.
Depois Falamos.

Nota: Exemplo supremo da hipocrisia foi a Nicarágua ser uma das delegações que abandonou a sala quando discursava o PM de Israel. Imagine-se um país em que acaba de ser imposta uma ditadura a querer dar lições de moral a quem quer que seja...
 

Divertido

Imagem: Mural de Joaquim José de Sousa

Estas duas imagens , e a comparação entre elas, é um momento francamente divertido.
A imagem de cima retrata um grupo de "Queers" (estranhos) a manifestar-se a favor da Palestina na mais profunda ignorância daquilo que está a fazer.
Porque os "Queer" (estranhos) são pessoas que rejeitam enquadrar a sua orientação sexual nos padrões tradicionais considerando que a sua sexualidade é mais fluida e abrangente ultrapssando até os LGBTi na compartimentação sexual.
Infelizmente para eles ignoram que em territórios governados pelo Hamas, pelo Hezbollah e por outros radicais islâmicos obedientes à Sharia as pessoas "queers" (estranhos) costumam ter um triste fim porque qualquer orientação sexual que não a tradicional épunida com a pena de morte!
O que aliás pouco incomoda aqueles que defendem os direitos humanos noutros locais vizinhos mas não em Gaza ou na Cisjordânia bem entendido.
E portanto pode considerar-se que as galinhas que apoiam o "Kentucky Fried Chicken" faem-no bem mais conscientes do seu destino que este bando de "Queers" (Estranhos) que não sabe o que está a apoiar.
Azar o deles e pouca sorte de quem tem de lhes aturar a ignorância.
Depois Falamos.

Multa

Sobre este assunto direi apenas três coisas e de forma rápida.
A primeira é que considero uma prepotência obrigar os treinadores mal finaliza o jogo a prestarem declarações seja no "flash interview" seja noutro espaço qualquer.
Muitas vezes ainda debaixo de uma tensão nervosa que aconselha ao silêncio e não ao uso da palavra.
A segunda é que , bem ou mal, isso faz parte dos regulamentos da Liga e por isso tem de ser cumprido como toda a gente sabe mesmo que também se saiba, embora não se compreenda, que a esmagadora maiorias dos dirigentes (quando não enviam funcionários) vão às AG da Liga e votam favoravelmente tudo que lhes põe no prato de regulamentos a multas mesmo que lesivo do interesses dos respectivos clubes.
A terceira é que o valor das multas é brutalmente exagerado em muitos casos ( a Liga tem muitas bocas para alimentar...) o que devia obrigar a que nos clubes toda a gente, de jogadores a treinadores passando por dirigentes e adeptos  tivessem o máximo cuidado em poupar os clubes ao pagamento de multas perfeitamente evitáveis e que nalguns casos representam uma despesa anual com significado.
É o caso do Vitória que paga todos os anos muitos e muitos milhares de euros de multas parte das quais podiam ser perfeitamente evitadas.
Desde a ausência do treinador no "flash interview"  aos repetidos atrasos na entrada em campo depois do intervalo entre outros exemplos possíveis.
Num clube com os problemas financeiros do Vitória, que se vem agravado ano após ano, toda a gente devia ter consciência de que migalhas fazem pão, ou seja, que todos os euros devem ser criteriosamente gastos.
E isso é válido para toda a gente. Dirigentes, treinadores, jogadores e adeptos.
Ponto!
Depois Falamos.

quarta-feira, setembro 23, 2026

Concorde

Phoenix, Arizona

Leoa

Imbatível

Na gloriosa incertza das competições desportivas, em que por vezes os mais fracos vencem os mais fortes naquilo a que se convencionou chamar "tomba gigantes" , não é possível falar em equipas imbatíveis seja qual for a modalidade e por maior que de desproporção de forças seja.
Não é possível?
Não com uma única excepção que como é norma confirma a regra.
A seleção de basquetebol dos Estados Unidos, nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, conhecida justamente como o "Dream Team" era imbatível!
Foi-o nesses Jogos onde despachou todos os adversários com enormes cabazadas e sê-lo-ia fosse qual fosse o adversáro e fosse qual fosse a competição porque era a maior concentração de talentos alguma vez vista, e que nunca mais se repetiu, numa equipa de basquetebol.
E que saudade de a ver e de os ver jogar.
Até porque naqueles doze jogadores de enorme talento estavam três jogadores absolutamente excepcionais.
Michael Jordan, provavelmente o melhor basquetebolista da História, Magic Johnson e Larry Bird.
Tempos gloriosos do basqutebol.
Depois Falamos.

Aniversário

Já noutras oportunidades referi este mural - Histórias Critícas do Vitória Sport Clube - como praticante de verdadeiro serviço público vitoriano tanta a informação que veicula sobre o passado e o presente do Vitória bem como sobre  os protagonistas da nossa centenária História.
Jogadores, treinadores, dirigentes, funcionários e adeptos.
E muitas, muitas histórias sobre jogos, competições, transferências, estádios onde jogamos, modalidades que o clube pratica e praticou nos seus 104 anos.
Sempre numa perspectiva positiva, construtiva, de informar, esclarecer , mostrar uma História de que nos honramos.
Ontem, dia em que o Vitória comemorou os seus 104 anos, o mural festejou a data numa perspectiva muito gira publicando ao longo do dia treze pequenos videos nos quais antigos jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos davam os parabéns ao clube.
E assim foi oportunidade de rever ex jogadores do clube como Tiago Silva, Jota Silva, Pedro Mendes, Fajardo, João Mendes, Nilson, Palatsi, Miguel Silva, Svard e Alexandro Beretta; o treinador Manuel Cajuda, o dirigente Nuno Leite e o conhecido adepto norte americano Zazinho a formularem os votos de feliz aniversário ao Vitória.
Mostrando que todos eles, independentemente dos seus percursos depois de deixarem o Vitória, continuam a ter o clube bem presente na sua memória e no seu afecto.
Foi giro ver.
E em data de aniversário foi mais um bom serviço do mural "Histórias Críticas" ao Vitória Sport Clube.
Depois Falamos. 

terça-feira, setembro 22, 2026

Recordar

Tudo que é demais cansa. 
E ver adeptos cuja equipa perdeu um jogo por culpa própria e mérito do adversário a insistirem até à exaustão na tese falsa de terem perdido por erros de arbitragem cansa ainda mais. 
Há que saber perder porque o fair play devia ser uma trave mestra do futebol mas em Portugal ainda tem um longo caminho a fazer. 
E quando vejo as criticas injustas a uma decisão do árbitro, que os adeptos do clube derrotado queriam que tivesse mostrado um cartão vermelho em vez de um amarelo (decisão que todos os especialistas de arbitragem consideram a correcta) puxo pela memória e lembro-me de um lance do Vitória x Benfica, entre Samu e Sudakov, na época passada. 
Cuja imagem publico juntamente com a do lance entre Veiga e Bah.
E chamo a atenção para dois detalhes. 
Onde está a bola no primeiro lance e onde está no segundo. 
No primeiro a pisadela acontece já a bola está longe e portanto é propositada. 
No segundo a bola está ali a ser disputada com o jogador do Benfica a chegar primeiro e o do Porto a não conseguir evitar a pisadela no peito do pé do adversário. 
E esse é precisamente o segundo detalhe. 
Sudakov atinge Samu no tornozelo enquanto Veiga pisa o peito do pé a Bah. 
Pelas regras da arbitragem uma entrada ao tornozelo é considerada muito mais perigosa para a integridade física do atingido e por isso merece sempre a exibição do cartão vermelho. 
Em ambos os lances foi exibido um cartão amarelo embora a gravidade das faltas seja diferente. 
E por isso pergunto onde andavam os benfiquistas indignados com o árbitro Miguel Nogueira quando na época passada o seu clube foi claramente favorecido, aí sim, por um erro do árbitro na cor do cartão exibido. 
E escrevo isto por uma simples razão. 
É que no Dragão, nesse lance, nem o Porto foi favorecido nem o Benfica prejudicado. 
Mas no outro lance ,em Guimarães, o Vitória foi claramente prejudicado e o Benfica claramente favorecido. 
O que infelizmente acontece repetidas vezes em jogos com o Vitória. 
E daí a mais completa falta de paciência para quem não sabendo perder anda a chorar de barriga cheia!
Depois Falamos.

Ilhas Faroé

Golfinhos

Farol de Corsewall , Escócia