
Quando há carácter, firmeza nas decisões e coragem para travar as "guerras" as coisas tornam-se mais simples.
A proposta tão megalómana quanto interesseira de Infantino para privatizar parte dos mundiais de seleções e de clubes, em conluio com alguns investidores (um dos quais genro do seu enorme amigo Donald Trump) que só olham ao lucro e desprezam a componente desportiva, mereceu firme repudio do mundo do futebol e de algumas das confederações entre as quais a UEFA.
Ora a FIFA sabe bem que sem as seleções e os clubes europeus os seus mundiais não valem rigorosamente nada porque o que sobra, e ao que parece não sobra muito, mal dá para fazer um mundial de matraquilhos quanto mais um mundial a sério.
Não é por acaso que se diz que o Mundial é um Europeu com Brasil e Argentina!
Pode ser injusto para alguma seleções africanas e asiáticas mas ainda é a verdade dos factos.
E por isso conhecida esta firme posição da UEFA, unanimemente aprovada pelas 55 federações que dela fazem parte, logo Infantino recuou aos tropeções dizendo que era apenas uma proposta e esquecendo as ameaças que fizera a quem não a aceitasse.
Mas agora impõe-se que a UEFA vá mais longe e consiga , com outras confederações, criar uma frente eleitoral que derrote Infantino nas próximas eleições para a FIFA.
Porque manifestamente Infantino não só não serve o futebol como é uma ameaça para ele.
E nada como extirpar o mal pela raiz.
Depois Falamos.






















