sábado, maio 09, 2026

Mourinho

São cada vez mais as informações que dão José Mourinho de regresso ao Real Madrid.
Confesso que me custa a crer porque sendo óbvio que tem qualidade e capacidade para treinar qualquer clube do mundo, incluindo o Real, é igualmente factual que saiu de lá vai para treze anos e desde a saída da Roma só tem treinado em campeonatos periféricos como Turquia e Portugal.
Mas que esse regresso é uma possibilidade disso não tenho grandes dúvidas.
O que ganha o Real Madrid com a contratação de José Mourinho?
Um treinador de grande qualidade, muito experiente, com troféus ganhos em Portugal, Inglaterra, Espanha e Itália, que na sua anterior passagem pelo clube estabeleceu um recorde de pontos no campeonato, o único treinador do mundo que venceu a Champions, a Liga Europa e a Liga Conferência.
Tendo ganho duas Champions por dois clubes diferentes (Porto e Inter) a Liga Europa por outros dois (Porto e Manchester United) e a Liga Conferência pela Roma, tendo sido campeão em Portugal, Inglaterra, Espanha e Itália entre outros títulos e troféus.
O que ganha José Mourinho em regressar ao Real Madrid?
Dinheiro, mas essa nem será a razão fundamental porque o seu pé de meia já deve ser substancial.
Ganha essencialmente três coisas.
Deixa um campeonato periférico e pouco prestigiado e volta a um dos dois melhores campeonatos do mundo a par da Premier League.
Deixa um clube que em termos de Europa não passa da mediania e vai treinar um dos maiores clubes do mundo e com um palmarés europeu inigualável.
E, acima de tudo, volta a ter a possibilidade de ganhar a Liga dos Campeões treinando o clube recordista de vitórias na competição, e sempre um dos principais candidatos a vencê-la, coisa que ele sabe que no Benfica jamais conseguirá.
Acredito que essa possibilidade de ganhar a Champions por um terceiro clube pesará fortemente na decisão de José Mourinho se a questão lhe vier a ser posta.
Continuo é a duvidar que venha a ser posta em termos de  a última palavra ser dele
O futuro próximo o dirá.
Depois Falamos.

Pandas

 

Farol da ilha de Glavat,Croácia

 

Concorde

Rancor

Politicamente tudo me separa de Carlos Brito e não é a sua morte que me faz mudar de opinião. Defendia ideologias inaceitáveis, elogiava ditadores e ditaduras, quis durante muitos anos para Portugal um regime idêntico ao dessas ditaduras e muito em especial ao da União Soviética. 
Reconheço que durante muitos anos lutou, a duras penas até, contra a ditadura do Antigo Regime mas sem a ingenuidade de esquecer que queria substituir essa por outra só que de matriz marxista leninista. Dito isto, por quem nunca se identificou minimamente com Carlos Brito, causa natural repulsa a posição daquele que foi o seu partido durante quase toda a sua vida e ao serviço do qual resistiu à ditadura, esteve vários anos preso, viveu na clandestinidade e depois foi durante vários anos líder parlamentar na Assembleia da República. 
Uma vida quase toda dedicada ao PCP. 
É certo que ele se afastara do partido nos últimos anos, discordando do imobilismo e da cegueira ideológica, mas fazer um comunicado na hora da sua morte " a pedido doa órgãos de comunicação social" é levar o rancor a limites a que apenas o PCP consegue chegar. 
Um partido velho, ultrapassado pela História, abandonado pelos eleitores e que vive de ressentimentos perante o presente, sem expectativas face ao futuro e agarrado a um passado indesejável e que não volta. Caminha para a inevitável extinção e não fará falta nenhuma. 
Os dinossauros também tiveram o seu tempo e quando acabaram a vida continuou sem qualquer problema.
Depois Falamos.

sexta-feira, maio 08, 2026

Kimi Antonelli

Tive na Fórmula 1 três fases de grande interesse pela mesma.
Nos anos setenta a "descoberta" da modalidade através das transmissões de alguns grandes prémio na RTP e simultaneamente a escolha do primeiro "ídolo" que foi o escocês Jackie Stewart.
Depois da retirada de Stewart, na consequência da morte em pista do seu colega de equipa François Cevert, só voltei a interessar-me a sério pela F1 qundo apareceu um jovem brasileiro a pilotar um Toleman e a fazrr maravilhas com um carro pouco competitivo ao ponto de rapidamente ser contratado pela Lotus e depois pela McLaren.
E o tempo de Ayrton Senna foi o tempo em que mais gostei de Fórmula 1.
Depois da curva de Tanburello o interesse nunca mais foi o mesmo embora o virtuosimo e o talento de Michael Schumacher ainda me tenham prendido em frente à televisão em muitos e muitos grandes prémios.
Até porque, além do mais, corria num Ferrari!
Depois da sua retirada o interesse praticamente desapareceu e hoje é raro ver uma corrida que seja.
Stewart, Senna e Schumacher marcaram as três fases do meu entusiasmo pela modalidade sem qualquer dúvida.
Vem isto a propósito de o jovem Kimi Antonelli, uma estrela em ascensão, ter agora igualado um recorde que era partilhado por Senna e Schumacher e que consiste em ter conquistado as suas três primeiras "pole position" de forma consecutiva podendo perfeitamente aumentar esse recorde se consegui a pole no próximo grande prémio.
Curiosamente também igualou outro recorde, de Damon Hill e Mika Hakkinen, ao vencer as suas três primeiras corridas de forma comsecutiva e tal como o anterior também este é susceptível de ser melhorado na próxima corrida.
Para já são curiosidades e paenas o tempo nos dirá se Kimi Antonelli algun dia atingirá o patamar dos meus idolos Stewart, Senna e Schumacher.
Pode ser mas parece-me muito difícil!
Depois Falamos.

Nota: Na actual F1 há uma coisa que me impressiona e que é a extrema juventude da maioria dos pilotos. Onde dantes se viam homens agora encontram-se rapazes. Sinal dos tempos.

Rayo

O Rayo Vallecano é um clube da cidade de Madrid que vive na difícil sombra de dois colossos como o são o Real Madrid e o Atlético de Madrid e contando com a concorrência de outros clubes da região como o Getafe, o Leganés e o Alcórcon.
Pode comparativamente olhar-se o Rayo como um Belenenses ou um Salgueros de outros tempos enquanto terceiros clubes de Lisboa e do Porto.
Sedeado no típico bairro de Vallecas o Rayo nunca foi campeão de Espanha, nunca venceu a taça do Rei e o mais longe que chegou nessa competição foi a umas meias finais em 1981/1982., tendo como principais títulos o ter sido campeão da segunda liga em 2017/2018 e da terceira liga em 1984/1985.
Pois foi esse clube modesto que ontem conseguiu o apuramento para a final da Liga Conferência depois de derrotar o Estrasburgo nos dois jogos das meias finais marcando presença em Leipzig para o jogo derradeiro face ao Crystal Palace também ele um mediano clube de Inglaterra.
O que prova que clubes de média dimensão se bem geridos em termos financeiros e desportivos podem muito bem aspirar a fazerem coisas bonitas nas competições europeis e muito em especial nesta onde não estão, em princípio, os clubes mais fortes do continente europeu.
Em 27 de Maio se saberá quem vence a prova mas não escondo que fico a torcer pelo Rayo Vallecano.
Porque o saber sonhar também merece prémio.
Depois Falamos.

quinta-feira, maio 07, 2026

Formiga panda

Farol

Aspmyra Stadion, Bodo, Noruega

Capachos

O PCP (Partido Capacho Putin) deu mais uma vez mostra da sua subserviência ao ditador russo e do ódio que tem à democracia e à liberdade aliás bem patente em recente discurso da sua lider parlamentar referindo-se à União Soviética (uma das piores ditaduras da História que matou mais gente que a Alemanha nazi) como admiração e enlevo.
E deu provas dessa abjecta subserviência como?
Ausentando-se do hemiciclo quando nele discursava o presidente do Parlamento da Ucrânia!
Que foi aplaudido de pé por todas as bancadas, do Chega ao Bloco de Esquerda, mas que dos capachos de Putin apenas mereceu a ausência da sala para não desagradarem ao patrão.
O PCP é de há muito uma vergonha.
Que tem apenas a vantagem de quanto mais vergonhosas são as suas posições mais diminui o número dos seus deputados.
Actualmente são três mas ainda são demasiados.
Porque este PCP, vassalo de ditaduras e de ditadores, não merece ter representação parlamentar.
Não merece mesmo.
Felizmente está a caminho disso.
Depois Falamos.

Retrato

Este lance é o claro retrato de um péssimo árbitro que depois de deturpar a verdade desportiva em Inúmeros jogos nacionais já leva a sua incompetência para uma meia final da liga dos campeões para a qual em má hora foi nomeado pela UEFA. 
Vendo detalhadamente as imagens é claramente perceptível que há um movimento ascendente do braço de João Neves em direção à bola( aumentando a volumetria do corpo e tendo o ponto de contacto acima do ombro) pelo que é claro que se trata de um lance de mão na bola e não de bola na mão. 
Penalti portanto. 
Pinheiro e VAR entenderam que não. 
Porquê? 
Talvez porque à UEFA interessasse mais ter na final o PSG do que o Bayern. 
E se assim foi isso explica a escolha do árbitro para este jogo. 
Uma vergonha. E vai este sujeito ao Mundial.
Depois Falamos.

quarta-feira, maio 06, 2026

O Dono da Bola

Estou mesmo num tempo de reminescências da infância e da juventude!
Lembrei-me agora de uma figura típica desses tempos já algo remotos e que era conhecida pelo "dono da bola" muito antes de haver um programa na SIC com um nome parecido.
E o que era o dono da bola?
Era aquela pessoa que tinha uma... bola e a levava para as futeboladas do grupo de amigos e conhecidos especialmente nos intervalos do liceu e nas saudosas férias de verão na praia da Póvoa de Varzim.
E o ser dono da bola, e poucos tinham bolas nesse tempo e menos ainda os que tinham a disponibildiade de as levarem para o liceu ou para a praia, dava-lhe prerrogativas muito especiais.
Escolhia quando se jogava, onde se jogava, alterava as regras do jogo a seu bel prazer e acima de tudo escolhia as equipas sempre de molde a que do lado dele ficassem os melhores jogadores para poder ganhar todos os jogos e dizer que era o maior.
E até se achava no direito, baseado nessa presunção de superioridade, de antes e depois dos jogos fazer uma preleções aos restantes jogadores pretendendo ensina-los a jogar e a respeitarem as boas regras do jogo.
Caso para dizer olha para o que eu digo e não para o que eu faço.
Porque o problema era quando não ganhava.
Ou quando não lhe passavam a bola, lhe davam uma boa canelada ou o driblavam impiedosamente.
Aí enfuurecia-se, às vezes até ao transtorno, e ameaçava que ou aquilo era como ele queria ou então ia-se embora e acabava o jogo!
E então ou os restantes, pelo menos a maioria dos restantes, baixavam as orelhas, dobravam a coluna e faziam o que ele queria ou por vezes o jogo acabava repentinamente quando o dono metia a bola debaixo do braço e se ia embora.
Foi há muitos anos, ainda no tempo da ditadura, mas nunca mais me esqueci dessa figura tão típica desses tempos mas que de forma insólita fui reencontrando pela vida fora já em democracia plena.
Talvez porque a prepotência seja muito mais uma forma de ser do que uma consequência do regime político em que se vive.
Enfim, memórias do século passado mas que o presente vai avivando.
Depois Falamos.

terça-feira, maio 05, 2026

Três Cimos, Dolomitas, Itália

Tigres

Farol

Equipamentos

Os equipamentos são uma marca distintiva das equipas e aquela com que, porventura, os adeptos mais se identificam ao ponto de o merchandising, e muito em especial as camisolas, serem hoje factor importante na receita comercial dos clubes.
E daí que os clubes para lá de uma aposta continuada nas cores das camisolas principais tenham também, nalguns casos até pela participação europeia que a isso obriga, vindo a apostar em mais do que um equipamento alternativo não só como forma de se distinguirem o mais possível dos adversários mas também de incrementarem as suas receitas provenientes da venda de camisoolas, calções e outros adereços de cachecóis a gorros entre outro material.
No caso específico do Vitória sempre gostei do equipamento constituído por camisola branca, calção preto e meias brancas, que é o mais tradicional de todos, nunca fui particular entusiasta do equipamento todo preto que lembra outros clubes e não é particularmente atraente embora, como este ano por exemplo, a camisola preta seja bonita, mas sendo estatutário tem naturalmente de ser respeitado (embora algumas variações com negro e cinzento tenham resultado bem ao longos dos anos) e sempre gostei de terceiros equipamentos de ruptura com o tradicional e que por isso motivem o interesse dos adeptos.
E ao longo dos anos o Vitória tem tido alguns terceiros equipamentos particularmente bonitos.
Camisolas douradas, amarelas, roxas e nos últimos anos as camisolas laranja, que acho particularmente bonitas e esta época o equipamento retratado na fotografia de que também gosto muito.
Na próxima época, pelo que se vai lendo, parece que o Vitória trocará a Macron pela Hummel.
E fica a natural curiosidade, reforçada sempre que se muda de fornecedor de equipamentos, para vermos como serão os próximos equipamentos.
Desejando que sejam uma boa e bonita surpresa já agora.
Depois Falamos.

Previsões

A duas escassas jornadas do final do campeonato é este o panorama que se apresenta aos dezoito competidores.
Há um campeão, o F C Porto, que comandou a prova desde a primeira jornada e a venceu com indiscutível mérito.
Há duas equipas a lutarem pelo segundo lugar que dá acesso à cobiçada Liga dos Campeões com um Sporting, bicampeão nacional, a desperdiçar quatro pontos com os dois últimos classificados e a ficar dependente de resultados do Benfica (além dos seus é claro) para atingir uma posição para a qual ao longo de semanas fora o grande favorito e um Benfica que é a única equipa invicta e apenas depende de si para atigir o vice campeonato.
Na luta pela Europa há três equipas minhotas com o Braga ter o quarto lugar praticamente garantido enquanto Famalicão e Gil Vicente lutam por um quinto lugar que dará aesso, tudo o indica, à liga Conferência.
Depois há sete equipas que andam a jogar para cumprir calendário porque estão fora da luta europeia e ao abrigo da despromoção o que se para algumas é o seu objectivo para outras é a parca consolação de não terem sido capazes de fazerem mais.
E depois a terrível luta pela sobrevivência com um Nacional que complicou a situação ao perder em casa com o despromovido AVS, mas ainda assim deverá salvar-se, enquanto o Estrela da Amadora terá de fazer pela vida para se livrar de complicações maiores com um calendário difícil recebendo o Famalicão e terminando em Braga.
Em posição desesperada estão Casa Pia e Tondela com os "sem abrigo" (leia-se sem estádio) casapianos a visitarem o Vitória (que costuma ser generoso com os aflitos) e a receberem o Rio Ave enquanto os beirões recebem o Moreirense e terminam o campeonato em Arouca.
Finalmente o AVS que estando há muito despromovido se tem "entretido" a complicar a vida aos outros de que são exemplo os dois pontos que tirou ao Sporting e que terão tirado aos leões o segundo lugar e depois indo à Madeira derrotar o Nacional metendo os madeirenses nos apuros da luta pela permanência.
Em suma, e concluindo, creio que o Benfica será segundo, o Famalicão será quinto e no fundo da tabela o Casa Pia descerá e o Tondela estará no play off.
Brevemente se saberá do acerto destas previsões.
Depois Falamos.

Espectáculos

Por vezes os tempos presentes trazem-nos gratas memórias dos tempos passados e daquilo que de alguma forma marcou a nossa infância e juventude.
Faço parte de uma geração que devido às leis da vida caminha para a extinção. Não há volta a dar-lhe.
E aceito perfeitamente que as gerações seguintes sejam cada vez mais diferentes da minha porque a vida faz-se de evolução e não sou daqueles que monocordicamente gostam de repetir "...no meu tempo é que era bom...".
Mas tenho saudades do "meu" tempo confesso.
Dum tempo em que não havia internet mas havia livros e revistas, de um tempo em que não havia muitos amigos virtuais mas havia bons amigos reais, de um tempo em que a partilha e a comunhão de objectivos e interesses impediam que cada um fosse uma "ilha" entregue á sua circunstância.
E nesse tempo não havendo a panóplia de distrações que existem hoje havia ainda assim algumas que se calhar não trocaria por todas as de agora.
Jogar futebol com os amigos, passeios de bicicleta, idas ao cinema, animadas partidas de bilhar e de matraquilhos.
E depois havia os espectáculos.
Futebol (Vitória, Vitória...) a tourada nas Gulterianas a que fui uma vez e chegou para o resto da vida, o alvoroço quando chegava um circo à cidade, os teatros de fantoches nas associações recreativas , as bandas de música em que Guimarães sempre teve excelentes executantes.
E para a miudagem era uma alegria.
Idolatravam-se os jogadores, admiravam-se os toureiros ( eu não!) , aplaudiam-se os artistas de circo, espantavamos-nos com as marionetes do teatro de fantoches, fazíamos um silêncio respeitoso perante os talentos dos músicos.
E , sonhos de juventude, queríamos ser como eles.
Jogar como os nosso idolos, tourear como os melhores toureiros (eu não) dizer as piadas dos palhaços, fazer as acrobcias dos trapezistas, domar as feras como os domadores, manipular as marionetes com a habilidade dos artistas , tocar os instrumentos como os melhores músicos.
Confesso que no que me toca me fiquei pelos sonhos.
Nunca tive talento para jogar futebol, nunca quis ser toureiro, participar em circos só como espectador, nunca aceitei ser marionete e menos ainda manipulador das mesmas, nunca tive a arte necessária a ser músico pese embora a tradição familiar nessa matéria.
E por isso futebol, tourada, circo, teatro de fantoches e música são recordações de infância e juventude que de vez em quando vão reaparecendo ao sabor dos tempos presentes na certeza de que nem o tempo volta para trás nem terei hoje a apetência (e a habilidade para a sua prática)  por qualquer uma dessas artes que nunca tive ao longo da vida.
Depois Falamos.

sexta-feira, maio 01, 2026

Sensação

Não haja confusões quanto ao que vem a seguir.
Não é por ser o Sporting de Braga porque se fosse o Vitória pensaria exactamente o mesmo. 
Mas num jogo de futebol, ainda que de uma meia final da Liga Europa, marcarem presença o Presidente da República, o primeiro ministro, dois ministros, um secretario de estado e um ex presidente da República deixa uma sensação desagradável de pequenez da política face ao futebol. 
Sinceramente não conheço mais nenhum país europeu em que isto se verifique e ainda para mais numa meia final de uma competição de clubes.
Depois Falamos.

Nota: O ex PR, Marcelo Rebelo de Sousa, e o ministro José Manuel Fernandes ainda entendo porque são adeptos do Sporting de Braga. Os outros , ainda por cima todos em conjunto, é que já não entendo.

32

Foi há 32 anos na maldita curva de Tamburello que a Fórmula 1 mudou para sempre com a morte daquele que para mim , e acredito que não só, foi o maior piloto de todos os tempos. Ayrton Senna.
De lá para cá continuo a ver Fórmula 1, cada vez menos diga-se de passagem, mas nunca mais foi a mesma coisa. 
Foi há 32 anos mas parece que foi ontem. 
Porque é impossível ver uma corrida sem recordar Ayrton Senna.
Depois Falamos.

quinta-feira, abril 30, 2026

Descalabro?

Já se sabe que os portugueses tem imenso jeito para criarem memes e muito em especial se estes forem para gozar com os infortúnios futebolísticos dos rivais.
Mas achei este meme especialmente feliz na forma como traduz o desespero dos sportinguistas e do próprio Sporting naquilo que tem sido estes últimos dias de continuados insucessos nas diversas provas em que está envolvido.
E comecemos por aí. 
Diversas provas.
Bella Guttman um grande treinador cuja memória perdura muito para lá do seu desaparecimento físico dizia que as equipas portuguesas não tinham rabo para duas cadeiras o que significava que ou brilhavam na Europa ou nas provas nacionais.
Tal como outras máximas suas esta ideia de Guttman mantem-se actual nos tempos de hoje com a agravante de os clubes nos tempos correntes disputarem ainda mais provas com a consequente sobrecarga para os jogadores.
Foi o caso esta época do Sporting.
Meritória carreira na Liga dos Campeões até aos quartos de final, onde não chegava há quarenta anos e até podia ter ido mais além, luta pelo titulo (seria o tricampeonato) até duas semanas atrás, presença na  final da Taça de Portugal, final four da taça da liga onde foi eliminado pelo Vitória e derrota na supertaça frente ao Benfica.
Cinco frentes. Cinco!
Claro que quando as coisas correm mal, ou passam a correr mal depois de muito tempo a correrem bem, a culpa em Portugal é sempre do treinador!
Os jogadores cometem erros infantis, causam penaltis desnecessários, falham golos de baliza aberta, mas a culpa não é deles. É do treinador.
As sad cometem erros nas contratações e nas dispensas, e o Janeiro do Sporting foi francamente disparatado com as saidas de Alisson, Matheus Reis e até Rodrigo Ribeiro sem que as entradas compensassem minimamente, mas a culpa não é delas. É do treinador.
Os departamentos médicos demoram eternidades a recuperarem jogadores, fazem diagnósticos que nem sempre se revelam acertados, privam a equipa de jogadores fundamentais durante meses mas a culpa nunca é deles. É do treinador.
É sempre do treinador.
E por isso a contestação de alguns sectores leoninos a Rui Borges.
Que o ano passado foi campeão e ganhou a taça de Portugal, que este ano fez um grande percurso na liga dos campeões e vai , tudo o indica, ganhar novamente a taça de Portugal, que ainda está na luta pelo apuramento para a Champions e conseguiu tudo isso com um plantel escasso, com lesões demoradas de jogadores fundamentais como Pote e Quenda, com o plantel depauperado pelas saídas inconcebiveis de Janeiro e com um banco quase sempre composto com miúdos da equipa B.
Ao contrário de alguns sportinguistas , cuja opinião respeito mas da qual discordo frontalmente, acho que estes dois anos de Rui Borges em Alvalade tem sido extremamente positivos e faz todo o sentido a sua renovação.
Porque esta época, pese embora o objectivo maior não fosse atingido, não foi nenhum descalabro mas apenas futebol onde o valor dos adversários também conta e por isso não se pode ganhar sempre tudo quanto se gostaria.
Para o ano há mais.
E se o plantel for devidamente reforçado e não houver instabilidades de fora para dentro certamente que o Sporting voltará a ser candidato a vencer as provas nacionais e a disputar até onde puder a prova europeia para que se classifique.
Depois Falamos.

Nota: Percebo que alguns sportinguistas, provavelmente quase todos, gostassem de ver em Alvalade um treinador como Guardiola, Klopp, Ancelotti ou outro desse perfil.
Mas tem de aceitar que não podem porque o Sporting não tem dimensão para ter um treinador desses.

quarta-feira, abril 29, 2026

Farol de Lefkada, Grécia

Franchises

Varga, Ilhas Faroé

Pança

Vasco Lourenço não foi um dos heróis do 25 de Abril.
Estava colocado numa unidade militar nos Açores e quando apareceu em Lisboa já o regime tinha caído e o MFA  controlava por completo a situação.
Heróis foram outros como Salgueiro Maia por exemplo.
Mas nenhum tirou tanto partido do 25 de Abril como Vasco Lourenço.
Que anda há cinquenta anos a viver do 25 de Abril, das comemorações do 25 de Abril, da Associação 25 de Abril.
Que se saiba nada mais fez desde 1976 que não fosse auto proclamar-se herói e paladino de Abril.
E usar a Associação de forma despudorada para os combates políticos que sendo seus entende fazer em nome da Associação.
Normalmente contra governos que são eleitos pelo povo ao contrário dele que se apoderou do lugar e não o larga por nada deste mundo com o beneplácito dos restantes associados.
Porque no mundo associativo não há limitação de mandatos e por isso meio século no mesmo cargo é para ele natural.
Por isso acho esta imagem fantástica porque representa bem o que tem sido o percurso de Vasco Loureno na Associação 25 de Abril e como "dono" que se acha da data..
Encher a pança com Abril foi realmente o seu modo de vida  nestes 50 anos.
Depois Falamos.

Discurso de Ódio

Este comentário de Helena Matos, mais as imagens que o ilustram, provam exuberantemente várias coisas.
Uma é que a esquerdalha se sente como peixe na água quanto a proferir discursos de ódio.
Outra é que 52 anos depois a esquerdalha, totalmente minoritária no voto, continua a achar-se dona exclusiva de uma data que deve ser de todos. Do que a hostilidade face aos manifestantes da Iniciativa Liberal é prova clara e repetida ao longo dos anos.
A terceira é que a generalidade da comunicação social, sempre tão pronta a denunciar o que se passa à direita é completamente cúmplice por omissão com os habituais discursos de ódio da esquerdalha.
As coisas são o que são!
Depois Falamos.

Nota: Que se saiba insultos são crime e muito em especial se dirigidos a titulares de orgãos de soberania. André Ventura é deputado e conselheiro de estado o que agrava o caso. Será difícil identificar os energúmenos e fazê-los responder pelas suas atitudes? Ou a Justiça está como a Comunicação Social?

Espantosa

Não, não foi um jogo de futsal.
Não, não foi um jogo de hóquei em patins.
Não, não foi um jogo de solteiros contra casados.
Foi, isso sim, um jogo de uma espantosa meia final da Liga dos Campeões que é apenas a melhor prova de clubes a nivel mundial.
E foi um hino ao futebol naquilo que ele tem de melhor.
O jogo bem jogado e a procura constante do golo por duas equipas nas quais jogam alguns dos melhores futebolistas do mundo e que proporcionaram a milhões de telespectadores um dos melhores jogos de futebol alguma vez vistos.
Haverá uma segunda mão, e face ao que se viu ontem qualquer prognóstico é mais do que falível, mas passe quem passar acredito que PSG e Bayern escreveram a letras de ouro os seus nomes na História do melhor que a Liga dos Campeões até hoje deu. 
E tanto tem sido.
Depois Falamos.

segunda-feira, abril 27, 2026

S. Vicente de la Barquera, Espanha

Farol de Morgan Noank, EUA

Concorde

Pirotecnia

Não sou, nem de perto nem de longe, adepto da pirotecnia nos estádios.
Por várias razões. 
Dificulta, e às vezes bastante, a visibilidade para o relvado daqueles espectadores ( a enorme maioria) que vão ao estádio pagando bilhete, cota, lugar anual, para verem futebol e não fumo.
O mesmo em relação às transmissões televisivas em que por vezes apenas se vê "nevoeiro" e nada mais graças à intensidade dos fumos situação que se prolonga durante minutos e,alguns casos.
E todos (?) sabemos bem da importância que as receitas televisivas tem hoje para o futebol pelo que dificultar a qualidade das transmissões não me parece nada boa ideia.
Prejudica o esforço fisíco dos jogadores quando o fumo se projecta para o relvado e eles são obrigados a inalarem-no com os consequentes riscos de saúde.
Sujeita os clubes a multas pesadas e sinceramente face à situação financeira da maioria das SAD  portuguesas acho que são despesas perfeitamente evitáveis.
Aceito que alguns adeptos, pelas mais diferentes razões, gostem da pirotecnia.
Mas também acho que os gostos de alguns não se podem nem devem sobrepor aos interesses de uma larga maioria incluindo as tesourarias das SAD.
Até porque a pirotecnia, ao contrário de outras manifestações de apoio vindas das bancadas como cânticos e aplausos, é absolutamente inútil na ajuda à galvanização das equipas.
Mas é apenas a minha opinião como é óbvio!
Depois Falamos.

Conselho

Na parede de um espaço simpático que frequento regularmente em Esposende - Pastelaria Havaneza- tem este quadro afixado há já bastantes anos tanto quanto me lembro.
Sempre lhe achei piada e mais do que isso um conselho sensato com uma ironia indisfarçável.
Porque vivemos num tempo em que são cada vez menos aqueles que escapam à escravatura do telmóvel e ao vício constante de estarem a olhar para ele, a consultarem as redes sociais, a fazerem do aparelho o centro das suas vidas.
Conto sempre a história , já com alguns anos, de um certo dia na esplanada de um restaurante perto de casa ter visto quatro casais jovens à espera que lhes servissem o jantar.
Ou seja oito telemóveis e um silêncio sepulcral na mesa porque o mundo de cada um era a internet e não as pessoas com quem tinham ido jantar!
E exemplos como este não faltam e chegam do verem-se carrinhos de bebé cujo ocupante de tenra idade já leva um telemóvel na mão para não chatear os pais até aquelas pessoas incapazes de se sentarem a uma mesa para almoçarem ou jantarem sem terem ao lado do prato o diabólico aparelho numa submissão viciosa total.
Por isso acho este conselho delicioso e que vale a pena ser seguido.
Porque falarmos uns com os outros, sem ser nos whatsapp da vida, começa a ser cada vez mais uma excepção e não uma regra.
E é pena que assim seja.
Depois Falamos.

domingo, abril 26, 2026

Regresso

O Marítimo concretizou hoje, vencendo no Seixal o Benfica B, aquilo que já se adivinhava há muitas semanas e está de regresso á primeira liga.
De onde nunca devia ter saído porque é um clube histórico do nosso futebol e o lugar desses clubes é no escalão maior embora esse estatuto de histórico não coloque ninguém ao abrigo de descidas como é bem sabido noutras latitudes de Lisboa a Guimarães,de Coimbra a Setúbal passando por Aveiro e outras terras.
Agora importa que este regresso seja acompanhado por uma estabilidade que não o volte a pôr em perigo de descida e para isso é muito importante que a administração do clube saiba os erros cometidos e não permita que eles se repitam,
Acredito que estes três anos na Liga 2 terão sido tempo mais que suficiente para fazer essa reflexão.
Pessoalmente fiquei satisfeito com este regresso.
Porque para lá de alguma simpatia pelo clube, do estatuto de histórico e de ter um excelente estádio ( e quanto melhores são os estádios melhor é qualidade do jogo e a atratividade aos adeptos) dá-se a pequena curiosidade de nas várias vezes que estive com o Vitória na Madeira para jogar com o Marítimo, incluindo um jogo entre as equipas B dos dois clubes quando ambas militavam na Liga 2,  nunca o Vitória perdeu e até ganhou várias vezes incluindo em 2012 um jogo da taça de Portugal na caminhada para a mais bela tarde vitoriana no Jamor.
Portanto parabéns ao Marítimo e que este seu regresso seja por muitos anos.
Depois Falamos.

Fast Food

Stavanger, Noruega

Mergulhão

Pimba

Um cantor pimba, boçal e parolo, retirado do anonimato das festas de aldeia por um concurso da rtp (Taskmaster) resolveu numa gala de subsidiodepentes,daquelas em que dão prémios uns aos outros, dar largas à sua ordinarice.
A ele nada fica mal porque dali nada de bom se espera e já se sabe que os seus conhecimentos de vocabulário decente são curtos. 
Mal fica à rtp continuar a dar palco a um ordinário deste calibre. 
Não merece. 
Até porque se a cantar já é mau que chegue a comentar politica é simplesmente horrível pela ignorância de que dá mostras.
Depois Falamos.

Nota: Não se veja aqui qualquer solidariedade com Trump ou Netanyahu porque ela não existe. Apenas indignação pelo dinheiro dos nossos impostos andar a sustentar uma RTP que dá palco a "pimbalhões" como este.

sábado, abril 25, 2026

Grunho

Um grunho é sempre um grunho. 
E este deputado do PS não passa disso. 
De ser um grunho mal educado e sem qualquer respeito pelo Parlamento. 
Fosse ele de uma bancada à direita do PS e já alguns comentadores televisivos, tão grunhos como ele, rasgavam as vestes de indignação. 
E é com grunhos assim que o PS se acha alternativa? 
Bem podem ir dar banho ao cão.
Depois Falamos.

sexta-feira, abril 24, 2026

Perceber

Já nem vou discutir se se insere nas competências do Presidente da República andar a promover iniciativas que me parecem ser claramente de esfera governamental. 
No mínimo há ali um "atropelar" de competências que me parece pouco promissor para um futuro de desejável cooperação institucional entre Belém e S. Bento. 
Mas discuto e muito, até porque gostava de a perceber, a nomeação de Adalberto Fernandes para liderar esse "Pacto para a Saúde" seja ele o que venha a ser. 
Porque Adalberto foi ministro da saúde, no tempo de má memória da geringonça, e em lado nenhum consta que tenha tido sucesso nas funções sendo, bem pelo contrário, um dos responsáveis do estado em que a Saúde está. 
É no mínimo uma nomeação pouco...segura. 
Mas como diria um velho "amigo" do PR , agora emigrado, ..."Habituem-se".
Depois Falamos.

quinta-feira, abril 23, 2026

Farol

Chitas

Centro Richard B. Fisher, Nova Iorque

Revelador

A segunda mão da meia final da Taça de Portugal a disputar hoje entre Torreense e Fafe revela em si aquilo que há de melhor e de pior no nosso futebol e na nossa comunicação social.
De melhor porque é notável, e merece todo o realce, uma meia final da competição ser disputada entre uma equipa da Liga 2 e outra da Liga 3 com a consequente presença no Jamor de uma equipa que não joga no principal escalão algo que já não acontece há dezasseis anos.
Ainda por cima quando ambas as equipas fizeram percursos notáveis na competição muito especialmente  o Fafe, da Liga 3, a eliminar entre outros o Moreirense, Arouca e Sporting de Braga enquanto o Torreense eliminava o Casa Pia da primeira liga e outros, como o União de Leiria, da Liga 2.
Merecem jogar  a meia final e qualquer um deles será um justo finalista.
O que este jogo revela de pior é a comunicação social que temos.
Desde tratarem a meia final entre Porto e Sporting como uma final antecipada (algo que não existe e cujo conceito é puramente imbecil), num soberano desprezo pelos outros dois clubes, até ao facto inaceitável e profundamente condenável de a RTP, pseudo serviço público de televisão, ter transmitido os dois jogos entre Sporting e Porto e não fazer o mesmo em relação aos dois encontros entre Torreense e Fafe provando , uma vez mais, que em termos desportivos o serviço público é só para alguns.
Independentemente disso a verdade que realmente  importa é que Torreense ou Fafe estarão no Jamor para jogarem a final frente ao Sporting no dia 24 de Maio.
E convenhamos que haveria (haverá?)  uma certa justiça poética se um deles vencesse a competição.
È muito difícil, face à desproporção de forças, mas taça de Portugal é a prova em que tudo é possível.
E esta final demonstra-o uma vez mais.
Depois Falamos.

terça-feira, abril 21, 2026

Aviso

Lê-se e ...acredita-se porque de há muito que se conhecem os terríveis problemas que assolam o Boavista e para os quais parece não existir outra solução que não seja o fim do clube a venda do património que lhe resta.
De há muitos anos a esta parte, mais propriamente desde um fim de tarde/noite de 1975, e que se reforçou noutro fim de tarde no ano seguinte, que entre Vitória e Boavista nasceu e cresceu exponencialmente uma rivalidade que durou muitos anos e que teve como maiores protagonistas António Pimenta Machado do lado vitoriano e Valentim Loureiro do lado boavisteiro.
Que depois continuou com os respectivos sucessores mas essencialmente entre massas associativas que protagonizaram ao longo dos tempos cenas de acesa rivalidade algumas das quais bem dispensáveis diga-se de passagem.
Mas tudo isso é passado e já pouco importa face ao presente.
Que nos mostra um dos clubes mais antigos do país, campeão nacional e vencedor de cinco (ok, quatro ganhas  e uma... dada) Taças de Portugal , à beira da extinção.
Já não tem futebol profissional, das modalidades não há noticias e o património vai ser posto em leilão!
E face a isto a solidariedade desportiva tem que ser sempre maior que a rivalidade.
Porque rivalidade sadia não é querer o fim dos rivais mas sim disputar competições com eles e vencê-los tantas vezes quantas possíveis porque ganhar a um rival tem sempre um gostinho especial.
Rima e é verdade.
E neste tempo em que se lamenta o fim do Boavista, pelo menos como ele existiu ao longo de mais de um século, é também o tempo de todos percebermos o enorme aviso que a tragédia que sobre ele se abateu constitui para todos os clubes profissionais de Portugal.
Más escolhas de direções, presidentes com umbigos maiores que competências, parceiros estratégicos sem dimensão, investidores que disso nada tem, acumular de erros e incapacidade de inverter maus caminhos deram nisto.
E isto é o fim de um dos maiores e mais tradicionais clubes portugueses.
Fica o aviso e a urgência dele ser percebido a todos os níveis.
Desde dirigentes, candidatos a dirigentes e adeptos.
Não é só aos outros que acontecem fatalidades.
Depois Falamos

Nota: É evidente, mas importa realçar, que a actual direção do Boavista presidida por Rui Garrido Pereira não tem qualquer responsabilidade em tudo isto. Movidos por um amor inegável ao clube foram tentar salvar o que já não tinha salvação face aos condicionalismos existentes. Um papel que não desejo a ninguém.

segunda-feira, abril 20, 2026

Meias Finais Europa

O quadro de semi finalistas da Liga Europa é curioso e também por isso interessante.
De um lado duas equipas inglesas e ambas já vencedoras da Liga dos Campeões embora há já bastante tempo e quando se chamava Taça dos Campeões Europeus.
Dou outro lado os alemães do Friburgo que nunca jogaram uma final europeia e o Sporting de Braga que já o fez em 2011 tendo sido derrotada pelo F.C. Porto.
Quem serão os finalistas?
Um acredito que será o Aston Villa, com lugar na Champions da próxima época praticamente garantido, face a um Nottingham Forest que eliminou o Porto com alguma felicidade à mistura mas que na Premier League ainda luta por fugir aos lugares de despromoção.
O outro é mais complicado de prever.
O Friburgo, sétimo classificado da Bundesliga e longe do apuramento europeu, é uma equipa alemã com tudo que isso significa de competitividade mas não é uma equipa que assuste nem nada que se pareça.
Do outro lado um Sporting de Braga que será quarto no campeonato português e que tem vindo a fazer uma excelente campanha europeia o que lhe permite estar aqui a disputar um bilhete para a final de Istambul.
Uma equipa que ataca muito bem mas que denota algumas fragilidades defensivas, que o seu excelente guarda redes vai atenuando, que aqui e ali a vão comprometendo mas sempre sem porem em causa a sua capacidade global.
Aposto numa final entre Aston Villa e Sporting de Braga.
Depois Falamos.