terça-feira, setembro 29, 2026

Ponte de Brooklyn

Polvo

Castelo de Belmonte , Espanha

Optimismo

Gosto francamente do optimismo de Jorge Jesus, que já era o optimismo de Roberto Martinez e de Fernando Santos para citar os seus antecessores mais oróximos, quanto a Portugal poder ganhar um campeonato do mundo nos próximos anos.
E de facto uma seleção que nos últimos dez anos ganhou um Europeu e duas Ligas das Nações pode bem aspirar a ganhar um Mundial.
Que aliás já podia ter ganho em 1966 e em 2006 quando chegou às meias finais desses campeonatos.
Hoje a maioria dos jogadores portugueses joga nos melhores campeonatos da Europa, vários deles já ganharam a Liga dos Campeões, garantem uma qualidade muito acima da média e legitimam essa ambição.
Pode Portugal ser campeão do mundo?
Poder...pode.
Mas há que ter presente que em 1966 com Eusébio no seu auge e uma guarda de honra de enorme excelência ( Coluna, Simões, Vicente, Jaime Graça,etc) não o conseguiu tal como em 2006  com dois "Bola de Ouro" (Figo já tinha ganho e Ronaldo ganhaaria  a primeira dois anos depois) e outra magnifica guarda de honra (Ricardo Carvalho, Deco, Maniche, Pauleta, etc) também não conseguiu.
Em 1966 também por causa das manobras de bastidores da federação inglesa e em 2006 porque se Figo tivesse menos três anos e Ronaldo mais três acredito que seríamos imparáveis mas tinham a idade que tinham e quanto a isso nada a fazer!
Por isso embora aprecie o optimismo de Jorge Jesus não consigo acompanha-lo totalmente.
Porque sendo a  base seleccionável de muita qualidade faltará inevitavelmente o talento extra de um génio, ou pelo menos um talento supeior ao de todos os outros participantes, que  sempre está presente nas seleções campeãs mundiais.
Bobby Charlton, Pelé, Beckenbauer, Kempes, Rossi, Maradona, Matthaus, Romário, Zidane, Ronaldo Nazário, Cannavaro, Iniesta, Kroos, Mbappé, Messi e Rodri para citar apenas os mundiais que vi e os jogadores que mais se destacaram no país campeão.
Terá Portugal nos próximos anos um jogador tão diferente para melhor?
Espero que sim mas não vejo quem.
E também por isso o meu optimismo é menor que o de Jorge Jesus.
Mas espero que ele esteja certo e eu errado.
Depois Falamos.

Nota: Ninguém vive de memórias como é evidente. Mas Cristiano Ronaldo é o melhor jogador de todos os tempos e Eusébio está nos dez melhores de sempre. E se com eles não foi possível...

Vergonhosa

A atitude tomada pelos jogadores da República da Irlanda no jogo frente a Israel foi simplesmente vergonhosa!
Para eles, para a sua Federação e para o próprio governo do país.
Cabeças baixas durante o hino de Israel, fumos pretos nas mangas e essencialmente a recusa de cumprimentarem os adversários( quer antes do jogo se iniciar quer na escolha de campos retratada na fotografia que ilustra este texto)  são atitude de um anti desportivismo, d euma falta de fair play e d euma evidente falta de educação que são a antitese do que deve se ruma competição desportiva e deveria merecer uma severa punição da UEFA.
Especialmente o não cuprimentarem os adversários, como se tivessem alguma doença contagiosa, remete inevitavelmente para as teorias nazis da supremacia ariana ou para o aberrante sistema de castas ainda hoje em vigor na Indía.
Seres que se acham superiores não cumprimentam seres que consideram inferiores!
Inqualificável.
Como inqualificável é usar uma competição desportiva para fazer política.
Porque uma seleção representa um país e nesse país haverá certamente quem defenda esta atitude como haverá muitos outros que a condenam e dela discordam profundamente.
Os jogadores irlandeses e quem consentiu nesta vergonhosa atitude esqueceram-se disso.
De resto considero que desporto e política devem viver o mais separados possível.
E por isso também discordo do afastamento de atletas, clubes e seleções russas das comeptições internacionais como se os desportistas pudessem ser responabilizados pelos erros e crines dos políticos e dos regimes.
Moda que começou, tanto quanto me lembro, no boicote aos Jogos Olimpicos de Moscovo em 1980, a que se seguiu o boicote aos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984 e vai surgindo de quando em vez, incluindo a palhaçada argentina no último Mundial depois de vencerem a Inglaterra, para  tantas vezes substituirem o que deviam ser verdadeiras sanções a Estados que violam o direito internacional.
Ao desporto o que é do desporto e à política o que é da política.
Fugir disso é um erro lamentável que apenas contribui para afastar o desporto daquilo que é a sua génese fundamental.
Competição, respeito, desportivismo e fair play!
Depois Falamos.

segunda-feira, setembro 28, 2026

Dez Notas

Adepto incondicional da seleção nacional tenho acompanhado com muito interesse estes primeiros tempos, e primeiros jogos, de Jorge Jesus como selecionador nacional.
Com apenas dois jogos disputados, Gales e Noruega, e pouquissímos dias de trabalho com os convocados o que é naturalmente impeditivo de uma transmissão plena de conceitos e de filosofia de jogo, o que se pode dizer para já?
Em primeiro lugar que a seleção continua a ganhar, o que naturalmente facilita a adaptação entre treinador e jogadores, mesmo que com alguma felicidade como ontem na Noruega.
Em segundo lugar que o lote de convocados de JJ em pouco difere dos de Roberto Martinez pela óbvia razão de que há mais qualidade do que quantidade e para lá destes poucos mais há em condições de serem opção.
Ricardo Velho, Rodrigo Mora, André Silva, Ricardo Horta, Gonçalo Paciência, António Silva, Pedro Gonçalves, Matheus Nunes, Gonçalo Guedes, José Sá, Samu Costa, Nélson Semedo, Quenda, Mateus Fernandes, Carlos Forbs e mais um ou outro sendo certo que os jovens da seleção sub 21 ainda precisam de tempo.
Em terceiro lugar que a forma de jogar não é ainda substancialmente diferente do passado recente pela tal razão de JJ ainda ter muito pouco tempo para trabalhar a equipa.
Em quarto lugar, e aí sim uma mudança para melhor, Jesus mexe na equipa mais depressa e com mais acerto do que o fazia Martinez o que muito provavelmente terá contribuido para o triunfo de ontem.
Em quinto lugar que jogadores que eram opção, às vezes bem contestada, de Roberto Martinez mantem-se nas opções de JJ como titulares, casos de Renato Veiga e Pedro Neto, e tem justificado plenamente esse estatuto. 
Em sexto lugar que as duas vitórias tangenciais até podiam não o ter sido se foras de jogo milimétricos não tivessem anulado um golo a Ronaldo face a Gales e outro a Gonçalo Ramos ontem.
Um aparte para referir que de facto as propostas de Arsene Wenger quanto ao fora de jogo devem ser implementadas o mais depressa possível.
Em sétimo lugar que JJ com quatro jogos em dez dias tem gerido bem os convocados e dos 25 chamados já actuaram 19 estando ainda sem minutos os guarda redes Rui Silva e Samuel Soares, os centrais Tomás Araújo e Gonçalo Inácio, o lateral Diogo Dalot e o ponta de lança Fábio Silva que viu os dois jogos da bancada.
Em oitavo lugar que ontem Diogo Costa misturou boas intervenções com falhas nada habituais nele largando bolas fáceis o que pode ser visto como um dia menos bom que qualquer um tem ou um abaixamento de forma que pode levar JJ a dar uma oportunidade a Rui Silva. Não é provável mas pode acontecer.
Em nono lugar que a seleção viu muitos cartões amarelos e alguns bem escusados como o de Bernardo Silva e isso é algo que tem de ser corrigido embora perceba que os possantes noruegueses, especialmente o "monstro" Haaland, eram difíceis de parar.
Em décimo e último lugar que as indicações são muito positivas, a equipa tem potencial e seguramente que se assim continuar Portugal será sério candidato à renovação de um título que lhe pertence.
Depois Falamos.

Torre da Regaleira, Sintra

Lagosta azul

Chicago

Lula

 E é a isto que o Brasil está entregue.
Um ex presidiário que toda a vida foi marxista e defensor da ditadura do proletariado e neste seu mandato arrastou o país para a órbita de Putin, afastou-o de aliados tradicionais e manifesta um ódio crescente a Portugal e ao papel do nosso país na História do Brasil. 
Não perdendo,aliás, qualquer oportunidade de mentir e deturpar sobre os factos históricos. 
Lacaio de Putin e amigo dos terroristas do Hamas é o triste retrato do presidente de um grande país. 
Não sei qual será a escolha dos brasileiros daqui a uns dias ( não deve ser fácil tão fracas as opções) mas se Lula vencer espero, ao menos, que nunca mais ponha os pés em Portugal. 
Por tudo que tem dito sobre o nosso país tornou-se um indesejável !
Depois Falamos.

domingo, setembro 27, 2026

Verdades

A seu tempo a História se encarregará de esclarecer a Verdade desta guerra. 
Tal como fez de outras guerras. 
E se há uma velha máxima que diz que a verdade é a primeira baixa de qualquer guerra não tenho qualquer dúvida que em Gaza a verdade já morreu muitas vezes por obra de ambos os contendores mas muito em especial por força das repetidas mentiras do Hamas que os habituais idiotas úteis se encarregam de disseminar tanto quanto podem. 
São as mentiras sobre bombardeamentos a hospitais e escolas " esquecendo" de dizer que por baixo dessas infraestruturas existem esconderijos, paiois e bases dos terroristas; são os números de mortos e feridos absolutamente fantasiosos que o Hamas divulga e que os idiotas úteis e a imprensa wokista divulga como verdadeiros sem qualquer preocupação em os confirmar ; são os jornalistas mortos ( e funcionários da ONU também) que depois se descobre serem, isso sim, terroristas palestinianos .
Agora foi reposta a verdade sobre 19 jornalistas que afinal eram terroristas. 
Mas a História, com o distanciamento temporal necessário muito mais verdades reporá. 
E aí quem tiver a capacidade de se envergonhar muita vergonha sentirá. 
Porque, repito, havendo mentiras de ambos os lados, como em qualquer guerra, aquelas que vem do lado do Hamas são em quantidade industrial e na justa medida dos idiotas que fazem o jogo dos terroristas espalhando-as aos quatro ventos como verdades absolutas.
Depois Falamos.

Mistificação

A presença do primeiro ministro de Israel na Assembleia Geral da ONU provocou na comunicação social nacional e nas redes sociais uma inacreditável quantidade de mentiras. manipulação de informação e mistificação da realidade apenas possíveis num país culturalmente atrasado, ou seja com muita gente que come o que lhe põe no prato sem parar um minutos para pensar, e com uma comunicação social enfeudada em boa parte a um wookismo militante para o qual a prioridade das prioridades é atacar Israel.
A grande "notícia" era o abandono da sala por algumas dezenas de delegações que levou a títulos e parangonas do género "sala quase vazia", "sala parcialmente vazia", "maioria dos países abandona sala" e mais algumas mentiras do género.
A verdade é que na sala ficaram 120 países enquanto os que a abandonaram foram 77.
Mas se contabilidade arrasa os mentirosos vale a pena analisar quem saiu e quem ficou.
Ficaram os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança (EUA, China, Reino Unido, França e Rússia), ficaram todos os países da União Europeia com excepção de Espanha, e Eslovénia( sobre a República da Irlanda há versões contraditórias) , Canadá, Austrália, Japão, Ucrânia, Argentina, Emirados Àrabes Unidos, Indía, Sérvia, Coreia do Sul, México, Quénia e mais umas dezenas deles.
Com uma ou outra excepção todos eles democracias.
E quem saiu?
Turquia, Síria, Líbano, Jordânia, Egipto, Coreia do Norte, Arábia Saudita, Irão, , Iraque, Qatar, Koweit, Iemen, Indonésia, Paquistão, Libia, Sudão, Cuba, Peru, Afeganistão, Nicarágua e mais uns quantos.
Com uma ou outra excepção todos eles ditaduras ou Estados autoritários.
Ou seja Estados que não tem qualquer condição para darem lições de moral a quem quer que seja.
Com a nuance de durante o discurso posterior de Serguei Lavrov, o MNE da Rússia, terem todos eles permanecido muito sentadinhos pese embora Lavrov representar uma ditadura que invadiu um país vizinho, desencadeando uma guerra genocida (aí sim) que já provocou centenas de milhares de mortos, actos de inacreditável barbárie e grande destruição em muitas cidades ucranianas.
Aí os que se incomodam com Netanyahu e Israel branquearam a Rússia e Putin sem ponta de vergonha.
Resta uma nota final para Brasil e Espanha que também abandonaram a sala.
Brasil do antigo presidiário Lula da Silva e Espanha do futuro presidiário Pedro Sanchez.
Dois países empurrados para o absurdo em função de quem os governa  e não apenas nesta posição quanto a Israel mas também noutra áreas com Lula a ser um fiel lacaio de Putin enquanto Sanchez não passa de um individuo sem carácter nem escrupúlos que se agarra a tudo quanto pode para se ir aguentando no poder de qualquer forma.
Nada que eleições não possam desejavelmente resolver.
Depois Falamos.

Macacos

Floresta, Cárpatos

Castelo Boldt, Nova Iorque

Televisões

A questão é fácil de explicar. 
A imprensa de Lisboa ( Bola, Record, SIC, TVI, CM TV, NOW, RTP, etc) estava perfeitamente convencida que o Benfica ia ganhar no Dragão. 
Por mérito do adversário e demérito próprio, mas sem qualquer influência do arbitro, o Benfica perdeu. E a comunicação social lisboeta que tinha preparados oito dias de festejos viu-se obrigada a mudar o chip e foram oito dias de plena azia. 
Com análises e comentários de uma imaginação delirante e uma permanente tentativa de mistificarem a realidade dos factos. 
O país merece mais e melhor que uma CS que na sua quase totalidade não presta para nada.
Depois Falamos.

sábado, setembro 26, 2026

Identidade

 Não tenho qualquer dúvida que uma das maiores riquezas de um clube desportivo e aquilo que lhe permite perdurar ao longo dos tempos é a sua identidade.
Que se constrói com o seu emblemas, as suas cores plasmadas nos seus equipamentos, as suas causas, os seus adeptos e a sua História.
As cores do Vitória são o branco e o preto.
Escolhidas pelos seus fundadores com base numa mensagem muito forte e extremamente admirável por ter surgido há mais de cem anos quando as preocupações com a inclusão de todos e de todas as raças estava longe de estar no centro das atenções.
E por isso desde sempre as cores dos equipamentos foram o branco e o preto apenas tendo surgido outras cores quando se passou de dois para três equipamentos surgindo aí o amarelo , o dourado, o roxo, o laranja, o cinza e outras excepto o vermelho, o azul e o verde porque a nossa identidade muito própria não o permite.
Mas a camisola principal é e será sempre a branca e quanto a isso não podem existir duvidas de qualquer espécie.
Já quanto aos calções depois de durante muitos anos serem pretos a partir do final dos  anos sessenta começaram a usar-se também os os brancos e actualmente tanto se usam uns como outros mas com tendência maior para os brancos.
Por mim o equipamento principal seria sempre camisola branca, calção preto e meia branca mas é um gosto pessoal e os calções brancos em nada me incomodam.
Depois o segundo equipamento é a camisola preta integral ou misturando o preto com outras cores como o cinza ou o branco e calção preto  enquanto os terceiros equipamentos convém que sejam o mais diferentes possível dos tradicionais.
Não tenho pois qualquer dúvida que a camisola branca é um forte elemento da identidade do clube que importa preservar e exibir com orgulho porque é a nossa primeira  "pele" enquanto vitorianos e orgulhosos herdeiros de um passado que nos honra.
Por isso vejo, e já disso tenho falado ao longos dos últimos anos, com crescente preocupação a facilidade com que se prescinde do uso da camisola branca em jogos clássicos nos quais ela é absolutamente indispensável, como são os confrontos com Braga, Porto, Benfica e Sporting, em prol de uma camisola preta que também é nossa mas que não tem a força da branca na exibição personalizada da identidade do Vitória.
E, preocupação adicional, vejo nas bancadas do nosso estádio os adeptos a usarem cada vez mais camisolas pretas o que naturalmente dizendo respeito aos gostos pessoais de cada um não deixa ainda assim de ser uma pequena diluição da nossa identidade pese embora ser uma camisola do clube.
Em boa verdade face a tantas preocupações que o Vitória destes tempos suscita espero bem que também a identidade não se venha a transformar numa delas.
Era só o que nos faltava!
Depois Falamos.

Nota: Também tenho, e de longe a longe uso, várias camisolas pretas. Mas nunca em jogos com os adversários atrás enumerados. Nesses jogos é camisola branca e mais nada!

sexta-feira, setembro 25, 2026

Alvalade

Acho que é tempo de a seleção deixar de jogar no estádio de Alvalade.
Ontem foi Palhinha a ser vaiado quando rendeu Rúben Neves tal como acontecera em 2023 com João Mário.
Manifestamente os adeptos do Sporting, que naturalmente são a enorme maioria dos presentes nos jogos da seleção naquele estádio, não sabem separar as rivalidades clubísticas e as azias em relação a ex jogadores do clube dos interesses da seleção nacional que deve ser apoiada como um todo. 
E assim sendo, e não faltando estádios neste país onde estes tristes momentos não se verificam, a seleção deve deixar de jogar em Alvalade durante uns anos a ver se os adeptos desse estádio aprendem de uma vez por todas que Portugal é Portugal e os clubes são os clubes. 
Já basta destes comportamentos.
Depois Falamos.

Flamingos

Farol de Racine, EUA

Antananarivo, Madagáscar

Hipocrisia

Nos tempos de hipocrisia que vivemos já nada admira nem sequer a falta de vergonha de algumas forças políticas e de alguns países.
Vivemos tempos em que um corrupto que chegou ao poder com base em acordos com bascos herdeiros não arrependidos de terroristas e criminosos catalães e contestado nas ruas por milhões de compatriotas depois da tragédia de Ceuta, da qual é largamente responsável por incompetência e incuria, ainda é elogiado, louvado, apontado como  exemplo por dirigentes políticos portugueses como José Luis Carneiro e a direção do PS.
Tempos em que o primeiro ministro do Estado democrático de Israel ao discursar na AG da ONU vê a sala abandonada por representantes de dezenas de países que minutos depois aplaudem o actual presidente sírio um conhecido terrorista da Al Qaeda comandante de milícias responsáveis por inúmeros massacres no Iraque e na Síria e que passou anos a pregar a morte ao Ocidente.
Tempos ainda em que se tornaram moda as manifestações contra Israel e a favor de uma Palestina que nunca existiu enquanto Estado nas quais vem ao de cima um anti semitismo que orgulharia Alfred Rosenberg e seus seguidores mas nunca há uma palavra de solidariedade para com os milhares de vítimas dos atrozes ataques terroristas de 7 de Outubro.
Tempos em que o seguidismo,a obediência ideológica, a incapacidade de se libertatem de dogmas velhos e ultrapassados impede alguns de condenarem claramente a agressão russa à Ucrânia e ainda tentam fazer passar as mentiras do genocida Putin sobre  "desnazificação" como pretexto válido para uma invasão que nada justifica.
Tempos de hipocrisia.
Tanta hipocrisia que esses apoiantes de Sanchez, ingénuos perante Jolani, manifestantes pró Palestina e lacaios de Putin nem sequer esboçam uma, por tímida que fosse , condenação da decisão do comunista Daniel Ortega de acabar com as eleiçoes na Nicarágua e voltar a implementar uma ditadura marxista leninista.
Hipocrisia política que nalguns casos se transforma na própria hipocrisia de Estado como foi bem claro na ONU esta semana.
É o que temos.
Depois Falamos.

Nota: Exemplo supremo da hipocrisia foi a Nicarágua ser uma das delegações que abandonou a sala quando discursava o PM de Israel. Imagine-se um país em que acaba de ser imposta uma ditadura a querer dar lições de moral a quem quer que seja... 

Divertido

Imagem: Mural de Joaquim José de Sousa

Estas duas imagens , e a comparação entre elas, é um momento francamente divertido.
A imagem de cima retrata um grupo de "Queers" (estranhos) a manifestar-se a favor da Palestina na mais profunda ignorância daquilo que está a fazer.
Porque os "Queer" (estranhos) são pessoas que rejeitam enquadrar a sua orientação sexual nos padrões tradicionais considerando que a sua sexualidade é mais fluida e abrangente ultrapssando até os LGBTi na compartimentação sexual.
Infelizmente para eles ignoram que em territórios governados pelo Hamas, pelo Hezbollah e por outros radicais islâmicos obedientes à Sharia as pessoas "queers" (estranhos) costumam ter um triste fim porque qualquer orientação sexual que não a tradicional é punida com a pena de morte!
O que aliás pouco incomoda aqueles que defendem os direitos humanos noutros locais vizinhos mas não em Gaza ou na Cisjordânia bem entendido.
E portanto pode considerar-se que as galinhas que apoiam o "Kentucky Fried Chicken" fazem-no bem mais conscientes do seu destino que este bando de "Queers" (Estranhos) que não sabe o que está a apoiar.
Azar o deles e pouca sorte de quem tem de lhes aturar a ignorância.
Depois Falamos.

Multa

Sobre este assunto direi apenas três coisas e de forma rápida.
A primeira é que considero uma prepotência obrigar os treinadores mal finaliza o jogo a prestarem declarações seja no "flash interview" seja noutro espaço qualquer.
Muitas vezes ainda debaixo de uma tensão nervosa que aconselha ao silêncio e não ao uso da palavra.
A segunda é que , bem ou mal, isso faz parte dos regulamentos da Liga e por isso tem de ser cumprido como toda a gente sabe mesmo que também se saiba, embora não se compreenda, que a esmagadora maiorias dos dirigentes (quando não enviam funcionários) vão às AG da Liga e votam favoravelmente tudo que lhes põe no prato de regulamentos a multas mesmo que lesivo do interesses dos respectivos clubes.
A terceira é que o valor das multas é brutalmente exagerado em muitos casos ( a Liga tem muitas bocas para alimentar...) o que devia obrigar a que nos clubes toda a gente, de jogadores a treinadores passando por dirigentes e adeptos  tivessem o máximo cuidado em poupar os clubes ao pagamento de multas perfeitamente evitáveis e que nalguns casos representam uma despesa anual com significado.
É o caso do Vitória que paga todos os anos muitos e muitos milhares de euros de multas parte das quais podiam ser perfeitamente evitadas.
Desde a ausência do treinador no "flash interview"  aos repetidos atrasos na entrada em campo depois do intervalo entre outros exemplos possíveis.
Num clube com os problemas financeiros do Vitória, que se vem agravado ano após ano, toda a gente devia ter consciência de que migalhas fazem pão, ou seja, que todos os euros devem ser criteriosamente gastos.
E isso é válido para toda a gente. Dirigentes, treinadores, jogadores e adeptos.
Ponto!
Depois Falamos.

quarta-feira, setembro 23, 2026

Concorde

Phoenix, Arizona

Leoa

Imbatível

Na gloriosa incertza das competições desportivas, em que por vezes os mais fracos vencem os mais fortes naquilo a que se convencionou chamar "tomba gigantes" , não é possível falar em equipas imbatíveis seja qual for a modalidade e por maior que de desproporção de forças seja.
Não é possível?
Não com uma única excepção que como é norma confirma a regra.
A seleção de basquetebol dos Estados Unidos, nos Jogos Olímpicos de Barcelona em 1992, conhecida justamente como o "Dream Team" era imbatível!
Foi-o nesses Jogos onde despachou todos os adversários com enormes cabazadas e sê-lo-ia fosse qual fosse o adversáro e fosse qual fosse a competição porque era a maior concentração de talentos alguma vez vista, e que nunca mais se repetiu, numa equipa de basquetebol.
E que saudade de a ver e de os ver jogar.
Até porque naqueles doze jogadores de enorme talento estavam três jogadores absolutamente excepcionais.
Michael Jordan, provavelmente o melhor basquetebolista da História, Magic Johnson e Larry Bird.
Tempos gloriosos do basqutebol.
Depois Falamos.

Aniversário

Já noutras oportunidades referi este mural - Histórias Critícas do Vitória Sport Clube - como praticante de verdadeiro serviço público vitoriano tanta a informação que veicula sobre o passado e o presente do Vitória bem como sobre  os protagonistas da nossa centenária História.
Jogadores, treinadores, dirigentes, funcionários e adeptos.
E muitas, muitas histórias sobre jogos, competições, transferências, estádios onde jogamos, modalidades que o clube pratica e praticou nos seus 104 anos.
Sempre numa perspectiva positiva, construtiva, de informar, esclarecer , mostrar uma História de que nos honramos.
Ontem, dia em que o Vitória comemorou os seus 104 anos, o mural festejou a data numa perspectiva muito gira publicando ao longo do dia treze pequenos videos nos quais antigos jogadores, treinadores, dirigentes e adeptos davam os parabéns ao clube.
E assim foi oportunidade de rever ex jogadores do clube como Tiago Silva, Jota Silva, Pedro Mendes, Fajardo, João Mendes, Nilson, Palatsi, Miguel Silva, Svard e Alexandro Beretta; o treinador Manuel Cajuda, o dirigente Nuno Leite e o conhecido adepto norte americano Zazinho a formularem os votos de feliz aniversário ao Vitória.
Mostrando que todos eles, independentemente dos seus percursos depois de deixarem o Vitória, continuam a ter o clube bem presente na sua memória e no seu afecto.
Foi giro ver.
E em data de aniversário foi mais um bom serviço do mural "Histórias Críticas" ao Vitória Sport Clube.
Depois Falamos. 

terça-feira, setembro 22, 2026

Recordar

Tudo que é demais cansa. 
E ver adeptos cuja equipa perdeu um jogo por culpa própria e mérito do adversário a insistirem até à exaustão na tese falsa de terem perdido por erros de arbitragem cansa ainda mais. 
Há que saber perder porque o fair play devia ser uma trave mestra do futebol mas em Portugal ainda tem um longo caminho a fazer. 
E quando vejo as criticas injustas a uma decisão do árbitro, que os adeptos do clube derrotado queriam que tivesse mostrado um cartão vermelho em vez de um amarelo (decisão que todos os especialistas de arbitragem consideram a correcta) puxo pela memória e lembro-me de um lance do Vitória x Benfica, entre Samu e Sudakov, na época passada. 
Cuja imagem publico juntamente com a do lance entre Veiga e Bah.
E chamo a atenção para dois detalhes. 
Onde está a bola no primeiro lance e onde está no segundo. 
No primeiro a pisadela acontece já a bola está longe e portanto é propositada. 
No segundo a bola está ali a ser disputada com o jogador do Benfica a chegar primeiro e o do Porto a não conseguir evitar a pisadela no peito do pé do adversário. 
E esse é precisamente o segundo detalhe. 
Sudakov atinge Samu no tornozelo enquanto Veiga pisa o peito do pé a Bah. 
Pelas regras da arbitragem uma entrada ao tornozelo é considerada muito mais perigosa para a integridade física do atingido e por isso merece sempre a exibição do cartão vermelho. 
Em ambos os lances foi exibido um cartão amarelo embora a gravidade das faltas seja diferente. 
E por isso pergunto onde andavam os benfiquistas indignados com o árbitro Miguel Nogueira quando na época passada o seu clube foi claramente favorecido, aí sim, por um erro do árbitro na cor do cartão exibido. 
E escrevo isto por uma simples razão. 
É que no Dragão, nesse lance, nem o Porto foi favorecido nem o Benfica prejudicado. 
Mas no outro lance ,em Guimarães, o Vitória foi claramente prejudicado e o Benfica claramente favorecido. 
O que infelizmente acontece repetidas vezes em jogos com o Vitória. 
E daí a mais completa falta de paciência para quem não sabendo perder anda a chorar de barriga cheia!
Depois Falamos.

Ilhas Faroé

Golfinhos

Farol de Corsewall , Escócia

104

Imagem: Histórias Críticas do Vitória Sport Clube
 
O Vitória completa hoje 104 anos de idade. 
Um longo trajecto feito de alegrias e tristezas, de conquistas e fracassos, de momentos que todos gostamos de recordar e de outros que preferimos nem nos lembrarmos. 
A não ser que isso sirva como aviso para que não se repitam. 
É o aniversario de um clube eclético que tem no futebol a sua principal expressão desportiva mas nas modalidades de voleibol, pólo aquático e basquetebol as suas maiores conquistas. 
Um clube com passado e com futuro. 
Um clube especial na forma como se liga à comunidade e sabe resistir a fenómenos de aculturação, infelizmente presentes no resto do país, o que o torna de há muito incómodo para o " status quo" a que também se chama "sistema". 
Um gigante adormecido que quando acorda abana tudo mas volta a adormecer com demasiada facilidade. 
São 104 anos que orgulham todos os vitorianos. 
Na certeza de que o clube continua a dever muito ao seu potencial e que é cada vez mais tempo de um corresponder ao outro. 
Parabéns Vitória Sport Clube.
Depois Falamos.

segunda-feira, setembro 21, 2026

Especulação

 Aviso prévio: Este texto é completamente especulativo e centra-se em cenários que poderão nunca vir a ser colocados no panorama político nacional. Mas também poderão acontecer e apenas o futuro o dirá.
Nas muitas sondagens, barómetros e afins que estão disponíveis na comunicação social e nas redes sociais achei particularmente curiosa esta sondagem da empresa Pitagórica (uma empresa que conheço e que é credível no seu trabalho) que coloca uma realidade completamente nova no nosso xadrez político e que é a possibilidade de o Chega ser o partido com mais deputados.
No caso, conforme a imagem que ilustra este texto (e com distribuição por distritos) , o Chega elegeria 75 deputados, o PS 74, a AD 61, a IL 12,o Livre 5, a CDU 2 e o JPP 1 com a boa notícia que seria o desaparecimento do BE do Parlamento e o PCP prosseguir o seu caminho rumo a fazer-lhes companhia na total irrelevância política.
Com a nuance de o PS ter mais votos que o Chega mas menos um deputado.
E então qual é a especulação?
Naturalmente saber o que fariam os três maiores partidos num cenário destes dado que os outros não teriam qualquer importância na eventual formação de maiorias para governar.
Salvo se num cenário da abstenção da AD a IL viabilizasse um governo do Chega o que me parece muito improvável.
O que fariam Chega e PS é fácil de prever.
O Chega sendo o partido com mais deputados seria naturalmente convidado a formar governo.
Mas sem maioria corria o risco de o seu programa de governo ser chumbado no parlamento se não fizesse um acordo com a AD ( que poderia passar pela abstenção desta se garantisse o tal apoio da IL) dado que a hipótese de um governo minoritário seria de excluir.
O PS naturalmente chumbaria qualquer governo do Chega pese embora dos dois partidos se entendam em muito mais do que às vezes parece.
E então seria a AD, terceira grupo parlamentar a decidir.
Ou viabilizava um governo do Chega, em coligação ou em acordo parlamentar, ou o inviabilizava.
Correndo o risco da subalternização no primeiro caso ou do reforço do Chega no segundo (que podia levar esse partido para a periferia ou para  própria maioria absoluta) porque o eleitorado de centro e de direita poderia não entender que ao contrário do que sempre defendeu a AD não deixasse governar quem tinha ganho as eleições.
E se o governo do Chega não fosse viabilizado que aconteceria?
Provavelmente o Presidente da República (socialista o que não é questão menor nesta especulação) convidaria o segundo partido a formar governo.
Ou seja o PS.
E aí enquanto o Chega teria todas as razões para votar contra já a AD ficava com uma batata bem quente na mão.
Porque ou viabilizava o governo do PS, ficando como parceiro menor de um novo e indesejável Bloco Central, ou se aliava ao Chega para o reprovar e então perante a opinião pública a AD apareceria como uma força política que não deixava ninguém governar, à sua direita e à sua esquerda,  e a factura eleitoral disso seria bem pesada.
Em qualquer das circunstâncias a AD (em bom rigor o PSD) corria o sério risco de se tornar uma espécie de PRD do século XXI entalado entre a direita radical e a esquerda pouco moderada (o PS de hoje) perdendo a sua característica histórica de partido capaz de liderar governos e servindo apenas para viabilizar governos de outros partidos.
Cumprindo tragicamente o que muitos anos atrás fora, por razões diversas, o sonho político de Mário Soares, de Freitas do Amaral e interesseiro de uns rapazes das "Opções Inadiáveis" que mais não queriam que um Bloco Central que garantisse poder e negócios para toda a vida.
São especulações conforme adverti no início do texto.
Mas estamos em Portugal onde tantas vezes a realidade ultrapassa a fantasia como é sabido.
Espero bem que nada disto aconteça e que a AD vença as próximas eleições com maioria absoluta que é o cenário que interessa a Portugal.
Espero é que isso não se torne numa fantasia tão grande como a desta especulação...
Depois Falamos.

Terrorismo

Vamos tentar esquecer os clubes em confronto, o jogo de ontem, o resultado do mesmo e as polémicas que sempre existem num país com escassa cultura futebolística.
Vamos concentrar-nos neste tipo de "jornalismo" , nesta forma de passarem mensagens aos telespectadores, no incentivo à violência que isto constitui.
A Cm TV não é televisão (nem que fosse) de um dos clubes em confronto.
Supostamente, mas a prática dela prova que infelizmente é só supostamente, é um canal de televisão que deve tratar os factos com equilibrio, bom senso , rigor e isenção.
Esta semana defrontaram-se dois dos maiores clubes portugueses que são sempre candidatos ao titulo e que já tem demasiados focos de conflitualidade entre eles.
Que fez a CM TV?
Passou a semana a exaltar um clube e a provocar outro.
Sabendo bem da animosidade entre massas associativas.
Que fez a CM TV depois do jogo?
Tomou as dores de quem perdeu (sem razão de existirem mas não é disso que se trata aqui) , lançou a suspeição sobre quem ganhou , deu asas às reclamações dos perdedores ajudando à exaltação dos seus adeptos e continuou a provocar quem ganhou dando alento à indignação dos seus adeptos.
Pode chamar-e a isto jornalismo?
Creio que não.
Isto são apenas e "só" actos que fomentam a violência e apelam ao ódio.
Uma irresponsabilidade cretina que querer aumentar  audiências em nada justifica.
Não sei que anda a fazer a ERC mas sei que devia olhar para isto com a gravidade que isto tem.
Porque o que a CM TV faz não é jornalismo. Duvido até que o saibam fazer.
Isto é terrorismo comunicacional.
Hoje no futebol, amanhâ noutras áreas bem mais graves e complexas se não forem travados a tempo.
Depois Falamos. 

Templo 1000 Deuses, Indía

Gravidez

Castelo de Tarasp, Graubünden, Suíça

domingo, setembro 20, 2026

Rui Borges

Não sei se Rui Borges vai continuar como treinador do Sporting. 
Talvez sim, talvez não, pode ser que resista ao empate de ontem pode ser que a sad queira aproveitar a paragem das seleções para um novo treinador ter mais tempo para se entrosar com o plantel. 
Veremos nas próximas horas,dias o que vai acontecer. 
Considero Rui Borges um bom treinador, competente , sabedor e cuja simplicidade talvez seja um dos factores de antipatia por parte de uma massa associativa que se considera descendente do visconde de Alvalade e que prefere a nobreza, mesmo que esta não ganhe nada, ao povo com troféus conquistados. Certo é que na Liga dos Campeões entraram bem com uma vitória convincente sobre o Galatasaray e no campeonato com sete jogos disputados o Sporting tem 4 triunfos, 3 empates e 0 derrotas o que não sendo excelente também não envergonha ninguém.
Especialmente se considerarmos que os dois últimos empates se devem exclusivamente a erros de jogadores com um patético auto golo de Gonçalo Inácio em Famalicão nos instantes finais e ontem com a expulsão de Debast depois de uma entrada absolutamente disparatada e de um ingénuo penalti cometido por Quaresma pouco depois de entrar em jogo. 
Podem imputar-se culpas ao treinador por estes pontos perdidos? 
É óbvio que não. 
Como não se lhe podem imputar culpas de no defeso ter perdido jogadores fundamentais como Hjulmand, Pote, Trincão, Quenda e Morita que eram a espinha dorsal da equipa. 
Para lá daquela história ainda hoje mal contada da putativa saida de Luis Suarez que abalou a equipa no início da temporada. 
E reconstruir uma equipa demora o seu tempo como é sabido. 
Aguardemos, pois, o que vai acontecer. 
Na certeza que a sad do Sporting há poucas semanas atrás renovou contrato com Rui Borges. 
Veremos agora com que convicção o fez. 
E quanto valem os compromissos assumidos por ela e pelo presidente do clube à cabeça.
Depois Falamos.

sábado, setembro 19, 2026

Jornalixo

Estes palhaços quando são declarações sem direito a perguntas dos presidentes de Benfica, Porto e Sporting comem e calam sem se indignarem com o facto de fazerem deles suportes de gravadores. 
Isso, como é sabido, acontece com enorme frequência e eles subservientes e veneradores aceitam sem tugir nem mugir. 
Agora fazem-no por vontade própria assumindo que realmente não servem para mais do que isso. Suportes de gravadores. 
É o jornalixo que temos!
Depois Falamos

Imitação

Já era sobejamente conhecida a "xico espertice" de meia dúzia de humoristas falhados, de pintores de paredes sem talento para mais e de músicos que se tem em alta conta ( embora na realidade...coitados) mas vivem na periferia da subsidiodependência, que decidiram beneficiar o espectáculo de Jerry Seinfeld com a sua ausência o que, como se sabe, aumentou de forma exponencial a venda de bilhetes quando os potenciais espectadores perceberam que podiam assistir ao show do humorista americano sem aturarem essa cambada. 
Mas lá tiveram um tempo mediático que pelas suas aptidões nunca conseguiriam! 
Agora, pelos vistos, apareceu por Guimarães um " macaquinho de imitação " que também quer os seus cinco minutos de fama à custa do mais que estafado tema de Israel. 
No caso por causa de uma audiência do presidente de câmara ao embaixador israelita. 
Mas se não fosse este pretexto seria qualquer outro porque o objectivo é mesmo protagonismo a qualquer preço. Ridículo e patético. 
Mas a vida continua e o festival também. 
Só gostava era que este oportunista experimentasse ir tentar dirigir um festival de música religiosa em Gaza. 
Logo perceberia, e bem depressa, com quantos paus se faz uma canoa...
Depois Falamos.

Nota: Depois desta falta de respeito por Guimarães e pelos compromissos assumidos espero bem que nunca mais lhe seja dada oportunidade de fazer seja o que for no município. Não merece!

sexta-feira, setembro 18, 2026

Farol de Nubble, EUA

Chita

Ayllón, Espanha

Convocados

A primeira convocatória de Jorge Jesus dificilmente foge de poder ser considerada como mais do mesmo porque está em linha com as convocatórias de Roberto Martinez.
Novidades?
Samuel Soares, depois de meia dúzia de jogos como titular do Benfica , Nuno Tavares com um bom início de campeonato na Lázio e Fábio Silva que a jogar no Borússia Dortmund tem marcado golos.
Palhinha, não foi convocado para o Mundial mas era presença habitual nas chamadas do antigo selecionador, é um regresso mas não propriamente uma novidade..
Os restantes estiveram todos no Mundial.
A grande curiosidade reside mesmo no modelo de jogo, nos "onzes" que vão alinhar, no tempo de utilização de Cristiano Ronaldo.
Porque inovar...não inovou.
E até manteve jogadores cujo início de época tem sido decepcionante de que Gonçalo Inácio é o maior dos exemplos.
Venham os jogos que é no relvado que se confere o acerto ou o erros das convocatórias.
Depois Falamos.

Costume

Ontem o Torreense escreveu uma página muito bonita do futebol português. 
Era suposto que os supostos jornais desportivos lhe dessem o justo realce. 
" A Bola", é justo dizê-lo, esteve á altura do momento e fez desse jogo o grande destaque da capa. 
Os outros dois...mais do mesmo. 
Duas banalidades sobre jogadores do Porto e do Benfica e o Torreense atirado ( então no Record...) para um plano absolutamente secundário. 
E depois chamam a isto jornalismo e querem que as pessoas comprem estes jornais. 
Vão ter sorte...
Depois Falamos