
Com o mesmo à vontade, mas também a mesma independência, com que tenho apoiado decisões do governo e de Luís Montenegro devo dizer agora que discordo frontalmente desta posição quanto aos que se passou com os flotilheiros do costume.
Por duas razões essenciais.
A primeira é que não tendo sido bonito nem louvável aquilo que se viu a verdade é que o próprio primeiro ministro de Israel condenou os acontecimentos e desautorizou (não sei se já o demitiu ou vai demitir) o ministro responsável pelo acontecido.
O que demonstra que aquilo não foi uma posição do Estado de Israel, bem pelo contrário, mas sim um grave erro do ministro.
E a União Europeia deve reger as susas decisões por posições de Estados e não como resposta a erros de ministros já desautorizados pelo próprio primeiro ministro.
A segunda é que as flotilhas pagas pelo Irão e por organizações apoiantes do Hamas e compostas por cumplices e apoiantes dos terroristas são um problema de Israel e de quem nelas vai e de mais ninguém.
O Estado português não tem de se envolver , não tem nenhuma responsabilidade no assunto nem tem qualquer obrigação de resolver viagens turísticas que corram mal a cidadãos que sabiam muito bem aquilo em que iam meter e que ao contrário do que dizem não era para levar ajuda humanitária a lado nenhum mas apenas para proporcionarem acções de propganda contra Israel e pró Hamas como nas flotilhas anteriores.
E assim sendo não entendo nem apoio esta posição do governo.
É a vida.
Depois Falamos.
Nota: Cá por coisas acho que faria bem ao primeiro ministro reflectir sobre a votação do publico português no festival da Eurovisão. Inteligente como é rapidamente perceberá que neste assunto o politicamente correcto vai ao contrário do sentir popular. Aquele sentir que dá votos.
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