
Era para durar quatro dias segundo os prognósticos do invasor e do criminoso de guerra que a ele preside.
Faz hoje quatro anos que a Rússia invadiu a Ucrânia e aquilo a que chamam uma operação especial continua muito longe do sucesso.
Graças à liderança magnífica de Volodymyr Zelensky, à coragem do povo ucraniano e ao valor do seu exército.
Também com a ajuda da União Europeia, menos do que seria desejável mas ainda assim importante, e dos Estados Unidos até ao regresso ao poder de um lacaio de Putin que reduziu substancialmente a ajuda americana à Ucrânia.
Seja como for a Ucrânia resiste. E com ela resiste a Europa livre e democrática que rejeita ditaduras e ditadores.
A Rússia tem de ser travada.
E a Ucrânia é a frente de batalha de todos nós.
Depois Falamos.
Nota: Não posso deixar de recordar aqueles canalhas também conhecidos por generais de aviário que comentavam nas televisões ( um ou outro ainda por lá andam) que se babavam de gozo,quatro anos atrás, pela iminente entrada do exército russo em Kiev! Enganaram-se. Na previsão e na profissão. Estavam melhor a engraxar botas ao Exército Vermelho.
Sem comentários:
Enviar um comentário