
Sobre este caso que invadiu o nosso espaço mediático desde a passada terça feira direi apenas quatro coisas muito ligeiras até se saber qual a decisão da UEFA sobre o assunto.
A primeira é que registo o brutal esforço da nossa comunicação social para desculpabilizar, branquear, duvidar da suposta atitude racista do jogador do Benfica alinhando disciplinadamente na posição do próprio clube. E comparando com outras situações do passado registo a diferença abissal de tratamentos.
A segunda é que ninguém tapa a boca com a camisola antes de se dirgir a um adversário se a intenção for perguntar-lhe as horas, saber se a família está de saúde ou se gosta do carro que comprou.
Muito menos quando a conversa é entre argentinos e brasileiros.
A terceira é que ambos os jogadores tem reconhecidamente mau feitio e tomam constantemente atitudes provocadoras o que em caso algum justifica, porém, insultos racistas, homofóbicos ou de qualquer outro género.
A quarta é que estava a ser um bom jogo até ao incidente e depois dele o nível caiu bastante.
E há que dizer que neste caso, ou seja neste jogo, o Benfica tem claras razões de queixa da arbitragem.
Ficaram "amarelos" por mostrar que afastariam da segunda mão jogadores como Carreras e Vinicius que são peças importantes na estrutura da equipa madrilena.
Percebe-se a indignação de Mourinho mas não se percebe é o descontrolo que o afasta do banco no segundo jogo especialmente quando se trata de alguém com a experiência de centenas de jogos nas competições europeias.
Depois Falamos.
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