Este assunto, que alguns tentam desesperadamente transformar num caso, começou praticamente quando Luís Montenegro foi eleito para a liderança do PSD.
E depois perseguiu-o durante os anos em que ele na liderança do partido ganhou eleições legislativas e chegou ao cargo de primeiro ministro.
2024 e depois 2025.
Especialmente depois de ganhar as eleições em 2024 e quando se percebeu que o PS estava em queda, que depois se confirmaria em 2025, a sanha persecutória nunca mais abrandou e a comunicação social cavalgou quanto pôde as investigaçoes do Ministério Público (MP) que duraram anos e nada apuraram.
Nada!
Nenhuma ilegalidade, nenhum acto suspeito e muito menos nenhum crime.
Meses atrás esse inquérito, esmiuçado aaté ao tutano por tudo quanto era jornalista ou fazia de conta que o era, foi encerrado.
Sem que Luís Montenegro fosse sequer constituido arguido pelo que se pôde constatar que a montanha tinha parido um rato.
Mas qual quê.
O MP resolveu voltar à carga alegando haver disparidades entre o custo da construção e as facturas emitidas pelos empreiteiros.
Lê-se e pasma-se!
Então durante anos que andaram a investigar tudo que se relacionava com a casa não tiveram tempo para verificar isso? Que seria precisamente um dos aspectos pelos quais deviam ter começado se havia suspeitas de irregularidades?
Já todos percebemos que o "romance" vai continuar.
Tentando "fritar" o primeiro ministro em lume brando ao sabor de interesses que não os de fazer Justiça.
Em Portugal a esquerdalha (BE, PCP, Livre e sector radical do PS) quanto menos vale junto do eleitorado mais se entrincheira nos redutos que lhe restam.
Alguns elementos do Ministério Público e redacções de jornais e televisões.
Agora estimulados por pensarem que a vitória de António José Seguro pode ser capitalizável pelo PS, em eleições antecipadas, como se os votos em Seguro fossem total e automaticamente transferíveis para o PS.
É o país que temos.
E, infelizmente, a Justiça e a comunicação social que bem contra vontade também temos de aturar.
Depois Falamos.
Nota: Quem interpretar este texto como um gesto de solidariedade com Luís Montenegro...interpretou bem. Com o país mergulhado na trágédia das inundações ao primeiro ministro só faltava mesmo ter de voltar a aturar semelhante palhaçada.

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