
Há muito que deixei de perceber, se é que alguma vez percebi, os critérios pelos quais as televisões convidam determinadas personagens a aparecerem nos seus programas como comentadores.
Seja nos noticiários, em progrmas de debates ou noutros espaços.
E isto aplica-se à política, ao futebol e a várias outras áreas.
Será por serem amigos de quem manda e escolhe, por serem deste ou daquele partido, desta ou daquela organização que cultiva o secretismo (sim, a Maçonaria) , de terem determinadas orientações sexuais na área dos LGBTi, seja lá pelo que for.
Pela qualidade de alguns deles é que não é.
Veja-se o caso deste Raposo que se intitula escritor e cujo pedantismo é simplesmente ridículo.
Ridiculo por achar que alguém, seja qual for o estatuto que tenha, é obrigado a manifestar preferências eleitorais.
Pedante por entender que essas preferências tem de ser iguais às dele.
E ainda por cima é mentiroso.
Porque na área política do centro direita não foi apenas Pedro Passos Coelho a única figura relevante que não manifestou qualquer apoio na segunda volta das presidenciais.
O primeiro ministro Kuís Montenegro, os ex primeiros ministros José Manuel Durão Barroso e Pedro Santana Lopes e o actual presidente do parlamento José Pedro Aguiar Branco também não o fizeram.
Entre outros.
De facto não aturar cromos como este Raposo são uma boa razão para darmos graças pelo facto de as televisões terem comandos à distância!
Depois Falamos.
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