
Não vou dizer que se gosta mais do Vitória quando se vive longe de Guimarães do que quando se vive no concelho porque não seria verdade.
Gosta-se do Vitoria. Ponto.
Vivendo na Alameda Alfredo Pimenta, na Rua de S. Gonçalo, na Urbanização da Senhora da Conceição, na Austrália ou no Chile.
Simplesmente quando não se vive no concelho de Guimarães, e se assume o vitorianismo com um orgulho muito próprio, é-se muito mais facilmente identificado com o clube por amigos e conhecidos porque, feliz ou infelizmente não vou discutir isso agora, em todo o lado se encontram benfiquistas, portistas e sportinguistas mas vitorianos são mais raros.
Sendo certo que mesmo os adeptos doutros clubes admiram a forma como os vitorianos mesmo longe de Guimarães defendem o Vitória desde o clube em si ao direito inalienável de ser chamado pelo seu nome e não pelo nome da Terra onde está sedeado.
Tudo isto para explicar a imagem que ilustra este texto.
Um destes dias um amigo de Esposende ao percorrer a feira de artesanato viu estes objectos e de imediato se lembrou do amigo vitoriano.
Comprou as peças e ofereceu-mas num dos almoços que periodicamente vamos tendo o que muito me sensibilizou.
Lá está a vantagem de ser vitoriano.
Esse meu amigo tem muitos amigos benfiquistas, portistas e sportinguistas. Mas vitoriano só um.
Ser do Vitória é de facto muito especial.
Depois Falamos.
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