domingo, março 29, 2026

Trovante

Tenho uma relação de enorme admiração, quase devoção pura, pelos Trovante há mais de quarenta anos.
Vi-os actual pela pela primeira vez no fianl dos anos 70 num espectáculo no Teatro Jordão, em Guimarães,  e foi caso de amor à primeira vista porque fiquei desde logo como fã enturiasta e mantenho essa postura tantos anos passados.
Depois vi-o mais alguma vezes ao vivo, muitissímas menos vezes do que gostaria em boa verdade, nomeadamente em Lisboa, no Algarve, na Póvoa de Varzim e mais uma ou outra actuação já não recordo onde.
Depois a banda acabou e os seus principais elementos seguiram carreira a solo o que não obstou a que em ocasiões muito especiais se voltassem a reunir para espectáculos especiais e que se tornaram desde logo memoráveis.
Foi o caso destes quatro concertos deste mês de Março (dois no Porto e dois em Lisboa) que permitiram a uma legião de fãs reencontrarem os Trovante  e disfrutarem de extraordinários momentos de música ouvindo todos os grandes êxitos de sempre  mas também de comunhão absoluta entre público e músicos com os primeiros a por vezes cantarem sozinhos, num imenso coro bem afinado perante o deleite orgulhosos dos segundos, como tive oportunidade de testemunhar no passado sábado.
Fã avisado que sou garanti os bilhetes em Setembro do ano passado não fosse o diabo tecê-las e deixando para mais tarde corre ro risco de em vez de bilhetes encontra rum letreiro de lotação esgotada!
Nao sei se alguma vez voltarei a ter a oportunidade de ver os Trovante ao vivo dado o factor referido de apenas se juntarem muito esporadicamente.
Mas tendo ou não tendo o espectáculo de sábado foi verdadeiramente memorável e absolutamente inesquecivel.
Depois Falamos.

Nota: No bom tempo em que os carros tinham leitores de CD raramente deixei de na respectiva caixa trazer sempre um dos Trovante. Que portanto me acompanharam em inúmeras viagens ao longos dos anos compensando de alguma forma o não ter asssitido a mais concertos.

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