quinta-feira, março 19, 2026

Dia do Pai

Hoje é dia do pai.
E sendo óbvio que não é necessário um dia específico para nos lembrarmos dos pais e dos avôs, especialmente quando já não os temos entre nós, é sempre uma boa oportunidade para lembrarmos com gratidão o papel que tiveram nas nossas vidas em tão variados aspectos.
Como por exemplo a nossa opção desportiva por um clube.
E digo-o com algum conhecimento de causa porque na família directa já vamos na quinta geração vitoriana (avô, pai, eu, filhos, neto mais sobrinha, sobrinho e sobrinhos netos) e de umas gerações para outras o Vitória é sempre transmitido como opção única e indiscutível de amor clubístico.
Foi pela mão do meu pai que entrei pela primeira vez na Amorosa e depois no Municipal, foi ele que me fez associado do clube e foi nas tertúlias da "Casa das Gravatas" ouvindo o meu avô e os amigos a falarem do Vitória ( usando termos que agora já não se usam como  "back", "corner", "liner" e outros) que consolidei o clube como algo de importante para a vida.
E do meu ponto de vista, com 53 anos de associado e de vida associativa  e alguma experiência do que é o clube em termos directivos, considero como factor decisivo do crescimento e comprensão do mesmo aquilo que os nossos pais e avôs (também mães e avós mas hoje é dia do pai) nos vão transmitindo desde a mais tenra idade e que depois consolidamos ao longo da vida.
O Vitória é grande e é único porque tem uma relação de amor com os seus adeptos tão forte quanto inigualável.
E quem melhor para nos ensinar a amar o nosso clube que os nossos pais e avôs?
Ninguém.
E hoje é um excelente dia para recordar isso.
Depois Falamos.

Sem comentários: