sábado, março 28, 2026

Raphinha

Foto" Mundo Deportivo"

A lesão de Raphinha ao serviço de seleção do Brasil, e a enorme indignação do Barcelona em volta da mesma, traz novamente para a ribalta a questão do excesso de jogos que hoje os futebolistas de primeiro plano tem de fazer muito por força da ganância ilimitada da FIFA.
Não se discute que as seleções, ainda para mais em ano de mundial, tem de ter os seus jogos de preparação mas a verdade é que os jogadores são dos clubes ,que são quem lhes paga, e quando se lesionam ao serviços das seleções os grandes prejudicados são os clubes que ficam sem eles.
Numa fase crucial da época, com titulos em disputa, o Barcelona fruto da lesão de Raphinha ao serviço do Brasil no amistoso com a França disputado nos EUA vai ver-se privado do jogador no mínimo por cinco semanas o que o afastará da equipa em cinco jogos do campeonato e nos dois jogos dos quartos de final da Liga dos Campeões com todos os prejuízos inerentes à ausência de um dos principais jogadores do clube.
E como acontece agora com Raphinha e com o Barcelona já tem acontecido com outros jogadores de outros clubes.
O que é mais uma razão para que os clubes , respeitando sempre os interesses das seleções, se unam na exigência de os calendários serem aliviados em termos de carga de jogos dado que hoje os futebolistas de primeiro plano tem cargas competitivas absolutamente excessivas.
E depois aparecem as lesões e respectivos impedimentos.
O que significa que a continuar-se por este caminho se está a matar a galinhas dos ovos de ouro.
Depois Falamos. 

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