
É preciso um elevado grau de badalhoquice e uma falta total de vergonha para comparar alguém condenado pela Justiça com alguém que não é acusado de rigorosamente nada.
Ao " não é não " faz sentido juntar um NUNCA.
Porque com "este" Chega é imposssível qualque rentendimento face à clara opção pela calúnia, pela mentira, pelo insulto.
Uma baixeza completamente inaceitável.
Depois Falamos
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