terça-feira, setembro 29, 2026

Vergonhosa

A atitude tomada pelos jogadores da República da Irlanda no jogo frente a Israel foi simplesmente vergonhosa!
Para eles, para a sua Federação e para o próprio governo do país.
Cabeças baixas durante o hino de Israel, fumos pretos nas mangas e essencialmente a recusa de cumprimentarem os adversários( quer antes do jogo se iniciar quer na escolha de campos retratada na fotografia que ilustra este texto)  são atitude de um anti desportivismo, d euma falta de fair play e d euma evidente falta de educação que são a antitese do que deve se ruma competição desportiva e deveria merecer uma severa punição da UEFA.
Especialmente o não cuprimentarem os adversários, como se tivessem alguma doença contagiosa, remete inevitavelmente para as teorias nazis da supremacia ariana ou para o aberrante sistema de castas ainda hoje em vigor na Indía.
Seres que se acham superiores não cumprimentam seres que consideram inferiores!
Inqualificável.
Como inqualificável é usar uma competição desportiva para fazer política.
Porque uma seleção representa um país e nesse país haverá certamente quem defenda esta atitude como haverá muitos outros que a condenam e dela discordam profundamente.
Os jogadores irlandeses e quem consentiu nesta vergonhosa atitude esqueceram-se disso.
De resto considero que desporto e política devem viver o mais separados possível.
E por isso também discordo do afastamento de atletas, clubes e seleções russas das comeptições internacionais como se os desportistas pudessem ser responabilizados pelos erros e crines dos políticos e dos regimes.
Moda que começou, tanto quanto me lembro, no boicote aos Jogos Olimpicos de Moscovo em 1980, a que se seguiu o boicote aos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984 e vai surgindo de quando em vez, incluindo a palhaçada argentina no último Mundial depois de vencerem a Inglaterra, para  tantas vezes substituirem o que deviam ser verdadeiras sanções a Estados que violam o direito internacional.
Ao desporto o que é do desporto e à política o que é da política.
Fugir disso é um erro lamentável que apenas contribui para afastar o desporto daquilo que é a sua génese fundamental.
Competição, respeito, desportivismo e fair play!
Depois Falamos.

Sem comentários: