
segunda-feira, novembro 02, 2026
Indigna

A forma como Rui Borges foi despedida do Sporting é absolutamente indigna!
Nem vou aqui referir os titulos e troféus, a grande carreira na Champions do ano passado e a razia que o plantel sofreu neste início de época como motivos de estranheza pela decisão porque isso acontece com outros e não impede que sejam despedidos quando os grandes sábios do futebol moderno - os presidentes dos clubes - entendem que chegou a hora de os mandar embora.
Num tempo em que a paciência dos dirigentes consegue ser ainda menor que a sabedoria e a sensatez que nalguns casos já é bem pouca.
E por isso o que choca neste despedimento é a forma como as coisas foram feitas.
Começaram dias atrás com "notícias" a serem plantadas na imprensa que se presta a isso (Bola, Record e CM TV à cabeça) dizendo que Rui Borges ia sair de certeza absoluta restando apenas dúvidas se seria já, depois do jogo da Champions ou até na próxima paragem para jogos de seleções em meados deste mês.
Numa coisa eram absolutamente coincidentes todas elas.
Paulo Fonseca seria o sucessor e não era alvitrado mais nenhum nome.
Prova evidente, se necessário fosse, que quem plantou as notícias ou as mandou plantar ( neste caso é absolutamente indiferente) sabia muito bem o que ia acontecer, ou seja que Rui Borges ia ser despedido e Paulo Fonseca contratado, e por isso ia preparando os adeptos para essa realidade.
Não é preciso ser um Hercule Poirot ou um Sherlock Holmes para saber quem foi o "plantador" das notícias e obreiro da indignidade.
Resta desejar a Rui Borges, um bom treinador e um homem sério (o ter saído imediatamente sem pactuar com "artistices" prova bem isso), os maiores sucessos na sua carreira a par da expectativa de que obrigue o Sporting a pagar-lhe até ao último dia de um contrato renovado há poucos meses.
Quanto a Paulo Fonseca, também ele um bom treinador, já sabe ao que vem e com quem vem trabalhar.
Quando chegar a vez dele já não tem por onde se admirar...
Depois Falamos.
domingo, novembro 01, 2026
Campeão

"Habemus" campeão.
E que campeão.
Aos vinte anos de idade, e apenas na sua segunda época na Fórmula Um, Kimi Antonelli torna-se o mais jovem campeão de sempre e o primeiro italiano a conquistar o título desde 1953.
Com uma época absolutamente brilhante Kimi, um jovem que conduz como um consagrado, há muito que deixava adivinhar que seria campeão mais GP menos GP tal o seu domínio.
Foi hoje no México ao conquistar o terceiro lugar num GP vencido por Max Verstappen e que teve em segundo lugar Lewis Hamilton.
E ao partilhar pódio com os dois pilotos mais titulados ainda em competição pode dizer-se que de alguma forma Kimi Antonelli diz ao que vem.
Ser, também ele,um dos maiores da História da F1.
Depois Falamos.
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