Nos tempos de hipocrisia que vivemos já nada admira nem sequer a falta de vergonha de algumas forças políticas e de alguns países.
Vivemos tempos em que um corrupto que chegou ao poder com base em acordos com bascos herdeiros não arrependidos de terroristas e criminosos catalães e contestado nas ruas por milhões de compatriotas depois da tragédia de Ceuta, da qual é largamente responsável por incompetência e incuria, ainda é elogiado, louvado, apontado como exemplo por dirigentes políticos portugueses como José Luis Carneiro e a direção do PS.
Tempos em que o primeiro ministro do Estado democrático de Israel ao discursar na AG da ONU vê a sala abandonada por representantes de dezenas de países que minutos depois aplaudem o actual presidente sírio um conhecido terrorista da Al Qaeda comandante de milícias responsáveis por inúmeros massacres no Iraque e na Síria e que passou anos a pregar a morte ao Ocidente.
Tempos ainda em que se tornaram moda as manifestações contra Israel e a favor de uma Palestina que nunca existiu enquanto Estado nas quais vem ao de cima um anti semitismo que orgulharia Alfred Rosenberg e seus seguidores mas nunca há uma palavra de solidariedade para com os milhares de vítimas dos atrozes ataques terroristas de 7 de Outubro.
Tempos em que o seguidismo,a obediência ideológica, a incapacidade de se libertatem de dogmas velhos e ultrapassados impede alguns de condenarem claramente a agressão russa à Ucrânia e ainda tentam fazer passar as mentiras do genocida Putin sobre "desnazificação" como pretexto válido para uma invasão que nada justifica.
Tempos de hipocrisia.
Tanta hipocrisia que esses apoiantes de Sanchez, ingénuos perante Jolani, manifestantes pró Palestina e lacaios de Putin nem sequer esboçam uma, por tímida que fosse , condenação da decisão do comunista Daniel Ortega de acabar com as eleiçoes na Nicarágua e voltar a implementar uma ditadura marxista leninista.
Hipocrisia política que nalguns casos se transforma na própria hipocrisia de Estado como foi bem claro na ONU esta semana.
É o que temos.
Depois Falamos.
Nota: Exemplo supremo da hipocrisia foi a Nicarágua ser uma das delegações que abandonou a sala quando discursava o PM de Israel. Imagine-se um país em que acaba de ser imposta uma ditadura a querer dar lições de moral a quem quer que seja...

Sem comentários:
Enviar um comentário