terça-feira, julho 14, 2026

Todos

Não me considero, muito longe disso, um católico exemplar e menos ainda um praticante regular dos ritos da religião mas sei no que acredito e tenho a minha forma de acreditar que só a mim diz respeito como é evidente.
Isso não obsta a que tenha uma enorme admiração por algumas figuras da Igreja como foram os casos do Papa João Paulo II, uma da sfiguras mais extraordinárias do século XX, e posteriormente do Papa Francisco cuja humanidade, simplicidade e simpatia não podiam deixar ninguém indiferente.
Para lá dos méritos pastorais como é óbvio.
Dois homens extraordinários e dois Papas que marcaram o mundo de forma extraodinariamente positiva.
O Papa Francisco, falecido há pouco mais de um ano, deixou inúmeros exemplos dessa simplicidade atrás referida  ( o ter vivido e morrido na residência de Santa Marta em vez de no Palácio Apostólico é prova disso) e do humanismo que terá tido a sua expressão maior quando nas Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa teve a célebre frase " Na Igreja há lugar para todos, todos, todos".
Querendo com isso significar que todas as pessoas deviam ser acolhidas independentemente da sua condição ou percurso de vida.
E todos são mesmo todos!
Todos.
Um conceito profundamente inclusivo que não admite exclusões, separações, discriminações sejam quais forem os pretextos, as motivações, os argumentos ou tudo o mais que brote da má imaginação humana.
Todos são todos!
Ponto.
E oxalá o exemplo e as palavras do Papa Francisco iluminem aqueles que tem dúvidas, questões, objecções, preconceitos   contra o todos serem mesmo todos.
Porque são.
Depois Falamos.

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