terça-feira, julho 07, 2026

Artistices

Já se sabe que a FIFA do senhor Infantino, aliás um "digno" sucessor do senhor Blatter, não merece qualquer confiança no que toca á defesa do futebol e à isenção perante as seleções que disputam as suas competições e muito em especial o Mundial de futebol masculino.
E nesses atropelos tem lugar em plano de destaque a forma como a seleção argentina é levada ao colo independentemente do valor, que é muito, dos seus jogadores.
Foram duas"Bolas de Ouro" dadas a Messi quando quem as merecia era Ronaldo, foi a escolha de Messi como melhor jogador do Mundial de 2014 quando não o mereceu nem de perto nem de longe, foi a conhecida tolerância dos árbitros para com Messi não lhe mostrando os vermelhos que merecia em 2022 e agora em 2026, foi a forma como Infantino festejou um golo da Argentina contra Cabo Verde, foi a sua alegria no final desse jogo expressa em declarações que depois tentou corrigir mas já foi tarde.
E hoje mesmo a inacreditável tolerância do árbitro francês perante a agressividade argentina no jogo com o Egipto perdoando amarelo atrás de amarelo ( Romero nem ao intervalo devia ter chegado) e guardando a acção disciplinar para o banco egipcio onde mostrou amarelos e vermelho a gastar.
Mas hoje confirmou-se outra artistice da FIFA já perceptível em jogos anteriores e não apenas da seleção argentina.
A forma como a realização dos jogos (e hoje foi especialmente patente) mostra ou não mostra , no melhor estilo da Benfica Tv, os lances polémicos e que podem pôr a nu o colinho que a FIFA dá a quem lhe interessa.
Dou apenas dois exemplos.
Com o resultado em 1-0 a favor do Egipto há uma falta sobre Salah mesmo à entrada da área argentina que o árbitro não assinalou. Era um lance de claro perigo mas repetições nem vê-las.
Na jogada anterior ao 3-2 argentino há um lance muito duvidoso na área argentina (possível penalti) que mereceria repetição de vários ângulos como outros lances tem tido.
Mas qual quê. Apenas uma repetição e ao longe que não dá para confirmar se foi ou não grande penalidade.
É o estado a que a FIFA de Infantino está a reduzir o futebol.
E foi pena que as seleções europeias e africanas não tenham aproveitado o escândalo Trump/Infantino para porem termo imediato ao Mundial.
Tinham prestado um enorme serviço ao futebol.
Depois Falamos.

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