
Marca todos os cantos e todos os livres nos últimos 30 metros ( até com dispensáveis "artistices" como ontem) sem excepção.
Raramente tenta um sprint, uma jogada de bola no pé serpenteando como antigamente entre os defensores.
Poucas vezes tenta o drible.
Perde a bola com mais frequência do que antigamente.
Tem uma equipa a jogar em função dele.
Continua a ser um dos melhores finalizadores do futebol mundial.
O talento e a técnica continuam lá por inteiro.
Tem uma equipa e um país unidos em torno de si.
Equipa que soube adaptar-se ao que ele actualmente pode dar ( que continua a ser muito) e um pais que soube compreender que o tempo passou por ele e hoje já não pode ser o que foi ontem e tem de jogar de forma necessariamente diferente.
Falo, como é bom de ver, de Leo Messi.
Outro génio a jogar o seu último mundial.
Depois Falamos.
Sem comentários:
Enviar um comentário