
Tal como o título indica a tradicional procissão do Corpo de Deus não passa este ano no Martim Moniz como era habitual.
Piedosamente, e nem outra coisa era de esperar de um Patriarcado, foi explicado pelo mesmo que as razões se prendiam com levar a procissão a zonas onde normamalmente não ia e até a alargar o seu percurso face a anos anteriores.
De forma igualmente piedosa receio que a verdade não seja bem essa mas outra bem pior.
O Martim Moniz é hoje uma zona de Lisboa ocupada por praticantes de religiões bem menos tolerantes em relação a outros religiões do que a católica é tolerante com elas.
E por isso o Patriarcado para evitar possíveis incidentes desviou a procissão do Corpo de Deus para outras paragens reconhecendo implicitamente que o Martim Moniz parece não fazer parte do Estado português mas sim sendo uma região autónoma de um qualquer Califado.
É triste mas parece ser verdade.
E nem é um fenómeno que se circunscreve a Portugal porque já é frequente noutros países da União Europeia onde os europeus vão recuando nas suas leis valores, e convicções e cedendo posições nessas matérias a imigrantes africanos, árabes, indianos e de outras regiões sempre em nome do politicamente correcto e sempre receando acusações de racismo e xenofobia.
É absolutamente penoso assistir a isto e perceber que ainda há ( a esquerdalha de que o PS não se consegue demarcar) quem queira impedir que o Estado se defenda, defenda os seus cidadãos e explique a quem quer para cá vir que ou vem para trabalhar, aceitar as nossas leis e costumes e respeitar as nossas tradições e valores ou então as portas estarão fechadas para os que cá chegam e querem impor-nos as suas formas de vida, a sua religião, os seus usos e em muito casos viver de sunsídios porque trabalhar não é com eles.
Hoje na Europa é preciso lutar sem receios nem cedências pela defesa da nossa civilização tal como é.
Livre, tolerante , democrática e inclusiva.
Mas casos como o do Martim Moniz são um mau indício quanto ao sucesso dessa batalha.
Depois Falamos.
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