
Esta singular, para ser simpático, personagem é um dos flotilheiros portugueses que resolveu fazer turismo onde sabia perfeitamente que não o podia fazer e acabou recambiado por Israel, como na altura foi amplamente noticiado, exigindo que o governo português lhe fosse aparar o jogo e se calhar pagar a viagem de regresso.
É também daqueles que andou a espalhar mentiras sobre o tratamento recebido embora não tenha ido nessa matéria tão longe como uns pobre diabos que entraram no avião de colar cervical e supostamente a receberem soro e no destino desembarcaram aos saltos e de perfeita saúde.
Ainda assim, e sem preconceitos de qualquer espécie, olha-se para o sujeito e percebe-se tudo desde aquilo que ele é até à corja de amigos dos terroristas do Hamas de que faz parte.
É dos tais casos em que uma imagem vale por mil palavras.
Mas na fotografia nem tudo é mau e por isso espera-se e deseja-se que o estabelecimento que aparece por trás lhe possa proporcionar toda a ajuda de que manifestamente carece.
Depois Falamos.
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