
Depois as coisas evoluíram, as leis flexibilizaram-se (felizmente nalguns casos como a famigerada lei de opção),surgiu o "caso Bosman e nunca mais o futebol foi o mesmo.
Especialmente no mês de Janeiro em que o mercado reabre e os clubes procuram afanosamente compor os seus grupos de trabalho suprindo lacunas e corrigindo erros cometidos no tal defeso em que se define o plantel de cada uma.
Pessoalmente não vejo grandes vantagens nessa reabertura de mercado na óptica dos clubes.
Especialmente quando se vão buscar jogadores a outros campeonatos,outros climas,outros hábitos.
Normalmente quando estão adaptados já o campeonato corre para o fim e acabam por ser (quando são...) apenas reforços para a época seguinte.
Para os jogadores,especialmente para os que estão mais ou menos encostados ou para os que se salientaram e podem dar o salto para realidade competitiva e financeira.admito que esta época de Janeiro seja vantajosa.
Mas para quem o é ,sem sombra de duvida,é para aqueles a quem se chama "empresários" de futebol.
É vê-los de uma lado para outro, com as malas cheias de "Messis","Ronaldos","Iniestas" e afins,sempre prontos a impingirem qualquer jogador a qualquer clube desde que "pingue" a respectiva comissão e possam auferir os proventos do negociozinho.
Não criam riqueza nem postos de trabalho mas gostam que lhes chamem empresários.
Por eles o mercado não reabria em Janeiro; estava aberto todo o ano!
Por mim,com raríssimas excepções,no Vitória não passavam da recepção do complexo desportivo.
Modos de ver as coisas...
Depois Falamos