domingo, junho 29, 2025

Exibicionismo

No telejornal da hora de almoço de hoje a RTP, quiçá devido a falta de notícias, resolveu dar um destaque inusitado a duas marchas do chamado "orgulho Gay" que decorreram uma em Budapeste e outra no Porto.
Assunto que em bom rigor interessa a uma minoria insignificante dos telespectadores presumo.
Mas também assunto a que é dada pela comunicação social uma relevãncia que não tem.
Vou ser clarinho como a água.
Respeito toda a gente e dentro desse respeito inclui-se o respeito pela orientação sexual de cada um (desde que não envolvam perversões como a pedofilia é claro) tal como exijo o mesmo respeito pela minha heterossexualidade orgulhosamente assumida.
A diferença é que ao contrário dos LGBTI não ando permanentemente (nem permanentemente nem nunca para ser claro) a atirar à cara dos outros com a minha opção sexual que é minha e apenas a mim diz respeito.
E por isso admito que estou farto deste permanente exibicionismo dos LGBTI com as marchas, os dias de orgulho gay, as agendas ultra minoritárias que querem impor à esmagadora maioria dos que nelas não se reveêm, o palco que a comunicação social lhes dá continuamente quando nada o justifica a não ser as cumplicidades e afectos de que a comunidade LGBTI dispõe em muitos jornais e televisões.
E mais ainda.
Quando ouço, e ainda hoje ouvi nas citadas peças da RTP, os LGBTI a dizerem que os seus direitos tem de ser respeitados não posso deixar de dizer o seguinte,
Os direitos e deveres (mas curiosamentes desses nunca eles falam ) dos cidadãos estão plasmados na Constituição e nas leis da República e são rigorosamente iguais para todas e para todos os portugueses.
E para os "todes" também!
A orientação sexual de cada um, seja ela qual for, não dá a ninguém a prerrogativa de exigir direitos e leis especiais em função disso e se não tem outros argumentos é melhor não usarem esse porque é pura banha da cobra ao serviço do tal exibicionismo de que não prescindem e de que as suas marchas fazem exuberante prova.
Repito que respeito as pessoas e as suas orientações sexuais.
Mas tenho o inalienável direito de não ter paciência para aturar este "circo" mil vezes repetido e que nos é metido pela casa dentro por televisões com estranhos critérios informativos e que acredito desagradarem a uma parte maioritária dos telespectadores.
E tal como tenho o direito de não ter paciência também tenho o direito de o dizer.
E por isso está dito.
Depois Falamos.

Monte Fuji

Lua

Sacré Coeur, Paris

Abril

Desde 1974 que em Portugal se comemora o 25 de Abril a data em que o pais conheceu a Liberdade e a Democracia que depois o 25 de Novembro confirmaria de forma irreversível. 
E por isso a data é comemorada em todo o país e por todo o lado mesmo naqueles lados em que no resto do ano predominam a mentalidade e os métodos do 28 de Maio. 
O culto do partido único, a intolerância perante quem pensa diferente, as pressões e ameaças a quem não alinha com o poder, o considerar-se um crime de lesa majestade a merecer excomunhão eterna o simples acto democratico de ser alternativa. 
São mentalidades pobres, culturalmente deploráveis, democraticamente inaceitáveis mas... existem! 
E por isso cada acto eleitoral, cada vez vez que o povo se pronuncia é certamente uma oportunidade de proporcionar a esses "lados", onde mentalidades e práticas do 28 de Maio ainda predominam, a necessária mudança para formas de estar e exercer o poder condizentes com o século em que vivemos e onde a liberdade e a democracia resultantes do 25 de Abril sejam prática diária e não apenas a celebração hipócrita de uma data.
Depois Falamos.

Patético

O mesmo SS que queria impor a censura quer ser Chefe de Estado de um país democrático. 
O mais provável é mesmo acabar como inquilino de um hospital psiquiátrico depois de sofrer o merecido esagamento na presidenciais se a elas tiver a distinta lata de ser candidato.
De resto ele no hospital psiquiátrico e Sócrates na cadeia seria o epilogo merecido para aquele que foi um período vergonhoso da nossa democracia.
E já faltou mais para que isso fosse uma realidade...
Depois Falamos.

Parvinhas

Parvinhas até dizer basta. 
Uma ainda não digeriu a tareia eleitoral que reduziu o seu partido à importância do PAN e do regional JPP e a outra não passa de uma maldizente profissional que muito lamentará que inteligência, sensatez e saber estar não sejam hereditários.
Para lá de também ela ter levado a respectiva tareia nas eleições.
Cá se fazem cá se pagam.
Depois Falamos.

quarta-feira, junho 25, 2025

Excelente

Excelente escolha. 
Um grande profisisonal, competente, inteligente e isento. 
Muito bem o governo nesta opção que se algum defeito tem é o de pecar por tardia face ao que foi ao longo dos ansos a actuação do se seu antecessor - António José Teixeira- no cargo em que nunca consegiu esconder a sua preferência pelo PS.
Às claas quando o PS estava no governo e manhosamente, como nas última slegislativas, quando o governo era liderado pelo PD.
Não deixa nenhuma saudade.
A não ser ao PS é claro!
Depois Falamos.

terça-feira, junho 24, 2025

Independência

Portugal,aquele país engraçado onde se festeja a reconquista da independência a 1 de Dezembro de 1640 com feriado nacional mas onde a conquista da independência ( sem a qual nunca obviamente haveria reconquista) a 24 de Junho de 1128 não merece mais que um feriado municipal em Guimarães. E depois ainda há quem se admire quando se diz que Portugal é Guimarães e o resto são conquistas. 
De facto só em Guimarães se tem orgulho na data de conquista da independência.
Depois Falamos.

domingo, junho 22, 2025

Apoio

É evidente que apoio o governo da AD, sem nunca perder a independência de pensar e o direito de exprimir opinião, como é evidente que apoio sem qualquer reserva o primeiro-ministro Luis Montenegro que está a fazer um excelente trabalho e considero caminhar para um lugar na História dos grandes primeiro-ministros que o PSD deu a Portugal desde 1979. 
Dito isto, e porque se nem no tempo em que era militante do PSD prescindi do direito de opinar em liberdade muito menos o faria agora que não tenho filiação partidária, não posso deixar de dizer que enquanto cidadão e eleitor da AD não gostei e não gosto de ver governo, parlamento, empresas públicas e institutos dependentes do governo "inundados" por ex presidentes de câmara que em final de ciclo encontraram aí uma forma de permanecerem na politica activa. 
Um ou outro, aqui ou ali, enfim ainda se percebia mas são demasiados em cargos em que ainda por cima custa a perceber a razão de serem ocupados por alguns deles. 
E penso que o governo devia ter sido mais cuidadoso, mais criterioso e mais restritivo nessas opções.
Mesmo naqueles casos em que teve de se conformar com escolhas secundárias depois de recusas das prímeiras escolhas.
Quanto aos ex presidentes de câmara agora nessas novas funções não me recordo de em 2021 ter ouvido a algum deles outra coisa que não fossem veementes juras de amor aos seus municípios e aos seus eleitores e nem uma palavra sobre não cumprirem os mandatos a que se candidataram. 
Mas são opções que respeito embora discorde delas porque os mandatos são para cumprir e os eleitores para respeitar. 
E quando vejo um ou outro andarem por aí tão interventivos na pré campanha eleitoral e dando ares de muito preocupados com o futuro dos municípios a que presidiram não posso deixar de considerar isso como um exercício de pura hipocrisia. 
Porque se essa fosse realmente a preocupação e a prioridade deles tinham cumprido os mandatos que os eleitores lhes confiaram em vez de irem tratar da vida para outras paragens. 
As coisas são o que são!
Depois Falamos.