quarta-feira, março 06, 2019

Dublin


Quatro Notas

Este Vitória.Marítimo que terminou com justo triunfo vitoriano, e sobre o qual já estará tudo (ou quase) dito merece ainda assim quatro curtos comentários.
O primeiro para dizer que considero inaceitável, seja a que titulo for, que o Vitória a jogar em casa use o equipamento alternativo enquanto o adversário usou o equipamento principal e, ainda por cima, tratando-se de cores que em nada se confundem.
A nossa identidade passa ,também, pelo nosso equipamento. 
E está a vulgarizar-se o uso da camisola preta sem que nada o o justifique.
O segundo para considerar que o Vitória fez uma boa exibição, em especial no segundo período, e que ficou a dever a si próprio mais golos mas a habitual falta de perícia na hora de rematar a par de uma grande exibição do guarda redes insular impediram que o resultado tivesse mais consonância com o que se viu em campo.
O terceiro para destacar Whelton.
Que fez um excelente golo e só não fez outro a seguir porque Charles fez uma defesa espantosa quando já se gritava golo nas bancadas. Esperemos que este golo e a forma como o festejou, denotando uma enorme ansiedade por marcar agora desfeita ,sejam o ponto de partida para o reencontro com um Whelton que ainda não foi visto em Guimarães mas que marcara um tempo em Paços de Ferreira.
O quarto e último para falar de Miguel Silva.
Que chamado a jogar, na semana em que Douglas acabara de renovar contrato(...), correspondeu em absoluto e rubricou uma exibição tão segura quanto tranquila demonstrando ao treinador que pode (e deve) contar plenamente com ele.
Em suma mais três pontos, uma exibição agradável e o quinto lugar continua a ser um objectivo com o Vitória a não esmorecer na perseguição ao Moreirense.
Depois Falamos

terça-feira, março 05, 2019

A Outra Coligação

O meu artigo desta semana no jornal digital  "Duas Caras".

Na passada semana escrevi neste espaço sobre a Aliança Democrática que criada em 1979 por Francisco Sá Carneiro, Diogo Freitas do Amaral e Gonçalo Ribeiro Teles permitiu a primeira vitória eleitoral de forças não socialistas e significou uma viragem no rumo que Portugal então seguia e que já motivara uma primeira intervenção do FMI.
O seu ideólogo, e proponente, foi Francisco Sá Carneiro um político e Estadista extraordinário que deixou para os vindouros um pensamento estruturado, baseado em sólidos princípios e que tinham como referência fundamental o serviço a Portugal.
Dele, como fundamento maior do seu pensamento político, ficou a célebre frase “..primeiro Portugal, depois a democracia e só depois a social-democracia…” deixando bem claro que para ele Portugal estava acima de tudo, vindo a seguir o regime democrático e só depois o seu partido.
Foi também com base nos ensinamentos colhidos junto de Francisco Sá Carneiro, de quem foi discípulo dilecto, que Pedro Santana Lopes ousou romper com o conformismo que parece afectar a área não socialista/comunista de Portugal e propor uma vasta coligação entre Aliança, PSD e CDS que permitisse aos portugueses mudarem o rumo de desgraça que o país vem prosseguindo e encetar outro caminho que levasse Portugal a ser aquilo que tem potencial para ser mas…não tem sido.
E aqui há que dizer com toda a clareza, porque há quem não o saiba mas também não faltam os que fazem de conta que não sabem a par dos que fingem não perceber, que a Aliança não tem qualquer receio em ir sozinha a votos e enfrentar o veredicto dos portugueses.
Fá-lo-á já em Maio e nas Europeias e depois em Setembro nas regionais da Madeira como é sabido.
E se o mesmo acontecer nas Legislativas, como tudo indica, será para a Aliança um gratificante desafio o poder ir a votos com as suas bandeiras, as suas causas, os seus candidatos e a tranquilidade de nunca tendo sido poder não lhe poderem ser assacadas responsabilidades de qualquer espécie no estado em que o país se encontra.
Porque se há matéria em que a Aliança está perfeitamente à vontade é precisamente nas causas que propõe aos portugueses.
Crescimento económico e competitividade, coesão territorial, um sistema de saúde com qualidade para todos e não apenas para os que o podem pagar, valores fundamentais que defende (Liberdade, respeito, decência, mérito, ordem e autoridade), uma fiscalidade orientada para a desoneração de contribuintes e empresas, uma aposta na Educação e qualificação dos portugueses, a defesa do Ambiente, a reforma do sistema político e uma nova atitude na Europa e face à Europa são algumas das muitas causas que a Aliança defende e que colocará à apreciação dos portugueses.
É firme convicção do partido que estas causas, os protagonistas que as defenderão e a convicção com que elas serão afirmadas junto dos portugueses merecerão da parte destes uma adesão que resultará num excelente resultado eleitoral e porá o partido em posição de ter uma palavra a dizer no pós legislativas.
Então porquê a proposta de coligação quando o partido sozinho está em condições de atingir os seus objectivos?
Precisamente pela mesma razão que levou Francisco Sá Carneiro a criar outra Aliança em 1979.
Portugal!
Portugal que está mal governado pela Frente de Esquerda e que caminha para novo resgate e novo período de grande dificuldade para os portugueses face ao degradar das contas públicas (a dívida pública está em máximos históricos), à conflitualidade social, á erosão grave da autoridade do Estado, à falência para que caminha o SNS, à irresponsabilidade do governo em matérias tão importantes como a protecção civil e a defesa nacional, entre muitos outros exemplos possíveis e que apontam para um novo “pântano” para que os discípulos de Guterres e Sócrates encaminham o país.
E isso só pode ser travado se as forças não socialistas tiverem uma maioria absoluta no parlamento.
Sendo hoje claro para todos (ou quase…) que nenhuma delas pode vencer sozinha com maioria absoluta e que pelo contrário todas as sondagens apontam para uma vitória sem maioria do PS o risco de nas próximas eleições sair novo governo socialista é enorme e não pode ser tratado com a leviandade a que por vezes se assiste.
Sabendo-se que o método de Hondt favorece as coligações e que um entendimento pré eleitoral que valorize convergências e subalternize diferenças tem um efeito galvanizador no eleitorado é óbvio que apenas uma coligação pré eleitoral entre PSD,CDS e Aliança pode conseguir uma maioria absoluta no Parlamento e criar condições para a formação de um governo bem melhor que o actual.
E por isso a Aliança propôs esse entendimento.
Ao que se sabe quer PSD quer CDS recusaram.
Um porque mais do que achar que pode ganhar as eleições tem a (pobre) ambição de contribuir como parceiro menor para um “Bloco Central” que defenda múltiplos interesses de clientelas várias e o outro porque tem a ilusão de que conseguirá repetir no país o “fenómeno” irrepetível das autárquicas em Lisboa.
Perdida entre a defesa de interesses de uns e a medição de egos de outros a área não socialista tem na Aliança a única força política que para além de fazer oposição ao governo quer seriamente construir uma alternativa ganhadora à frente de Esquerda e fazer de Portugal um país às direitas.
A seu tempo os portugueses dirão de sua justiça!

segunda-feira, março 04, 2019

Como?

Tenho procurado, e assim continuarei a fazer, escrever pouco sobre o Vitória porque se por um lado me falta o tempo por outro também falta a vontade face aquilo que vou vendo nas prestações desportivas do clube e não apenas da sua principal equipa de futebol.
Mas ao deparar com esta notícia, capaz de fazer abrir a boca de espanto a qualquer vitoriano que conheça minimamente a História do clube, não resisto a deixar aqui meia dúzia de linhas sobre o assunto.
É uma realidade que o Vitória é o quarto clube português em termos de número de adeptos, e provavelmente o primeiro na qualidade desses adeptos, mas a verdade é que os motivos de satisfação ficam por aí dado que nas prestações desportivas esta última dúzia de anos tem sido de quase contínua perda de  terreno face a outros clube e especialmente em relação ao Sporting de Braga.
Esta época até em relação ao Moreirense.
E por isso há um ciclo negativo que importa inverter o mais depressa possível para que o Vitória se reencontre com o seu destino histórico que é o de ser, em tudo,o quarto clube português sempre com a ambição de se intrometer entre os três do costume.
Mas para isso, e enquanto os resultados não chegam, é importante que também se mude o discurso e se introduzam nele factores de ambição que comprometam o clube e galvanizem os adeptos.
Esta frase de Luís Castro é, por isso, muito infeliz.
Para um vitoriano a verdadeira meta é ser campeão e a Europa uma obrigação que  tem de ser cumprida todas as épocas.
Todas!
Enquanto o discurso(e a ambição) não forem por aí não vamos a lado nenhum.
Depois Falamos.

terça-feira, fevereiro 26, 2019

A Coligação

O meu artigo de hoje no jornal digital "Duas Caras".

Em 1979 , era o PSD era liderado por Francisco Sá Carneiro, Portugal vivia tempos muito difíceis devido à instabilidade política advinda de vários governos de iniciativa presidencial, às dificuldades económicas que já tinham originado uma intervenção do FMI e à tutela do Conselho da Revolução sobre o sistema político-partidário que impedia a plena consolidação do Estado de Direito.
Regressado à relativamente pouco tempo à liderança do partido, depois de convulsões internas que deram origem à ASDI, Sá Carneiro com a lucidez política e a visão estratégica que fizeram dele “primeiro entre os primeiros” entendeu que só seria possível dar a volta à situação e conseguir um governo credível , corajoso e competente se unisse em torno de um projecto político renovador as forças e partidos que não se reviam naquele estado de coisas.
À esquerda não era possível.
O PS, como sempre preso entre a hesitação, o tacticismo e os complexos de esquerda não se mostrou nunca disponível para um entendimento que viabilizasse esse tal governo de que Portugal tão desesperadamente necessitava e por isso o líder do PSD virou-se para os partidos à sua direita para com eles conseguir o tal entendimento.
E a opção foi falar com o CDS, que nesses tempos tinha em muitos pontos do país um relacionamento dificílimo com o PSD, e com o PPM que não tendo representação parlamentar tinha um líder carismático e de prestigio reconhecido (Gonçalo Ribeiro Teles) e algumas “bandeiras” na área do Ambiente e do Ordenamento do território que Sá Carneiro considerava essenciais a um projecto mobilizador e abrangente.
Convidou ainda o Movimento Reformador (António Barreto, Medeiros Ferreira, Sousa Tavares, etc) que não sendo partido e portanto também não tendo representação parlamentar tinha um conjunto de pessoas e ideias que ajudavam a credibilizar o projecto de mudança.
E assim nasceu a Aliança Democrática.
Que foi uma convergência de ideias, de vontades, de pessoas, de capacidade dos seus protagonistas de porem os interesses de Portugal em primeiro lugar.
E as coisas correram bem.
Francisco Sá Carneiro, Diogo Freitas do Amaral e Gonçalo Ribeiro Teles criaram entre si um entendimento pessoal e político tão perfeito que frequentemente até viajavam no mesmo carro em acções de campanha, os três partidos e os Reformadores entenderam-se programaticamente de forma exemplar, as bases dos partidos perceberam que era possível actuarem em conjunto e depois de uma campanha eleitoral extraordinária a AD venceu as eleições.
E venceu porque concorreu em coligação.
Porque se os partidos tivessem concorrido em separado tal nunca teria sido possível porque para além de o método de Hondt favorecer as coligações  existiu também uma motivação galvanizadora do eleitorado em torno de gente e partidos que sabiam entender-se e punham o interesse de Portugal acima dos interesses partidários.
A chamada bipolarização pela qual Sá Carneiro sempre se bateu.
Mas não se pense que foi fácil.
Desconheço o que se passou no CDS (embora tenha notícia de que Freitas do Amaral e Amaro da Costa tiveram de se empenhar para a coligação ser aceite pelo partido) e no PPM mas recordo-me bem que no PSD as coisas não foram nada fáceis em termos de o partido aceitar a coligação.
Diria até que aqueles que ao lado de Francisco Sá Carneiro se batiam pela coligação pré eleitoral eram uma minoria ao lado dos que rejeitavam qualquer coligação à direita (a maioria) e os que a admitiam apenas depois das eleições que eram também em número significativo.
Mas o PSD tinha um líder extraordinário.
Um líder, na verdadeira acepção do termo, que se batia pelas ideias em que acreditava , que tinha uma visão política que lhe dizia claramente que apenas uma coligação pré eleitoral das forças não socialistas podia gerar a galvanização eleitoral necessária a vencer eleições e um líder que não tinha a ambição de ser vice primeiro ministro de Mário Soares nem de fazer do PSD o suporte menor de um governo socialista.
Os portugueses deram-lhe razão!
A AD venceu as eleições intercalares e depois de um ano de governo voltaria a vencer as eleições legislativas aumentando a maioria de que já dispunha na Assembleia da Republica demonstrando dessa forma que os portugueses acreditavam (e votavam) em quem tinha a coragem de romper, de fazer diferente, de pensar Portugal em primeiro lugar.
Memórias de um tempo extraordinário.
Que Portugal bem precisava de repetir!

segunda-feira, fevereiro 25, 2019

Catedral de Berlim


Avião


Pumas


Disputado

Os jogos entre os dois Vitória já foram um clássico do nosso futebol quer pela valia das  equipas, quer pelo historial dos dois clubes, quer pela disputa de lugares classificativos acima dos que actualmente ocupam.
No passado sábado encontraram-se duas equipas de dois clubes que na actualidade estão algo distantes do passado mas que ainda acima disputaram o triunfo numa partida bem disputada e que não desmereceu em relação a jogos do tal passado mais animador.
O Vitória visitante tem melhores jogadores e melhor equipa e por isso não admira que tenha sido o que esteve mais perto do triunfo enquanto o Vitória visitado fez das fraquezas forças e discutiu o resultado até ao fim numa partida que qualquer uma das equipas podia ter vencido.
Uma vez mais teve peso decisivo no resultado a incapacidade de o Vitória minhoto transformar em golo as oportunidades que criou , com o azar do remate ao poste de Davidson pelo meio, enquanto o seu antagonista também não sendo particularmente feliz no momento de rematar criou menos oportunidades pelo que o resultado lhe deve ter sabido particularmente bem.
De facto a forma como os homens de Luís Castro criam e desperdiçam golos, com Guedes apagado e Whelton a entrar a meia dúzia de minutos do fim para o seu lugar (o que tem o seu significado), traduzem bem a grande lacuna do plantel que Janeiro não supriu.
Faltam homens golo ao Vitória e a tabela classificativa ressente-se disso.
Veremos se nos próximos jogos , com recepções a Marítimo e Boavista intervaladas pela deslocação a Braga, a equipa consegue ser mais eficaz porque caso contrário corre o risco de a Europa se transformar numa miragem e a época terminar em desilusão.
Uma nota final para Matheus Oliveira.
Que sabe ter bola, tem visão de jogo, decide normalmente bem e começa a complementar tudo isso com boas exibições e golos.
Talvez fosse altura de tentar ficar com ele a titulo definitivo.
Depois Falamos.

terça-feira, fevereiro 19, 2019

Próximos Desafios

O meu artigo desta semana no Duas Caras.

Ultrapassado o enorme desafio de realizar o seu primeiro congresso, ciente de que não havia margem de erro porque a primeira imagem que se ia dar ao país seria sempre “definitiva”, a Aliança concentra-se agora nos próximos desafios que tem pela frente.
Com a casa arrumada, ou seja, com orgãos nacionais eleitos, programa e estatutos aprovados, linha estratégica definida e objectivos claramente fixados a Aliança vai agora concentrar-se nos desafios eleitorais deste exigente anos de 2019.
É evidente que a par disso, e já lá iremos, continuará a trabalhar intensamente na implantação e organização territorial que serão sempre a base indispensável aos sucessos eleitorais e  cujos processos estão a correr de forma muito satisfatória no continente, regiões autónomas e na diáspora depois de vários meses de intenso trabalho nesse sentido que continuará ao longo dos próximos anos.
Nisso se insere, aliás, a decisão tomada por unanimidade na comissão executiva da direcção política nacional no sentido de até ao fim do presente ciclo eleitoral (a 6 de Outubro com as eleições para a Assembleia da República) não se realizarem eleições internas para qualquer tipo de orgão distrital, e por maioria de razão concelhio, permitindo assim concentrar todas as atenções nos desafios externos que se põe ao partido.
Aliás a exemplo do que já acontece há muito tempo noutros partidos democráticos.
E então quais são esses desafios externos?
Em primeiro lugar as eleições europeias de 26 de Maio.
A que a Aliança concorre com listas próprias e nas quais se constitui como o único factor de novidade absoluta, quer em termos programáticos quer em termos de candidatos, face aos discursos já conhecidos dos outros partidos quer à repetição de nomes a encabeçarem as respectivas listas.
Bastará atentar no facto de PSD, CDU, CDS e BE candidatarem os seus cabeças de lista a um terceiro mandato , que lhes permitirá um total de quinze anos como deputados europeus no final do mandato a que agora se candidatam, para perceber que nada de novo podem trazer a estas eleições.
É verdade que há também o PS.
Que aproveitou as eleições para remodelar o governo, libertando-se de um ministro que foi um fracasso e de uma ministra que nunca saiu do cinzentismo, assim transformando um acto de fundamental importância para Portugal num instrumento de arrumação da “casa” socialista e de um governo que para horror dos socialistas e do irritantemente optimista primeiro-ministro não dá ao PS nenhuma garantia de merecer uma maioria absoluta de que está, aliás, cada vez mais longe.
Em suma nas europeias há a Aliança ou mais do mesmo.
Os portugueses dirão de sua justiça.
Depois as regionais da Madeira.
Onde a Aliança concorrerá com listas próprias e com a natural ambição de integrar uma solução de governo pós eleitoral face à cada vez maior evidência de nenhum partido ou coligação conseguir vencer com maioria absoluta.
Há todo um trabalho a ser feito nesse sentido, pela direcção nacional e pelo Aliança Madeira , no intuito de oferecer aos madeirenses uma alternativa credível e capaz de merecer o seu apoio para uma mudança de ciclo governativo na região.
Finalmente as legislativas de Outubro.
Onde a Aliança concorrerá em todos os círculos eleitorais do continente, nas regiões autónomas e nos círculos da Europa e de Fora da Europa com a ambição já expressa de obter um resultado na casa dos dois dígitos percentuais que lhe permita ter um grupo parlamentar significativo e capaz de influenciar a formação do próximo governo.
Já se sabe, porque na Aliança gostamos de clarificar atempadamente as coisas, que nunca faremos um acordo de governo com o PS porque consideramos que manter o PS no governo, mudando os parceiros, seria contribuir para manter o que é essencialmente mau mudando apenas os acessórios que são maus mas não decisivos em muitas (não todas...) áreas da governação.
 E por isso a Aliança deixou clara a sua proposta de um acordo pós eleitoral, com base nos resultados eleitorais como não podia deixar de ser, com PSD e CDS de molde a construir uma maioria que possa substituir a actual Frente de Esquerda que nos (des)governa.
São estes os nossos objectivos.
Por eles todo a Aliança trabalhará com empenho, seriedade, desprendimento de interesses pessoais e grande convicção naquilo que estamos a fazer.
Portugal merece.