
Felizmente o que Augusto SS quer ou deixa de querer já não interessa para nada neste país.
Tal como o próprio que não passa de uma recordação de tempos maus da democracia portuguesa, que ainda hoje o país anda a pagar a duras penas, que se ainda tem algum palco o deve aos camaradas da comunicação social que insistem em impingir as opiniões de um sujeito sem qualquer credibilidade.
Que pese embora a sua comprovada inutilidade conseguiu a proeza histórica de fazer parte de governos de três primeiro ministros ( Guterres ,Sócrates e Costa) e tem o recorde absolutamente espantoso de ter sido ministro de cinco diferentes pastas ( Educação, Cultura, Assuntos Parlamentares, Defesa e Negócios Estrangeiros) sem aptidão especial para qualquer delas e sem em qualquer delas ter deixado algo que valha minimamente a pena recordar.
Apenas palavreado, promessas por cumprir e um estilo caceteiro que ainda assim não impediu que chegasse, imagine-se, a presidente da Assembleia da República.
Pois este vestígio do passado não resiste a querer influenciar o presente (coitado...) e pensando que são todos como ele e o seu amigo António Costa acha que se o Chega ganhar eleições o PS e o PSD devem fazer uma geringonça ao centro para impedir de governar quem ganhe as eleições.
Uma desonestidade política já conhecida do PS mas na qual espero que nunca o PSD embarque, se um dia a questão se puser, porque isso seria perder completamente toda a razão que teve em 2015.
Por razões de principios (coisa que Augusto SS obviamente não tem) e também de clarividência política.
Porque uma geringonça do Bloco Central não só não duraria muito como faria que em eleições posteriores o Chega obtivesse uma maioria absoluta e provavelmente bem dilatada.
E se um dia o Chega tiver de governar é preferível que o faça em minoria e controlado pelo Parlamento do que ao abrigo de uma maioria absoluta que representa um poder quase absoluto.
Mas para o em tempos ideólogo do "eu gosto e é de malhar na direita" isso é manifestamente difícil de perceber.
E por isso vai malhando nele próprio ao cobrir-se de ridículo pelos disparates que diz!
Depois Falamos.
Sem comentários:
Enviar um comentário