
Não sei se será alguma senilidade precoce, se haverá alguma loucura oculta, se qualquer outro problema ligado à saúde mental.
Não sei mesmo!
Sabe-se ,de há muito, que é fraco nas convicções, hesitante no carácter, pouco dado à resistência ao politicamente correcto e a coragem política não é traço dominante da sua forma de ser.
Mas participar na homenagem a um terrorista do Hamas, pese embora a velha cumplicidade entre a ONU e esse bando de facinoras, é algo que ultrapassa qualquer realidade compreensível e remete para a esfera do inaceitável.
Duas coisas são certas.
Uma é que se o cargo tivesse alguma relevância e importância na cena política mundial não seria ele a ocupa-lo. E menos ainda a fazer um segundo mandato.
A outra é que estes comportamentos envergonham Portugal.
E isso é o que mais lamento
Depois Falamos.
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