domingo, novembro 28, 2010

A Ler !





Mais três sugestões de leitura.
Que para não fugir ao habitual são referentes á biografia de politicos.
A reediçaõ de uma obra de Maria João Avilez sobre Francisco Sá Carneiro, escrita poucos meses depois da sua morte, e que permanece ainda hoje como um dos melhores retratos do fundador do PSD.
Com o interesse adicional da reedição respeitar integralmente a obra original em termos de textos.
Apenas a capa mudou.
Depois (mais)um livro sobre a excepcional figura de Nelson Mandela.
Desta vez narrando,com a colaboração do próprio,aspectos menos conhecidos da sua vida politica na prisão de Robben Island e depois de libertado.
Inclui entrevistas,discursos e cartas escritas por Mandela.
E um interessante prefácio de Barak Obama.
Finalmente uma biografia de Álvaro Cunhal.
Um dos personagens mais interessantes da vida politica portuguesa dos últimos sessenta anos.
E mais enigmáticos também.
Que esta biografia torna mais acessível.
Três interessantes livros pela certa.
O primeiro já li e reli aquando da primeira edição.
O segundo estou a ler.
O terceiro está numa lista de espera que já vai algo longa.
Mas lá chegará a vez.
Depois Falamos

quinta-feira, novembro 25, 2010

É Fartar Vílanagem...

Imagem:http://adesenhar.blogspot.com

Em poucas palavras se expõe o assunto.
No âmbito da discussão do orçamento de estado o PS votou favoravelmente(pudera...)uma proposta que visava um regime de excepção para os cortes salariais a aplicar nas empresas públicas.
Essencialmente a CGD, mas também a TAP e outras.
Com o inacreditável argumento de que tal visava impedir a fuga para o sector privado dos principais quadros dessas empresas.
Como se alguma vez isso tivesse qualquer importância.
Mas sempre preocupado com a sua visão muito própria de "justiça social" os socialistas vieram garantir que isso não afectará os 5% de corte na massa salarial bruta das empresas.
O que significa, em português corrente, que se uma pequena e privilegiada minoria vai pagar menos alguém vai pagar mais!
Desgraçadamente os que menos podem ainda vão ter de sustentar os que mais podem.
Acontece que essa proposta foi aprovada.
Porque contou com aquilo a que chamo uma infelicíssima abstenção do PSD.
Que salvo melhor explicação não compreendo em contexto nenhum.
Porque o que estava e causa era apenas salvaguardar regalias,privilégios e chorudos salários dos "boys " topo de gama do PS.
Só do PS ?
Pois,infelizmente essa é uma área em que o Bloco Central funciona na perfeição!
Mas o PSD não devia,nunca,dar cobertura a essa imoralidade.
Enfim...
Depois Falamos

Telavive,Israel

quarta-feira, novembro 24, 2010

Crescer !

Publiquei,hoje, este artigo no site da Associação Vitória Sempre

Com o futebol a correr bem, e as restantes modalidades dentro do previsto, importará agora reflectir qualquer coisa acerca da realidade que é hoje o Vitória.
E perspectivar aquilo que se deseja para os anos que aí vem.
Creio que a grande prioridade vitoriana, para os próximos anos, deve centrar-se no crescimento do clube em termos de massa adepta.
Crescer em número de sócios, crescer em número de lugares anuais vendidos, crescer em médias de assistência.
Mas, essencialmente, crescer em número de adeptos.
Projectando o clube de forma programada e consistentes para fora das fronteiras do nosso concelho.
Eu sei, todos sabemos, que o Vitória hoje já tem adeptos um pouco por todo o país e também nas nossas comunidades de emigrantes por todo o mundo.
Mas esses adeptos, nas sua esmagadora maioria, ou são de Guimarães ou descendentes de vimaranenses que saíram da sua terra para procurarem outras condições de vida noutros pontos do país ou no estrangeiro.
E esses são, digamos assim, adeptos por natureza.
Porque difícil seria não o serem.
Mas para o clube ganhar dimensão, e poder ambicionar competir noutros patamares, tem de crescer noutro tipo de adeptos.
Nomeadamente nos mais jovens e que ainda não tem uma simpatia clubística definida.
Todos sabemos a forma como durante anos os chamados “grandes” cresceram para fora dos bairros onde foram fundados e ganharam dimensão nacional.
Tiveram forte apoio mediático, é verdade, mas na génese do seu crescimento esteve o …ciclismo!
Num tempo em que não havia televisão, as rádios eram incipientes e os jornais não tinham a vertigem “futeboleira” dos tempos que correm, a forma desses clubes serem conhecidos era precisamente através da modalidade que levava as camisolas á porta de casa das pessoas.
Diria que bem antes de Eusébio ou Peyroteu foram nomes como Alfredo Trindade e José Maria Nicolau que contribuíram decisivamente para a dimensão nacional de Sporting e Benfica.
Depois vieram os triunfos no futebol, os jornais desportivos, as televisões e chegamos ao estado a que estamos hoje de perfeita ditadura (sem aspas) dos chamados grandes.
É este o ponto de partida do Vitória para o tal crescimento.
Sabendo que tem de lutar pelo seu lugar desportivo mas não descurando nunca outros espaços de influência.
Creio que temos um trunfo importante a nosso favor e que se bem utilizado pode vir a recolher importantes dividendos:
A nossa ligação ao primeiro Rei e ao nascimento de Portugal.
Não conheço nenhum clube português que tenha uma ligação tão umbilical á fundação do próprio país, á imagem da personalidade decisiva nessa fundação, á própria História de uma Nação quase milenar.
E á cidade onde tudo começou.
Essa ligação que (e muito bem) abrange o próprio nome do estádio e o emblema do clube deve ser, do meu ponto de vista, um dos pilares da estratégia de crescimento do Vitória.
Porque sendo um motivo de orgulho para todos os vimaranenses é também significativo para qualquer português.
O segundo pilar do crescimento deverá fazer passar a imagem de que o Vitória é um clube de Guimarães mas não só.
Fazê-lo crescer bem para fora dos limites do nosso concelho.
Rejeitar qualquer “acantonamento” intra muros, ainda que seja a ignorante forma como muito se referem ao Vitória como o “Guimarães”, e criar a ideia de um clube que cresceu a partir de Guimarães.
Tal como Portugal!
E isso passa, também, por termos o discernimento de perceber que há coisas que não se devem fazer.
Como por exemplo (acredito que na melhor das intenções) pôr a tocar o hino de Guimarães quando o Vitória entra em campo.
Porque não é o hino do Vitória, essencialmente, mas também porque nos “reduz” a Guimarães apenas e contraria essa imagem de um clube para além do seu berço.
Também porque, cá para nós, é um hino tão “parado” que em vez de galvanizar quase adormece!
Quando o Barcelona (apreendamos com os melhores do mundo) entra no Nou Camp toca o hino do clube não o da cidade ou até o da Catalunha.
Cada hino a seu sítio.
O terceiro pilar do crescimento tem de passar por uma aposta fortíssima no marketing.
“Vender” o Vitória como produto atractivo.
Campanhas de sócios, merchandising variado e vendável com especial enfoque nos mais pequenos, um site moderno e chamativo (creio que está no bom caminho), iniciativas para além da vertente desportiva.
E fazer tudo isso em Guimarães, sem duvida, mas também fora de Guimarães.
Combatendo o “inimigo” no seu terreno.
Apostando na divulgação do clube nos grandes centros populacionais porque cada adepto que ai conquistarmos vale por dois.
É um adepto para o Vitória e não é para nenhum dos chamados grandes.
O quarto, e tão descurado pilar, é a conquista de mediatismo para o clube através da aparição em espaços públicos da comunicação social.
Nas televisões e rádios nacionais, nos jornais diários desportivos e até nos outros, tem de “haver” Vitória.
Porque são espaços de influência, com repercussão a muitos níveis, que vão da arbitragem á Liga e á Federação.
Uma coisa é um árbitro saber que se prejudicar o Vitória isso terá quase nula repercussão e outra estar ciente de que qualquer erro será dissecado e criticado em espaço televisivo de audiência garantida.
Em Portugal é difícil decidir, e não falo apenas de árbitros, contra os chamados grandes e facílimo “atropelar” todos os outros.
Porque a indústria da crítica desportiva, e dos vários poderes existentes (LPFP/FPF) está toda ela virada para a necessidade de os grandes ganharem sempre.
E a verdade é que o Vitória nunca teve estratégia na área da comunicação social de molde a ser um dos clubes com influência.
Nunca.
O quinto e último pilar de crescimento chama-se títulos.
Que não temos no futebol embora outras modalidades já nos venham dando troféus a nível nacional em competições de topo.
Como o voleibol e o basquetebol.
Mas sem qualquer ilusão, embora todos sejam importantes, a verdade é que o crescimento é essencialmente potenciado por títulos no futebol.
As pessoas, e muito especialmente as crianças, tendem a ser por quem ganha.
E o ganhar, aparecer como vencedor, é o primeiro factor de fidelização clubistica para qualquer adepto que não nascido em Guimarães.
Precisamente os adeptos onde tem de assentar parte importante do nosso crescimento.
Sei bem que este é o pilar mais difícil.
Porque andamos há 88 anos a competir, os últimos 70 já na I divisão com quatro hiatos, e só temos uma Supertaça.
Consideremos então que o quinto pilar será decisivo na consolidação do crescimento mas não depende apenas de nós.
E façamos a nossa parte.
Apostemos seriamente na Ligação á História de Portugal e ao primeiro Rei, façamos o clube crescer para fora de Guimarães, utilizemos o marketing como ferramenta poderosa ao serviço de um objectivo e saibamos conquistar o nosso espaço mediático.
Quando tudo isso estiver feito, de forma competente e devidamente planificada, os títulos acabarão por aparecer.
Talvez apareçam antes quem sabe.
Mas aparecerão.
E aí poderemos ambicionar, sem demagogia, ser o terceiro clube português do século XXI.

terça-feira, novembro 23, 2010

O Rei das Cambalhotas

Mais um actualissimo cartoon da dupla Miguel Salazar/José Rialto.
Para ver, e ler, em http://miguelsalazar.blogs.sapo.pt.
E não posso estar mais de acordo com o sentido deste cartoon.
De facto o Vitória, esta época,tem-se "especializado" em cambalhotas no resultado.
Nacional, Sporting,Braga e agora Portimonense são os melhores exemplos dessa capacidade que a equipa tem demonstrado para dar a volta a resultados adversos.
Convém,contudo, não exagerar.
Porque lá diz o povo, na sua imensa sabedoria, que "tantas vezes vai o cântaro á fonte que acaba por rachar".
E,por vezes, as "rachadelas" acontecem nas piores ocasiões.
Depois Falamos

domingo, novembro 21, 2010

Lua e Gelo


Palhaços !

Portugal foi literalmente "invadido" por uns palhaços (sem ofensa para os artistas de circo) de várias proveniências que em associação com os palhaços (mais uma vez sem querer ofender os artistas circenses) locais lá promoveram mais uma manifestação contra a NATO.
E contra o imperialismo e os Estados Unidos da América como sempre.
Com o habitual, felizmente em muito menos escala que noutras latitudes, cortejo de vandalismo, enfrentamentos com a policia e destruição a granel.
Ao que parece existe a nível europeu uma verdadeira "indústria" vocacionada para este tipo de manifestações.
Que por vezes atingem níveis de violência elevadíssimos.
E palhaços pagos para interpretarem estes papeis.
Acho que toda a gente tem o direito de ser a favor ou contra a existência da NATO como é evidente.
E o direito de nas ruas manifestarem a sua posição.
Mas sem violência,sem vandalismo, sem provocações deliberadas ás forças de segurança.
Porque quando passam a esse nível, o que acontece quase sempre,deixam de ser manifestantes e passam a delinquentes.
E é nessa qualidade que tem de ser tratados.
De preferência com o máximo rigor.
Tenho pena que esses palhaços ,que tanto gostam de se arvorar em defensores de valores,não tenham a louvável coragem é de fazerem outra coisa.
Como,por exemplo,irem para o Irão manifestarem-se contra a morte por apedrejamento.
Ou para o Afeganistão contra os taliban que proíbem as mulheres de irem para a escola.
Ou para as monarquias corruptas do Golfo contra a falta de liberdade.
Ou para Angola contra a corrupção.
Ou para a China contra a ausência de um regime democrático.
Querias...
Os palhaços preferem actuar em países onde o regime politico lhes dá o direito de se manifestarem, lhes garante adequado tratamento hospitalar se a policia lhes chegar a "roupa ao pelo" e assistência jurídica para processarem o Estado pelo anteriormente exposto.
Correspondendo eles com o máximo de violência,vandalismo e destruição de bens e equipamentos.
E não tenho duvidas em afirmar que esses regimes democráticos ainda existem,nomeadamente na Europa,porque em tempos foi criada uma NATO para os proteger das ameaças que vinham do Leste europeu.
É, a vida tem ironias...
Depois Falamos

sexta-feira, novembro 19, 2010

Quatro Notas


Foto:www.maisfutebol.iol.pt
O memorável Portugal -Espanha de quarta feira , já tão debatido e comentado na generalidade da imprensa, merece-me quatro curtos comentários .
Em primeiro lugar para salientar a excelência da exibição e o volume do resultado perante uma selecção espanhola que é "apenas" campeã europeia e mundial em titulo.
Bem sei que foi um jogo particular.
Mas mesmo assim ninguém gosta de perder.
Muito menos o campeão do mundo.
Segunda nota para destacar que este resultado, mas essencialmente esta exibição,são uma vergonha para...Carlos Queiroz.
Porque os jogadores são os mesmos (mais Nani , Bosingwa e Moutinho menos Coentrão)mas a atitude é totalmente diferente em relação ao Mundial.
Onde existia receio existe audácia.
Onde se valorizava o calculismo defensivo agora optimizam-se as potencialidades atacantes de um excelente naipe de jogadores.
Onde não "existia" Ronaldo,aparece agora o melhor Ronaldo.
Terceira nota é de vergonha para todos nós.
Porque "ainda" há Madail e João Rodrigues no camarote presidencial e Amândio de Carvalho no banco.
Também por isso há menos gente nas bancadas.
Porque esses três, mais Laurentino Dias( e os seus amigos da Adop) e Queiroz, desgraçaram a imagem da selecção.
Lá terão de ser os jogadores, e Paulo Bento, a resolverem o assunto.
Quarta e última nota para dizer que o futebol não pode continuar á mercê de meia dúzia de velhos jarretas, acantonados no "International Board", que teimam em recusar os meios tecnológicos para ajudarem a esclarecer alguns lances.
É um crime lesa futebol o espantoso golo de Ronaldo ter sido anulado.
E uma simples câmara teria esclarecido o idiota do fiscal de linha e o incompetente do árbitro que a bola estava dentro.
E bem dentro.
Em suma foi um grande jogo para Portugal.
Que ajudou a melhorar um ego que que andava abalado e bem abalado.
Depois Falamos

Esquilo


quinta-feira, novembro 18, 2010

A Vasta "Familia".

Não tenho duvidas que Janeiro de 2011 nos proporcionará as mais aborrecidas eleições presidenciais desde a reeleição de Mário Soares face a Basílio Horta.
Curiosamente hoje tão próximo do governo socialista.
Sobre a recandidatura de Cavaco Silva já tive oportunidade de escrever.
E manifestar o desejo de que ganhe á primeira volta de molde a poupar-nos , a todos, á tremenda maçada de mais umas semanas de campanha.
Direi agora meia dúzia de palavras sobre a "extraordinária" candidatura socialista/bloquista que contribuirá,certamente,para revolucionar todas as teorias sobre a ciência politica.
Desde logo para registar que, em teoria,une franja significativa da esquerda desde os moderados do PS (com maior ou menor empenho logo se verá...) aos radicais do Bloco de Esquerda.
Dos que defendem com"unhas e dentes" este governo aqueles que o criticam 24 horas por dia,365 dias por ano.
Já é algo de insólito.
Mas há pior:
E tem a ver com o candidato.
Que quer, e apela a isso, empenho do PS na campanha mas não quer ver o governo do...PS por perto.
Muito menos o ministro das finanças!
Ou é uma grande ingratidão em relação a Teixeira dos Santos ou o reconhecimento implícito de que a sua politica nos levou ao estado em que estamos.
Em qualquer dos casos fica muito mal a Alegre.
Finalmente a espantosa posição da candidatura quanto á presença dos lideres, Sócrates e Louçã, nas sessões de campanha.
Primeiro afirmando que não aparecerão juntos.
Mas então porquê ?
Não apoiam ambos o candidato ?
Depois assegurando que é importante que apareçam mas não é essencial!
Espantoso.
Como Alegre esconde mal o desconforto que Sócrates (que aliás já fez saber que aparecerá o menos possível)mais e Louçã menos causam á sua candidatura.
Será que o velho ditado popular "...diz-me com quem andas dir-te-ei quem és.." não sai da cabeça do candidato ?
Em qualquer dos casos há algo que me parece evidente.
É uma candidatura de oportunidade, sem projecto politico coerente e estruturado,apoiada pelo Bloco para causar incómodos ao PS e apoiada pelo PS com o fervoroso desejo que as eleições cheguem o mais depressa possivel tal o incómodo evidenciado.
Ou seja um leque político demasiado alargado e contraditório para ter a credibilidade necessária.
Face a isto alguém acredita que Cavaco não ganhará tranquilamente logo na primeira volta ?
Depois Falamos

Balão


terça-feira, novembro 16, 2010

Á Primeira

A minha posição sobre as próximas presidenciais é muito clara.
Votarei Cavaco Silva mas mais nada.
Ou seja não me envolverei minimamente na campanha eleitoral.
Nem de forma passiva nem de forma activa.
A razão é muito simples.
Como português estou-lhe grato por ter sido um excelente primeiro ministro durante dez anos.
Especialmente nos sete primeiros anos.
Como militante do PSD não lhe estou nada grato pelo estado em que deixou o partido depois de dez anos de absoluta submissão aos interesses do governo.
Pelo menos do governo diria...
E que ainda hoje se reflectem em muitos aspectos da vida partidária.
Considero que foi um razoável Presidente da República neste seu primeiro mandato.
Acautelando muito bem (como sempre fez) as suas expectativas e prioridades e procurando não desagradar demasiadamente a nenhum sector do eleitorado.
Especialmente aos que são vitais para a sua reeleição.
Afinal algo que já tinham feito Mário Soares e Jorge Sampaio.
Mas então onde está o motivo para o desencanto?
É que houve um Cavaco entre o primeiro ministro e o Presidente da República.
Um Cavaco que apenas olhou pelos seus interesses e nada quis saber dos interesses de um partido que lhe permitiu ser tudo que foi e ainda é.
Um Cavaco que não foi solidário com um partido que sempre foi solidário com ele.
Um Cavaco que ajudou activamente (artigo da boa e da má moeda) a derrubar um governo de maioria liderado pelo PSD para o substituir por este "maravilhoso" governo liderado pelo senhor Sócrates.
E a esse Cavaco não perdoo essas atitudes.
Votarei nele:
Porque é um homem de estado,que exerceu o cargo com rigor, e fará certamente um bom segundo mandato.
Votarei nele:
Porque é a uma distância tremenda o mais bem preparado de todos os candidatos presidenciais.
Votarei nele:
Porque seria uma tragédia para Portugal ter Manuel Alegre como PR.
Votarei nele:
Para que seja eleito á primeira volta.
Porque é o que o país precisa e porque não me apetece nada ter que votar segunda vez.
E mais nada!
Depois Falamos

CP

Um amigo chamou-me a atenção para esta campanha publicitária da CP.
Muito criativa sem qualquer duvida.
Acontece que me lembrando qualquer coisa não sei exactamente o que é...
Alguém dá uma ajudinha ?
Depois Falamos

Um Retrato Vitoriano

Foto: http://oladov.blogspot.com

Esta foto, do blogue O Lado V, é de uma rara felicidade.
Porque nela está tudo que explica porque razão o Vitória é um clube completamente diferente de todos os outros existentes em Portugal.
Lá está a equipa de futebol do Vitória no seu magnifico autocarro.
Lá está a paixão popular pelo clube.
Lá está a muralha ,símbolo da História milenar da cidade, com a inscrição que a todos orgulha porque relembra onde nasceu o nosso país.
O que faz do Vitória esse clube único, orgulho de toda uma região, é precisamente essa ligação umbilical fortíssima á História da cidade onde nasceu Portugal.
Que é também a ligação a Portugal.
Os fundadores do clube em 1922 tiveram extraordinária sensatez, e felicidade, na escolha do nome, do símbolo e das cores .
Do nome porque os vimaranenses ,desde pelo menos D. Afonso Henriques, estão habituados a ganhar.
Vitória está nos seus genes,nasce com eles,é imagem de marca.
Do símbolo porque é um imenso orgulho ter no nosso emblema o Rei.
Aquele que nos conduziu á independência e fundou Portugal.
E fez de Guimarães a sua primeira capital.
Que diferença para outros clubes que tem como símbolos uma gaivota, um bichano ou um isqueiro...
Finalmente as cores.
O preto e o branco.
Que traduzem exactamente a maneira de ser dos vitorianos.
Que não misturam cores.
Quem é do Vitória é do Vitória só.
Quem não é do Vitória...não sabe o que perde.
Foram muito felizes os nossos fundadores nas escolhas que fizeram.
Como muito feliz foi "O Lado V" nesta excelente fotografia que deu origem a esta pequena reflexão sobre o Vitória.
Depois Falamos