
quarta-feira, julho 13, 2022
Livro

Já me referi, meses atrás, a este livro publicado em 2019 como um dos melhores que li nos últimos anos.
Explica como nenhum que tenha lido até hoje o fenómeno das muitíssimo preocupantes alterações climáticas.
Nestes dias de intenso calor, de temperaturas invulgares, de cada vez mais incêndios florestais lembrei-me dele novamente.
Porque tudo que está a acontecer está nele previsto com enorme aproximação à realidade.
E o pior é mesmo o que vem a seguir. Um livro de leitura obrigatória.
Depois Falamos.
Óptimo

Acho que o André Almeida faz muito bem em preferir o estrangeiro.
Vai ganhar mais, jogar num campeonato melhor e não tem de defrontar o Vitória.
E seguramente no clube para onde for não será tratado como o " indivíduo".
Depois Falamos.
terça-feira, julho 12, 2022
Motivo
Apenas um comentário: Despedir um treinador em plena pré temporada e a apenas nove dias de um jogo europeu importantissímo tem de ter um motivo muito forte e que não deixe duvidas a ninguém. Aguardemos pelos esclarecimentos da SAD.
Depois Falamos.
segunda-feira, julho 11, 2022
Nunca

Depois destas declarações nunca mais lhe vendia o André Almeida por um cêntimo abaixo da cláusula caso o jogador queira ir para um clube onde se referem a ele dessa forma.
E pagava a pronto ou não havia negócio.
O Vitória precisa de dinheiro mas o respeito e a consideração não tem preço!
Depois Falamos.
domingo, julho 10, 2022
Eleitorado

"Queremos o eleitorado do Chega"
Perceberia uma estratégia que tivesse como absoluta prioridade ir buscar muitos votos ao eleitorado do PS.
Mas se a preocupação em vez de entrar na esquerda moderada é dividir os votos do centro e da direita então receio que o PSD nunca consiga ser uma alternativa ganhadora ao PS.
Mas eles lá sabem...
Depois Falamos.
Rochinha

Percebo que o jogador quisesse sair, para melhorar a sua situação contratual e lutar por outros objectivos, mas esse era problema dele e não do Vitória a quem compete velar apenas pelos seus interesses.
Entendo que estando a entrar no último ano do contrato, e não querendo renovar, podia ser a última oportunidade de o Vitória fazer dinheiro mas não sei se o parco dinheiro que fez (1,6 ME) compensará a quebra de qualidade que a sua saída origina e muito especialmente nesta fase em que a passagem à fase de grupos da Liga Conferência é primordial.
Conheço bem a tese que mais vale vender quem não quer renovar mas estou longe de concordar que esse seja não só o melhor caminho mas mais ainda o único caminho.
Por um lado porque estou certo que o profissionalismo de Rochinha (inatacável do meu ponto de vista) compensaria a desilusão de ter de cumprir o contrato e por outro porque há casos idênticos em que com sucesso se mantém os jogadores, "espremem-se" até à última e depois eles saem sem renderem nada financeiramente mas ficou lá o rendimento desportivo da última época.
Os exemplos de Óscar Estupiñan no Vitória e Mbemba no Porto são suficientemente esclarecedores creio eu.
Por outro lado temo que a banalização do vender a qualquer preço quando os jogadores entram no último ano de contrato, e deixam claro que não renovarão, traga más consequências para o Vitória.
Porque já estou a ver tudo quanto é empresário e muito especialmente as direcções de scouting de outros clubes a olharem para o plantel do Vitória e a escolherem os próximos alvos sabendo que a orientação do clube tem é vender quem não quer ficar.
E vender a preços muito acessíveis, diga-se de passagem, hábito que já vem de há muito tempo e de que Tapsoba ( e parcialmente Edwards) foi uma honrosa excepção.
Noutro prato da balança também compreendo que estando o Vitória necessitado de fazer dinheiro a possibilidade de encaixar pouco agora pode ter parecido melhor que nenhum daqui a um ano (e essa avaliação compete à SAD como é óbvio) e isso terá justificado o preço a que Rochinha foi vendido ao Sporting que mereceu preferência, o preço, face aos inconvenientes puramente desportivos.
Recordando a propósito que a fama de mau pagador do Sporting já vem de longe como infelizmente o Vitória bem sabe.
Como disse no início não tenho uma opinião fechada e definitiva sobre este negócio e sobre as suas vantagens e inconvenientes e admito que só a tenha daqui a algum tempo.
Mas espero, isso sim, que tenha sido o último nestes moldes e nestes preços porque estou certo que o caminho não pode ser este.
Como, acredito, a própria SAD muito bem saberá.
Depois Falamos.
sábado, julho 09, 2022
LGBTI

Como ponto prévio devo dizer que , e nem podia ser de outra forma, respeito por completo a orientação sexual de cada um.
Heterossexuais, lésbicas, gays, bissexuais, transgénero, interssexuais e demais (confesso que já perdi a conta à quantidade de denominações para a orientação sexual) não vou dizer que é tudo igual mas digo, convictamente, que a todos respeito.
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos.
Dito isto tenho também de dizer que estou farto de ver essas minorias, na defesa de agendas próprias que sendo respeitáveis perdem a respeitabilidade quando as querem impor à força, a atirarem continuamente com a sua orientação sexual à cara daqueles que não lhes perguntaram nada nem estão minimamente interessados nas orientações sexuais de cada um deles.
São os dias de orgulho gay, são as marchas pelos direitos LGBTI, são as bandeiras arco iris desfraldadas em todo o lado e muito especialmente onde não tem nada que estar como na fachada dos municípios que aderem a isso, são as passadeiras pintadas com as cores dessas bandeiras, são os programas escolares a fazerem doutrina sobre matérias que deles não deviam constar, são as propostas em sede de OE para apoios especifícos a pessoas LGBTI, são os festivais de música para pessoas dessas orientações, são todo um conjunto de iniciativas cujo único fim é impor essas agendas minoritárias a uma sociedade que maioritariamente nada tem a ver com elas.
Chegou-se até ao ridículo recente de a Câmara de Lisboa ter aprovado por unanimidade (imagine-se...) em reunião de vereação que doravante os concursos laborais terão obrigatoriamente de fazer menção às pessoas LGBTI!
É demais.
Orgulhosamente heterossexual (também tenho o direito de o dizer penso eu...) acho absolutamente normal que essa orientação esmagadoramente maioritária nas sociedades não ande a fazer o mesmo tipo de folclore pelas ruas, não atire à cara de quem não o é com a sua orientação sexual, não "esmague" as minorias com a sua maioria.
Mas os heterossexuais, esmagadora maioria nas sociedades repito, também tem o inalienável direito de não terem de aturar continuamente aqueles que querem exibir a sua orientação sexual de uma forma obsessiva e que acham que todos os outros tem de os aturar e às suas manias.
É pena que responsáveis políticos de vários quadrantes não tenham a coragem de fazer frente a essas agendas recusando ceder nalgumas imposições absurdas e tenham perante os LGBTI uma subserviência que nem os dignifica nem prestigia as instituições que dirigem.
Termino como começei.
Respeito inteiramente todas as orientações sexuais.
Não estou é para aturar os exageros dos LGBTI. Eles também não me aturam a mim.
E a reciprocidade é muito bonita.
Depois Falamos.
P.S. Acho muita piada quando os LGBTI vem falar dos seus direitos.
Como se houvesse direitos especiais em função das orientações sexuais.
Os direitos dos LGBTI são iguais aos de todos os outros cidadãos.
São os previstos na Constituição e nas leis da República.
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