domingo, março 05, 2017

Sugestão de Leitura

Li, com imenso interesse, o livro do Professor Cavaco Silva sobre o seu primeiro mandato (haverá também um livro sobre o segundo mandato) presidencial no qual narra imensos episódios desse período que ajudam a explicar, e de que maneira, os anos que se lhe seguiram.
Devo dizer, antes de mais,que gosto dos políticos que depois de cumprirem os seus mandatos dão públicas contas da sua actividade não só para os cidadãos possam formular um juízo correcto do que foi o seu desempenho mas também para ajudarem a que a História seja feita.
Também nesse aspecto Cavaco Silva tem sido exemplar.
Depois de ter sido ministro das finanças nos governos de Sá Carneiro publicou "A política económica do governo de Sá Carneiro".
Após dez anos como primeiro ministro publicou "As Reformas da Década", um livro que muito boa gente devia ler para não escreverem algumas barbaridades que por aí se leem,e "Uma Autobiografia Política" em dois volumes onde narra pormenorizadamente a sua acção como primeiro ministro de Portugal.
Natural pois, que após deixar a Presidência da República, publique também as suas memórias desse período.
Este livro que agora acabo de ler divide-se em três partes:
Uma com memórias mais pessoais, que vão desde a sua infância até à Presidência da República, passando pela Universidade,pela família, pela União Europeia, pelas campanhas presidenciais.
A  segunda parte, a mais substancial do livro, é dedicada às reuniões de quinta feira com o primeiro-ministro José Sócrates e traduz a visão do autor sobre a forma como Portugal foi governado até chegar a uma situação de bancarrota e ser obrigado a pedir ajuda externa.
É um retrato duro ,às vezes caustico e extremamente critico, do que foi a actuação de Sócrates como líder do governo, as suas teimosias em soluções erradas, as mentiras que frequentemente contava ao PR para esconder a real situação do país, as más escolhas que fez nas escolha de alguns membros do governo.
Na terceira parte Cavaco Silva escreve sobre algumas iniciativas temáticas que teve enquanto Presidente e que foram da inclusão social ao Mar, passando pelas comunidades portuguesas no mundo, pelos jovens e pela economia dinâmica entre outras.
Um livro muito interessante e que gostei muito de ler.
Obviamente que não é um livro escrito por um historiador isento e imparcial mas sim uma obra de um autor que viveu por dentro, e como principal protagonista, os tempos históricos sobre os quais se debruça.
Acho é que gostando-se ou não do autor, concordando-se ou não com a sua visão dos acontecimentos, não pode é deixar-se de aceitar que é uma obra extremamente importante para perceber um determinado período da nossa História mais recente e também por isso vale a pena ser lida.
Depois Falamos

P.S. Directamente do mundo de fantasia onde parece viver o ex primeiro ministro José Sócrates classificou o livro como sendo não uma prestação de contas aos portugueses mas sim um ajuste de contas do autor com ele próprio.
Como em tantas outras coisas Sócrates está enganado.
O livro é uma prestação de contas.
Ajustes de contas com Sócrates fará a Justiça!
E espera-se que o mais depressa possível.

sexta-feira, março 03, 2017

Hernâni

Recordo-me bem da chegada de Hernâni ao Vitória, em Janeiro de 2013, depois de ter dado nas vistas no Atlético na primeira metade da temporada.
Veio para a equipa B, mas já de olhos postos na A, como reforço de inverno mas o seu sucesso não aconteceu de imediato quer por força de uma lesão quer porque a equipa B num ano dramático acabaria por descer de divisão de forma completamente desnecessária.
Ainda assim nessa segunda metade da época fez cinco jogos (e um golo) pela equipa B e três jogos pela equipa A.
Nesse tempo já tinha obviamente o talento, a velocidade e a capacidade técnica mas faltava-lhe a maturidade e a experiência que só o tempo permite adquirir.
Na temporada seguinte continuou pela equipa B (com 26 jogos e 9 golos) com esporádicas aparições na equipa A (quatro jogos e zero golos) mas continuando a adiar a afirmação de um talento que muitos, mas não todos, lhe reconheciam sem qualquer dificuldade.
Recordo bem a criticas que lhe faziam em páginas de facebook, em blogues e em fóruns de debate vitorianos, nalguns casos com uma violência absolutamente estúpida pondo em causa a sua valia, a sua qualidade, a utilidade da sua contratação.
Mas foi em 2014/2015 que Hernâni mostrou em pleno a qualidade do seu futebol.
Ainda fez um jogo pela equipa B mas depois Rui Vitória fez dele titular da A onde na primeira metade da época, a tal em que chegamos a Janeiro em segundo lugar, fez 21 jogos e marcou 4 golos numa equipa que ao tempo trazia os adeptos em euforia tais as perspectivas que se lhe abriam.
Chegados a Janeiro de 2015 foi transferido para o Porto, demasiado cedo e por valores baixíssimos, onde ainda disputou 10 jogos e marcou 2 golos mas deixando um vazio na equipa vitoriana (ele e Traoré também transferido mas para o Basileia) que não foi preenchido
Em 2015/2016 o Porto optou por emprestá-lo a Olympiacos da Grécia onde se sagrou campeão participando em 26 jogos e marcando 8 golos marcas que fariam supor a sua permanência no plantel portista para esta época.
Estranhamente isso não aconteceu e Hernâni voltou ao Vitória, uma "casa" onde notoriamente se sente feliz, para mais uma época de sucesso com exibições e golos que trazem os adeptos tão contentes com o que ele vem fazendo como tristes por saberem que no final da época se irá uma vez mais embora.
Mas até lá espera-se que dê um contributo à dimensão da sua categoria para a equipa conseguir o quarto lugar e vencer a Taça de Portugal.
Não será certamente pelo que dele depende  que isso deixará de acontecer.
Depois Falamos

P.S. Sem falsas modéstias estou muito satisfeito pela afirmação de Hernâni como um jogador de topo do nosso campeonato.
Porque sempre acreditei nele!

Ilha de Skye, Escócia


Macaco


quinta-feira, março 02, 2017

Imagens Vitória-Chaves













O Nosso 14

Não sou daqueles que quando o Vitória perde acha que está tudo mal e é necessária uma revolução de cima a baixo mas também não sou dos que quando o Vitória ganha acham que vivemos no melhor dos mundos e de imediato, em vez de entenderem que o triunfo alegra todos os vitorianos, tentam   usá-lo como arma de arremesso contra os que pensam diferente.
E por isso tendo ficado naturalmente satisfeito com o triunfo de ontem, e com o que ele significa de franca possibilidade de voltarmos ao Jamor, não deixo de considerar que o Vitória apenas cumpriu a sua obrigação face a um adversário que lhe é inferior e jogando perante o caloroso apoio do seu público.
Ganhamos, o resultado de 2-0 é promissor pela diferença e por não termos sofrido golos, mas ainda falta um difícil jogo em Chaves perante um adversário que ontem deixou bem claro o seu valor.
Individualmente:
Miguel Silva: Absolutamente impecável em todas as intervenções evitou que o adversário marcasse por várias vezes. Um guarda redes a pedir...baliza. A baliza de onde nunca devia ter saído.
Bruno Gaspar: Boa exibição e excelente entendimento com Hernâni.
Josué: Liderou a defesa com tranquilidade.
Pedro Henrique: Boa exibição chegando para as "encomendas".e sem preocupações de jogar bonito.
Konan: De jogo para jogo nota-se a sua evolução. Continua a ter grande propensão atacante mas tem evoluído nos aspectos defensivos que eram o seu ponto menos forte.
Zungu: Do meu ponto de vista terá feito a sua melhor exibição até ao momento. Bem a defender e a tapar caminhos aos flavienses também denotou mais rapidez nos processos ofensivos e na dimensão da área em que actuou.
Celis: Sabe jogar, tem bons pés e posiciona-se correctamente, mas precisa de mais intensidade no jogo quando não tem bola. Quando a tem ela não o atrapalha.
Hurtado: Boa primeira parte com algumas jogadas de entendimento com o trio avançado. Depois foi desaparecendo até que desapareceu mesmo rumo ao banco.
Hernâni: Os processos ofensivos vitorianos vivem cada vez mais numa "Hernânidependência". tal a preponderância do extremo nos lances de ataque. Ontem uma vez mais assim foi com aquilo que o Vitória fez de melhor a passar pelos seus pés a começar por dois excelentes golos. Mas para além disso fez assistências, conduziu ataques e contra ataques, ensaboou o juízo aos adversários. Exibição de gala.
Marega: Como ponta de lança, lugar que não me parece a sua "praia", esforçou-se, procurou o golo mas ainda não foi desta pese embora duas boas oportunidades. Disciplinarmente escapou miraculosamente de um segundo amarelo quando pontapeou a bola para longe com o jogo parado.
Sturgeon: Mexido, sem medo de ir com a bola para cima dos adversários, mas algo inconsequente nas suas acções. Teve uma boa oportunidade mas atirou ao lado. É jogador com grande margem de progressão.
Foram suplentes utilizados:
Raphinha: Boa entrada em jogo com arrancadas que perturbaram a defensiva do Chaves. Parece de regresso à boa forma e vai dar a Pedro Martins boas dores de cabeça para domingo.
Tozé: Agarrou a oportunidade com os dois pés. Excelente passe para Hernâni no segundo golo e um trabalho bem positivo na luta da intermediária. Um jogador que merece mais tempo de jogo. Pode ser um bom "reforço" para o que falta de época.
João Aurélio: Entrou para ajudar a defender o resultado. Cumpriu.
Não foram utilizados:
Douglas, Prince, Texeira e Rafael Martins.

Melhor em campo: Hernâni

Cumprida a primeira parte de forma satisfatória há agora que para o segundo jogo, daqui a um mês, manter a eficácia defensiva e tentar melhorar a produção ofensiva tornando-a mais diversificada nos protagonistas e não mantendo Hernâni como o "one man show". 
Pese embora as fragilidades que se reconhecem em termos de homens-golo há no plantel vitoriano matéria prima suficiente para que a equipa possa variar a sua forma de atacar e com isso criar mais oportunidades de golo., concretizar mais vezes e atingir os seus objectivos.
Que não podem deixar de ser vencer a Taça de Portugal e conquistar o quarto lugar do campeonato.
Depois Falamos.

Farol de Tenés, Argélia


Ibex


Um Bom Passo

Jogada a primeira parte do desafio que levará Vitória ou Chaves à final do Jamor há que dizer que ontem a equipa vitoriana deu um bom passo rumo a esse objectivo e em condições normais os vitorianos poderão começar a pensar na deslocação até Oeiras lá para Maio.
Conseguiu um bom resultado, uma vantagem de dois golos com a agradável nuance de não ter sofrido nenhum o que neste tipo de competições é essencial, pelo que em Chaves terá de gerir com inteligência a vantagem e aproveitar a natural sofreguidão adversária face a dois golos de atraso para voltar a marcar e sentenciar a eliminatória.
Ontem as premissas do triunfo vitoriano assentaram essencialmente na genialidade de Hernâni, no bom jogo defensivo da equipa, na excelência de Miguel Silva e na melhor exibição de Zungu com a camisola vitoriana dando ao meio campo uma eficácia que não se via desde a lesão de Rafael Miranda e a partida de João Pedro.
Tudo isto face  a uma boa equipa flaviense, que praticou futebol de qualidade (com alguma virilidade em excesso) e dominou grande parte do jogo em termos de posse de bola mas sem eficácia concretizadora (talvez o legado do seu ex treinador...) aspecto em que o Vitória foi claramente melhor.
Vitória esse que ontem apareceu com duas novidades em termos de sector ofensivo ,como foram os casos da titularidade de Sturgeon e o desvio de Marega para ponta de lança, mas sem que isso tivesse resultado numa melhoria dos processos ofensivos da equipa dado que nem um nem outro tiveram actuações dignas de realce.
Valeu Hernâni.
Que num momento de grande forma fez dois espectaculares golos, foi sempre uma enorme dor de cabeça para a defensiva adversária, e uma vez mais foi o melhor jogador da equipa e aquele de que ela parece cada vez mais dependente em termos ofensivos.
Boa parte do trabalho está feito e o Jamor está mais perto.
Mas o jogo de Chaves, onde Porto e Sporting já foram, eliminados, merece concentração máxima e espírito de sacrifício do primeiro ao último minuto porque embora as coisas estejam bem encaminhadas par ao nosso lado ainda não está nada decidido.
Depois Falamos.

Autárquicas

Passo a passo, quase sem se dar por elas, mas as eleições autárquicas de 2017 já se encontram apenas a meio ano de distância o que significa para os partidos e movimentos de cidadãos um tempo cada vez menor para fecharem candidaturas.
Tive nos últimos trinta e tal anos, a nível de JSD concelhia de Guimarães e a nível de PSD concelhio ( Guimarães e Gaia),distrital (Braga)e nacional responsabilidades, maiores ou menores, em muitos processos eleitorais autárquicos pelo que posso dizer, sem falsa modéstia, que tenho alguma experiência no assunto.
E essa experiência permite-me dizer que deixar as escolhas, nomeadamente onde não se é poder, para o último semestre antes das eleições dificilmente é um facto de valorização das candidaturas e em nada contribui para as suas possibilidades de sucesso.
Haverá excepções, é verdade, mas as eleições ganham-se é com regras e não excepções.
Mas essa experiência também me permite dizer, e aí com um conhecimento muito aprofundado do assunto, que as eleições autárquicas sendo de profundo cariz local devem ser conduzidas nos processos de escolha de candidatos pelas comissões políticas concelhias dentro de um critério próprio e só posteriormente validadas por orgãos superiores do partido.
Naturalmente que as escolhas das concelhias devem ser aprovadas na respectiva assembleia de secção antes de dadas a conhecer aos orgãos distritais e nacionais.
E quando assim é, quando os processos são conduzidos dentro das normas estatutárias e regulamentares, as escolhas concelhias devem ser respeitadas e validadas pelos orgãos superiores do partido sem estes interferirem no processo em qualquer uma das suas fases que não seja aquela que estatutariamente lhes diz respeito.
É um enorme erro que assim não seja e quase sempre isso significa uma derrota no fim do caminho.
Quais são então as excepções que considero admissíveis e que justifiquem a interferência dos orgãos distritais, e até nacionais, num processo de escolha concelhio?
Essencialmente quatro:
Quando a própria concelhia solicite o apoio dos orgãos superiores na escolha/convite a candidatos.
Quando a concelhia se revele manifestamente incapaz de em tempo útil definir uma candidatura.
Quando a escolha da concelhia não for aprovada pela assembleia de secção.
Quando a escolha da concelhia recair em personalidades inaceitáveis pelo partido.
Fora destas excepções acho um erro a interferência das distritais, ou dos orgãos nacionais, no processo de escolha de candidatos.
Porque vão criar problemas com a concelhia, desmobilizar os militantes locais da participação na campanha, deixar um problema bicudo para quem depois das eleições continuar no concelho com a responsabilidade de dirigir o partido.
É a minha opinião.
Depois Falamos

P.S. Naturalmente que nesta opinião não cabe a Câmara de Lisboa que de há muito é vista como sendo de escolha dos orgãos nacionais.

Will Smith


Chicago


quarta-feira, março 01, 2017

Blogosfera

Estou na Blogosfera desde 2006 com o "Depois Falamos".
Sou por isso, na gíria da web, o que se chama um blogueiro.
E sou-o com muito gosto, devo dizê-lo, quer neste blogue que é meu quer noutros blogues em que fui pontualmente colaborando ao longo dos anos com amigas e amigos que também gostam desta forma de opinar.
E faço-o essencialmente porque gosto de escrever e de publicar as minhas opiniões.
Comecei a fazê-lo há trinta e tal anos nas páginas de dois jornais; O "Comércio de Guimarães" e o jornal  "O Vitória" a convite num caso do Dr Barroso da Fonte que então o dirigia e no outro de Lourenço Alves Pinto e José Eduardo Guimarães que então eram os seus responsáveis.
Depois a colaboração com a imprensa continuou quer nas rádios Fundação e Santiago, quer na televisão (Porto Canal), quer noutros jornais como o "Toural" (de que fui um dos fundadores), "O Povo de Guimarães", o "Notícias de Guimarães" e o "Correio do Minho" entre outros em que a colaboração foi menos assídua.
Hoje para além do meu blogue e das minhas duas páginas de facebook mantenho colaboração semanal em dois orgãos de comunicação social.
O site de futebol "zerozero"  e o jornal digital "Duas Caras", a convites dos respectivos directores Luís Paulo Rodrigues e Catarina Castro Abreu, são os espaços onde opino sobre futebol num caso e sobre tudo que quiser no outro.
E estou bem assim.
Até porque o meu blogue, venham os facebook , os twitter e os instagram que vierem, será sempre o espaço onde privilegiarei dar as minhas opiniões em total liberdade, com a periodicidade que me apeteça e sem restrições de qualquer espécie.
Manda a verdade que diga que nunca as tive, restrições, em qualquer dos orgãos de comunicação em que colaborei ou colaboro e em bom rigor nunca as aceitaria.
Mas um blogue é a liberdade total.
Não há pressões com base na publicidade que se publica ou deixa de publicar, não há pressões com base em convites que se tem ou deixa de ter, não há pressões com fugas de informação que aparecem e podem deixar de aparecer.
Neste blogue não há publicidade, o seu autor quando quer ia a algum lado ou compra bilhete ou usa os cartões que lhe dão acesso e aqui não se dão notícias pelo que os exclusivos, as manchetes ou os "furos" jornalísticos passam ao lado.
Em suma nem sou pressionável nem impressionável.
Pelo que o "Depois Falamos" foi,é e sempre será um espaço de liberdade opinativa.
Depois Falamos

Primeira Parte

Vitória e Chaves jogam hoje a primeira parte de um desafio que uma vez concluído dirá quem vai ao Jamor disputar a final da Taça com o Benfica.
É certo que o clube de Lisboa apenas jogou a primeira parte do seu desafio mas depois da vergonhosa arbitragem de ontem no Estoril, mais a reunião com o conselho de arbitragem, é evidente que o clube do "sistema" já está apurado.
É o futebol mentiroso que Portugal tem.
Voltando ao futebol propriamente dito, aquele que se joga nos relvados e não em "reuniões", é evidente que Vitória e Chaves , usando cada um as armas ao seu dispor, tentarão no jogo de hoje ganhar vantagem para a segunda parte do desafio que será jogada em Chaves no dia 4 de Abril e que então definirá o outro finalista.
O Vitória joga em casa, tem melhor equipa, e tentará adquirir uma vantagem que lhe permita ir a Chaves jogar em função do resultado que mais lhe interesse enquanto o adversário virá a Guimarães na tentativa de deixar a decisão para o segundo jogo.
O que salvo catástrofe para um ou outro lado será o que acabará por acontecer.
As duas equipas já se encontraram em Guimarães, para o campeonato,  e o resultado final foi um empate a um golo (resultado que hoje bem agradaria ao Chaves) com o golo do Vitória a ser apontado por Hernâni aos 3 minutos e Patrão a empatar para o Chaves oitenta minutos mais tarde.
De lá para cá a realidade das duas equipas alterou-se, curiosamente no mesmo sentido, com a reabertura do mercado em Janeiro a enfraquecer notoriamente ambos os planteis face às saídas de Soares e João Pedro no Vitória e as de Assis, Battaglia, Paulinho e Freire no Chaves.
Mas cada jogo é um jogo e cada equipa terá de usar o que tem e não o que teve e quis deixar de ter.
Será certamente um jogo intenso, bem disputado e presenciado por milhares de adeptos vitorianos e flavienses dada a mobilização que em Trás-os-Montes está a ser feita para o acompanhamento da equipa.
Que seja o penúltimo passo do Vitória rumo ao Jamor.
Depois Falamos

Farol