

Quando Portugal ganha um título mundial em futebol (ou noutra modalidade qualquer) já é motivo para admiração e louvor porque somos um país pequeno com uns escassos onze milhões de habitantes e um título mundial pressupõe uma disputa vitoriosa com países de outra dimensão e com mercados de recrutamento muitíssimo maiores.
Quando esse título é obtido em disputa com mais 47 seleções, entre as quais praticamente todas as grandes potência do futebol mundial, são a dobrar os motivos de admiração.
A verdade é que Portugal conseguiu.
Na fase de grupos goleando Nova Caledónia e Marrocos e perdendo, de forma surpreendente, com o Japão o que terá funcionado como um alerta para todo o grupo de trabalho.
Na fase a eliminar venceu sucessivamente Bélgica, México Suiça, Brasil e Áustria conquistando merecidamente o título mundial que é o terceiro da história do nosso futebol depois dos conquistados em sub 20 nos já longinquos anos de 1989 e 1991.
É um título que seguramente alegra todos os portugueses que gostam do seu país e admiram e apoiam as seleções nacionais.
No caso dos vitorianos, aquele que particulamente me interessa, a alegria também é a dobrar.
Porque Portugal foi campeão do mundo e porque no plantel liderado por Bruno Maçães estiveram dois atletas vitorianos.
Verdi e Zeega.
Que participaram em vários jogos, marcaram golos e foram peças importantes na conquista do título.
São os primeiros campeões mundiais da História do Vitória e isso é também motivo de grande orgulho para todos os vitorianos que doravante seguirão as suas carreiras com redobrado interesse.
Depois Falamos.
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