quinta-feira, Setembro 18, 2014

Juízo !

Há alturas em que por mais que o sangue nos "ferva" nas veias não temos o direito de seguir impulsos nem de colocar o coração à frente da razão.
E isso aplica-se ao que se escreve e ao que se faz.
Especialmente, nalguns casos, ao que apetece fazer.
Aplica-se também a todos os vitorianos.
O que se passou no domingo na bancada topo sul foi, não tenho qualquer dúvida disso, um inaceitável abuso de poder traduzido numa carga brutal e "cega" sobre adeptos que nada fizeram para o merecer.
O presidente do Vitória, na RTP-Informação, já disse o que havia a dizer sobre isso e representou bem a indignação de todos nós.
Há que deixá-lo desenvolver as diligências que enunciou mantendo a razão do seu e do nosso lado.
E isso significa que os adeptos vitorianos tem de manter um comportamento sem mácula nos próximos jogos do clube.
Com uma pontinha de exagero diria que nem uma ponta de cigarro podem atirar para o chão pese embora não haver cinzeiros nas bancadas...
Porque quem esteve por trás daquela carga injustificada, os paineleiros que nas televisões se apressaram a colocar-nos rótulos de desordeiros e todos aqueles que desejam o nosso mal apenas esperam mais incidentes para exercerem represálias sobre o nosso clube.
A noticia de " A Bola" de hoje, referindo instruções do comando distrital da PSP para impedir a entrada de bandeiras e faixas no nosso estádio no próximo jogo, espero bem que seja falso alarme.
Mas, atendendo ao histórico de que não temos o direito de nos esquecermos e que retrata uma permanente má vontade contra nós, é bem provável que seja verdade.
E isso seria uma provocação inaceitável.
Porque traduziria uma discriminação (mais uma) em relação aos nossos adeptos quando em relação a adeptos de outros clubes se segue a politica da tolerância máxima.
Mas se assim for (espero que não mas temo que sim)temos de reagir com inteligência e serenidade.
Desde logo porque a PSP de Guimarães não tem qualquer responsabilidade nisto.
Depois porque em ultima análise, mas primeira para nós, o grande prejudicado de qualquer tipo de atitudes menos correctas será sempre o Vitória.
Sempre!
Com multas, com interdições do estádio (e parece-me que não faltam ansiosos por isso), com o impedir o apoio dos adeptos a uma equipa que está a fazer um magnifico início de campeonato.
E ,depois, é fácil de prever que a repressão sobre os nossos adeptos nos jogos fora (especialmente nos distritos de Braga e Porto)também se irá intensificar como se ela não fosse já muito para além do razoável.
Se impedirem as claques de levarem faixas e bandeiras,como se teme, a resposta terá de ter dois níveis.
A SAD terá de desenvolver os contactos institucionais não só para acabar com esta perseguição mas também para perceber porque foi ela desencadeada.
E nós, adeptos, teremos de saber protestar e mostrar a nossa revolta sem incidentes e dentro do maior civismo.
Porque quem está em causa é o Vitória!
Depois Falamos.

P.S. Há muitas formas de protestar.
Desde cada adepto levar uma bandeira a fazermos, de pé, um minuto de silêncio logo que o árbitro apite para o inicio do jogo.
Entre outras...

quarta-feira, Setembro 17, 2014

5000

Este já "velho" blogue, com oito anos e uns meses de idade, vai completando uns números "redondos" que não deixam de ser interessantes.
Meses atrás ultrapassou o seu primeiro milhão de visitas e já vai,alegremente, a caminho do segundo milhão que atingirá (ou não...) um dia daqui a uns anos.
Hoje completou outro número redondinho.
A postagem número 5000 !
Sendo certo que uma parte, com algum significado, delas são fotografias ainda assim sobre uma maioria de textos sobre os mais diversos assuntos e traduzindo sempre de forma clara (pelo menos assim acho)as minhas opiniões.
Curiosidades de um blogue feito a "solo" mas que conta com a inestimável colaboração de muitos leitores que aqui vão deixando os seus comentários e sugestões.
A "luta contínua"...
Depois Falamos.

P. S. : O próximo número redondo é chegar ao comentário nº 25.000.
Faltam poucas centenas...

O Califado

Não sei, sinceramente, se a maior ameaça para a paz mundial está hoje na Ucrânia ou no norte do Iraque e da Síria.
Num lado a Rússia imperialista, liderada por um Putin que se acha czar, retoma ambições territoriais do século 19 e vão tacteando o pulso ao Ocidente (leia-se EUA porque quanto à Europa estamos conversados...) para perceberem até onde os deixam ir.
A Crimeia...já era e o leste da Ucrânia vai pelo mesmo caminho caso o Ocidente (EUA) não descubram a melhor forma de travar o expansionismo russo.
Creio que nos massacrados estados bálticos (Lituânia, Letónia e Estónia) já se devem sentir uns arrepios frios e não é do Outono que está a chegar...
Na outra região citada assiste-se a um recrudescimento da barbárie e do terror, que parece mais próprio do século X ou XI do que do XXI, perpetrado por terroristas radicais (chamar-lhes islâmicos é ofender o Islão que nada tem a ver com aquelas práticas) sem qualquer respeito pela vida e pela dignidade da pessoa humana.
Autênticos selvagens.
Que tem como objectivo o regresso ao califado,com a abrangência territorial que a imagem demonstra, e dando-nos a duvidosa honra de Portugal ser uma das reconquistas.
Creio, apesar de tudo, que destes bando de loucos criminosos não virá uma ameaça tão substancial como da Rússia.
Porque , apesar dos apoios de  que dispõe, não passam de um exército sem pátria e sem acesso ao armamento de uma super potência como a Rússia continua a ser.
Para além do facto de ter sido relativamente fácil reunir um conjunto de países, incluindo os da região, dispostos a fazerem-lhes frente e a exterminarem a ameaça.
Vai demorar tempo, custar vidas e haveres, mas acredito que o problema se resolverá.
Falta é saber as sequelas, nomeadamente ao nível de terrorismo urbano em cidades europeias, que vai deixar.
Na Ucrânia, isso sim, está um sério problema.
Porque reedita os tempos da "Guerra Fria"( embora hoje falar de "Pacto de Varsóvia" seja impossível) e coloca frente a frente os velhos adversários de sempre.
Os Estados Unidos da América e a Rússia "herdeira" da União Soviética.
E aqui convém, por todas as razões, que o assunto se resolva mesmo pela via diplomática.
Na qual a Nato, a União Europeia e os EUA deverão fazer uma séria reflexão sobre se todos os "sinais" que tem enviado para a Rússia nos ultímos anos serão os mais adequados e conducentes a ter o maior país do mundo numa posição de tranquilidade perante os que o rodeiam.
Ás vezes parece-me que não.
Depois Falamos

Rinocerontes


Farol de Arnel, Açores


Alhambra, Granada


terça-feira, Setembro 16, 2014

Joaquim Jorge

Imagem: www.vitoriasc.pt

No domingo "partiu" um dos nossos!
Por sinal um dos melhores que vestiram a nossa camisola ao longo de 92 anos de História.
Joaquim Jorge.
Nascido em Moçambique veio para o F. C.Porto onde jogou durante três anos antes de se transferir para o Vitória (envolvido na ida de Djalma para as Antas)onde esteve durante sete brilhantes temporadas em que ganhou para sempre o reconhecimento dos vitorianos.
Fez toda a carreira como defesa central.
Rápido, duro, implacável na marcação mas de uma lealdade e fair play que correspondiam por inteiro ao Homem que estava por trás do jogador.
Formou com Manuel Pinto talvez a melhor dupla de centrais do clube (pelo menos das que vi jogar foram de certeza) e conseguiram a proeza, nesses tempos quase impensável, de serem chamados à selecção nacional.
Fui, com o meu pai e outros vitorianos, ás Antas ver um Portugal-Grécia em maio de 1969 em que os dois centrais do Vitória foram os titulares da selecção perante o imenso orgulhos de todos os adeptos do nosso clube.
Desse jogo recordo, para além de ver os dois centrais que estava habituado a ver de branco a alinharem de camisola vermelha, que ganhamos e Eusébio marcou um grande golo.
Na inesquecível época de 1968/1969 (em que conquistamos pela primeira vez o terceiro lugar e ficamos a 3 pontos do titulo) Joaquim Jorge venceu o troféu individual para o melhor jogador do campeonato atribuído pelo jornal "A Bola" e patrocinado pela empresa vimaranense Somelos.
Foi o primeiro jogador do Vitória a alcançar essa distinção.
Concluída a sua passagem pelo Vitória ainda jogou mais algumas épocas na Oliveirense, Penafiel e Paredes.
Encerrada a carreira continuaria ligado ao futebol em funções técnicas nomeadamente no Penafiel cidade onde fixou residência.
Mas manteve uma sempre uma forte ligação a Guimarães e ao Vitória (nomeadamente às "Velhas Guardas") sendo presença assídua no estádio D.Afonso Henriques para assistir aos jogos daquele que também era o "seu" clube.
Dele recordo o homem afável, simpático e de uma extrema educação que das vezes em que conversamos sempre demonstrou um enorme amor ao Vitória.
"Partiu" no domingo.
Dia em que se o destino não o tivesse chamado estaria certamente no estádio a ver, feliz, a exibição de uma jovem equipa vitoriana que em tanto se parecia com o Joaquim Jorge enquanto jogador.
Talento, entrega , garra e imenso respeito pela camisola que vestiam.
Sim, os "miúdos" prestaram a Joaquim Jorge a mais bela das homenagens.
Seguiram o seu exemplo!
Depois Falamos

Pôr do Sol


Imagens de Domingo

segunda-feira, Setembro 15, 2014

O Nosso 14

Numa análise mais detalhada aos jogadores do Vitória autores de mais uma bela exibição.
Douglas: A classe habitual. Fez bem feito tudo que tinha para fazer. No penalti o mérito é de Jackson Martinez.
Bruno Gaspar: Uma estreia difícil perante o melhor jogador do Porto (Brahimi) que lhe deu muito trabalho. Mostrou qualidade mas também aspectos a corrigir no posicionamento. Nota positiva.
João Afonso: Bela exibição. "Secou" por completo Jackson e ainda podia ter feito um golo se tem ido ao lance com mais convicção. Uma aposta ganha.
Defendi: Liderou a defesa com a tranquilidade habitual. Um jogador decisivo neste novo Vitória.
Traoré: Bem a a defender, bem a atacar embora condicionado pelo valor do adversário. Alguém se lembra de Addy? Acho que não.
Cafu: Um dos trincos presentes neste jogo pertence ao Real Madrid! Não é Cafu? Quem diria. Uma excelente exibição a barrar caminhos, a recuperar bolas, a transmitir garra. Vai brilhar alto nesta Liga.
André André: Não sabe jogar mal mas, em contrapartida, sabe jogar muito bem. Foi o que ontem fez. Mais uma vez um jogador decisivo no nosso modelo de jogo. Espera-se que o próximo seleccionador não seja tão incompetente como o que acaba de sair.
Bernard: Só abre a boca de espanto quem não o conhecia da equipa B. Mesmo assim é louvável que aos 19 anos já jogue com a maturidade e desenvoltura com que o vem fazendo nesta Liga. Seja com com o Gil Vicente seja com o Porto. Atente-se na classe serena com que marcou o penalti. Já é uma das figuras do campeonato. E ainda estamos no principio.
Hernâni: Fez uma exibição intermitente. Com altos e baixos mas sem desequilibrar como tem conseguido noutras ocasiões. Há dias assim e o adversário também não era fácil.
Tomané: Um bom jogo ganhando muitas bolas e dando imenso trabalho aos centrais portistas. Pena a falta de pontaria nas duas oportunidades que teve de visar a baliza.
Caiado: A exibição menos conseguida no "onze" vitoriano. Melhor a ajudar em tarefas defensivas do que a atacar. Teve um lance de golo mas rematou precipitadamente.Um jogador a rever.
Gui: Entrou bem no jogo. Desinibido, atrevido até, desassossegou a defesa do Porto. Deixou boas expectativas.
Bruno Alves: Tal como André não sabe jogar mal. E por isso jogou bem. Dando consistência ao meio campo, segurando a bola e temporizando o jogo. Confirma tudo que dele se sabe há pelo menos dois anos. É um jogador de classe que tem na equipa A o seu espaço natural.
Bouba: Entrou para queimar uns segundos e nem deve ter tocado na bola.

Depois Falamos

P.S. No banco ficaram Assis, Josué, Knezevic e Álvez.

Pinguim


Castelo de Almansa, Espanha


domingo, Setembro 14, 2014

Um Empate Justo

Foto: Record
Foi um bom jogo de futebol, mal arbitrado e com um resultado justo.
Estádio quase cheio,o que é de registar, um ambiente nas bancadas digno dos grandes jogos com a habitual troca de galhardetes sonoros entre adeptos mas nada mais do que isso e duas equipas muito diferentes mas que acabaram por encaixar uma na outra.
De um lado o jovem e irreverente Vitória, com uma equipa cheia de jogadores que na sua maioria ainda o ano passado jogavam na equipa B ,mas com uma qualidade individual e colectiva que vem deixando marca nesta Liga e surpreendendo os adversários pela ambição e bom futebol.
Do outro lado um FCP muito reforçado, cheio de jogadores talentosos e pagos a preço de ouro,mas que como equipa ainda está longe daquilo que pode vir a render se o seu treinador conseguir entretanto perceber melhor o clube e o campeonato que disputa.
E foi a surpresa.
João Afonso vindo do Benfica de Castelo Branco secou Jackson Martinez.
Gui, vindo do Covilhã, infernizou nos últimos minutos o actual defesa direito da selecção do Brasil.
Cafu, vindo do Vitória B ganhou o duelo do meio campo a Casemiro vindo do Real Madrid.
Tomané deu água pela barba ao central da Holanda Martins Indi.
André André envergonhou (caso ele consiga saber o que isso é) um ex seleccionador incompetente e foi o mais brilhante dos médios em campo.
E por aí fora sem esquecer Bernard que é cada vez mais uma das estrelas desta Liga.
Ou seja a aposta na formação bateu-se de igual para igual com a aposta em jogadores do Real Madrid, do Barcelona e por aí fora.
Claro que isso "dói".
Especialmente a quem apareceu no estádio do Rei pensando que era chegar,ver e vencer.
Enganaram-se.
E o empate acaba por ser o resultado mais ajustado ao desenrolar dos 90 minutos com o Vitória a dominar na primeira parte e o Porto a ser superior no segundo período.
E vamos ao árbitro.
Os seis primeiros lances de ataque do Vitória foram todos travados em falta pelo jogadores do Futebol (ou deveria dizer Râguebi?) Clube do Porto com entradas duras a merecerem (algumas delas) sanção disciplinar.
E isso marcou o jogo.
Porque se percebeu uma flagrante dualidade de critérios e uma permissividade ao jogo duro que favoreceu claramente o visitante.
Há três lances polémicos nas áreas.
No primeiro Brahimi é tocado no braço por Defendi (mas não impedindo a progressão nem o remate em perfeitas condições) mas ao arrepio da "doutrina FCP" não se atirou para o chão e prosseguiu a jogada com evidente desportivismo.
O árbitro interpretou bem as leis do jogo.
Na segunda parte o mesmo Brahimi, já instruído ao intervalo sobre a "doutrina FCP" quanto a mergulhos para a "piscina", é agarrado por Bruno Gaspar fora da área (falta clara)mas dentro dela os agarrões já são mútuos e quando o portista cai o penalti também cai.
Nesta caso do "céu" e a favor do FCP.
Depois na área do Porto um lance entre Jackson e André leva o árbitro a apontar para a marca de grande penalidade.
O lance é confuso e fiquei com duvidas sobre se o contacto justificou a queda.
Menos penalti que o anterior não foi e talvez o árbitro o tenha marcado para compensar o penalti a favor do clube visitante.
De resto o "golo" anulado ao FCP foi bem anulado porque o fora de jogo embora milimétrico foi fora de jogo. E se o Porto (e os portistas) se lembrarem de um certo golo na Luz fazem melhor em não contestarem a decisão de Paulo Baptista.
Finalmente o desacerto disciplinar teve o seu auge quando o árbitro perdoou a expulsão a Casemiro por agressão a Tomané com o jogo parado. Viu mas teve medo de expulsar o jogador do Porto.
Em síntese:
O jogo foi mal arbitrado mas não foi pelo árbitro que o Vitória ou o Porto deixaram de ganhar.
Por isso face ao que vi entendo que o resultado foi justo.
Depois Falamos

A "Sogra" do Governo

A dra Manuela Ferreira Leite tem vindo a assumir, com uma intensidade cada vez maior, o papel de sogra do governo!
Uma daquelas sogras que não gosta do genro, embirra com ele, faz tudo para lhe realçar os defeitos e o possível por lhe esconder as qualidades por achar que a filha merecia muito melhor sorte.
Do género em que tendo de admitir que o genro é da família faz todo o possível por se demarcar dele.
Acontece que lhe fica mal desempenhar esse papel.
E não tem razão para ele.
Porque o governo (e Pedro Passos Coelho) sempre a trataram  com a deferência e o respeito que indiscutivelmente merece (até para deputada foi convidada por PPC) ao contrário da própria no tempo em que exerceu uma liderança profundamente sectária do PSD e em que discriminou os que não a apoiavam e com ela tinham concorrido à liderança.
A ultima ofensiva da sogra foi a nomeação de Carlos Moedas para comissário europeu e a pasta que lhe foi atribuída.
Em que contrariando até a posição de um velho amigo(o PR ,Cavaco Silva, que considerou sensatamente que Portugal obteve uma boa pasta e neste contexto não podia aspirar a mais)veio lamentar que Portugal não tenha obtido a pasta do Emprego por não ter indicado o nome de ...Silva Peneda!
Não sei se essa pasta seria melhor que a obtida.
Mas ainda sei menos onde foi a dra Ferreira Leite buscar semelhante informação.
Embora não deixe de considerar...curiosa a forma como o nome de Peneda aparece sempre nestes momentos,
Seja na imprensa seja na boca dos amigos...
Há um ano atrás, quando se falava de um governo de iniciativa presidencial, quem apareceu na imprensa como potencial primeiro-ministro?
Peneda é claro.
Acontece que Peneda faz parte(para muita gente) do "mau"Cavaquismo por contraposição ao "bom" Cavaquismo.
Deste último fazem parte aqueles que tiveram uma carreira politica e/ou profissional de sucessos depois de 1995.
O próprio Cavaco Silva, Durão Barroso, Fernando Nogueira,Eurico de Melo, Leonor Beleza, Miguel Cadilhe, António Capucho e muitos outros.
Depois há os outros.
Aqueles de que o país se fartou pelas mais diversas razões.
Dias Loureiro, Oliveira e Costa, Duarte Lima, Mira Amaral, Eduardo Catroga, Ferreira do Amaral e outros.
De que Peneda faz parte.
Porque nos últimos vinte anos, qual rolha de cortiça, andou sempre de nomeação em nomeação à superfície do "Bloco Central".
Sobrevivendo a governos liderados pelo PSD e a governos liderados pelo PS.
Manuela Ferreira Leite acusa agora Pedro Passos Coelho de ao não indicar Peneda ter impedido Portugal de obter a tal pasta do Emprego que ela considera relevantíssima.
Pois acho que o primeiro-ministro fez muito bem ao não o indicar.
Por muitas razões e especialmente porque este Peneda e outros Penedas como ele já é mais que tempo de perceberem que o país não tem obrigação nenhuma de lhes arranjar emprego atrás de emprego.
Basta!
Depois Falamos

P.S: Tenho pena que a dra Ferreira Leite não tenha aprendido, especialmente depois da sua passagem pela liderança do PSD , que não pode confiar em todos os que se dizem seus amigos e muito menos veicular publicamente aquilo que lhes interessa a eles mas em nada a prestigia a ela.
E eu considero, não existam duvidas sobre isso, que a dra Manuela Ferreira Leite faz parte do Cavaquismo"bom".

Mocho Orelhudo