
segunda-feira, dezembro 07, 2015
sexta-feira, dezembro 04, 2015
Quem manda no Vitória?

O Vitória prescindiu de Luís Esteves.
Um dos mais reputados treinadores de guarda redes a nível europeu, que vinha fazendo um notável trabalho no Vitória, foi dispensado apenas e só porque o desempregado que foi contratado para treinar a equipa A exigiu trazer com ele todos os seus colaboradores igualmente desempregados incluindo um desconhecido treinador de guarda redes.
Claro que quando Sua Excelência fez semelhante exigência devia ter-lhe sido imediatamente apontada a porta da rua até em função de empolgantes entrevistas em que recentemente se manifestava o orgulho em ter no Vitória treinadores vitorianos e vimaranenses.
Como é o caso de Luís Esteves.
Que é seguramente muito mais vitoriano e sofre muito mais pelo clube do que alguns dos que agora lhe apontaram a porta da rua.
É evidente que a desculpa, ridícula de principio a fim, é a de que foi convidado a continuar noutras funções.
O que equivaleria a convidar Ronaldo para continuar no Real Madrid mas noutras funções que não de jogador ou Pep Guardiola a ficar no Bayern mas noutras que não como treinador.
E só num clube com uma gestão desportiva cada vez mais patética é que se troca um treinador de valia europeia (a única mais valia a esse nível que existia no Vitória)por um desconhecido apenas e só porque um treinador recém chegado o exigiu.
É ,em termos de gestão desportiva, um completo disparate.
E em termos de vitorianismo uma ingratidão brutal que deve chocar qualquer um .
Porque o Luís Esteves ,além de ser competentíssimo(que é o que mais interessa)e vitoriano desde sempre, recusou meses atrás acompanhar Rui Vitória na ida para o Benfica apenas e só pelo prazer que lhe dava trabalhar no seu clube.
Perdendo com essa recusa a possibilidade de ganhar mais e de ter uma projecção mediática que trabalhar no Benfica sempre dá.
Mas também porque o Luís Esteves criou no Vitória uma iniciativa pioneira, a Academia de guarda redes, cujo sucesso (João Miguel, Miguel Oliveira, Palha e os que vem atrás) é completamente indiscutível e serve na plenitude os interesses estratégicos do clube.
Mas também porque o Luís Esteves criou no Vitória uma iniciativa pioneira, a Academia de guarda redes, cujo sucesso (João Miguel, Miguel Oliveira, Palha e os que vem atrás) é completamente indiscutível e serve na plenitude os interesses estratégicos do clube.
A "paga" foi esta!
E por isso questiono quem manda hoje na SAD do Vitória.
A administração?
O recém chegado treinador?
Quem promoveu a sua vinda para cá?
Não sei.
Mas sei que aquilo que fizeram a Luís Esteves é de uma ingratidão tal que nunca mais os seus autores poderão falar de vitorianismo sem despertar sorrisos de pura comiseração.
Quem faz coisas como esta é vitoriano?
Gosta do Vitória?
Parece-me bem que a resposta é um rotundo não a ambas as questões.
Parece-me bem que a resposta é um rotundo não a ambas as questões.
Depois Falamos
P.S. Esperemos que o notável legado que Luís Esteves deixa ( a Academia de guarda redes) não vá também por água baixo.
Infelizmente é o mais certo.
P.S. Esperemos que o notável legado que Luís Esteves deixa ( a Academia de guarda redes) não vá também por água baixo.
Infelizmente é o mais certo.
Sugestão de Leitura
E depois de um livro sobre a II Guerra...outro livro sobre a II Guerra!
Um aparte para salientar que este ano o 20 de Outubro foi particularmente gratificante em termos de livros.
Voltando ao assunto.
Este livro, acabadinho de ler, sendo muito diferente do anterior aqui recomendado traz uma perspectiva muito curiosa sobre o dia da morte de Hitler narrado em várias perspectivas e cenários.
Acompanhando protagonistas diversos, uns muito conhecidos como os lideres politicos e generais de ambos os lados e outros anónimos participantes, naquilo que fizeram nesse dia nos mais diversos pontos do globo e respectivos cenários de guerra.
Na Alemanha, França, União Soviética, Japão, Estados Unidos, Birmânia, Austrália,Filipinas, etc.
Naturalmente que o centro da narrativa está no bunker de Berlim onde Hitler passou os seus ultímos dias antes de se suicidar e naqueles que o acompanharam até ao fim desde alguns dos seus generais aos seu criado de quarto ,à sua secretária ou ao seu barbeiro.
Mostrando esses dias da perspectiva de cada um deles.
No final traz uma excelente resenha do que sucedeu no pós guerra a cada um desses protagonistas, desde os que foram julgados em Nuremberga aos que seguiram pacatamente as suas vidas e profissões.
Desde um dos pilotos ao seu serviço que fez carreira na Lufhtansa até se reformar nos anos 60 a Werner Von Braun que foi para os Estados Unidos e se tornou na principal "estrela" do programa espacial americano.
Em suma mais um excelente livro que proporciona uma leitura bem interessante.
Depois Falamos
quinta-feira, dezembro 03, 2015
Calma!

A bela exibição de João Miguel (nome que usa na camisola) no Bessa despertou o entusiasmo dos vitorianos dado ser invulgar ver um guarda redes estrear-se na primeira equipa aos vinte anos de idade e fazendo de imediato uma prova tão positiva de capacidade.
É verdade que o adversário era modesto, e que o trabalho a que foi sujeito não foi intenso, mas é igualmente verdade que fez bem feito tudo que teve para fazer (especialmente a defesa aos 91 minutos que garantiu 3 pontos) demonstrando assinalável tranquilidade.
E quando a tudo isso, que já não é pouco, se junta o delicioso pormenor de acompanhar a claque nos cânticos demonstrando um vitorianismo que a todos nos agradou percebe-se bem o entusiasmo em seu redor e a expectativa para os próximos jogos.
Há contudo que por alguma calma no assunto.
João Miguel tem qualidade, tem talento, tem presença na baliza, tem a serenidade que define os grandes guarda redes mas também tem...vinte anos.
E a baliza é o mais "terrível" de todos os lugares no terreno de jogo.
Porque é o lugar onde as falhas se pagam mais caro.
E todos sabemos que com excepção dos predestinados (Buffon, Vítor Baía, Vítor Damas, Iker Casillas...)que aos 20 anos já brilhavam em clubes de topo é muito difícil,nessa idade, "agarrar" a baliza de uma equipa com as responsabilidades do Vitória.
Porque a baliza exige experiência e ao contrário dos lugares mais adiantados, em que a experiência se pode ir facultando em pequenas "doses" (hoje joga 10 minutos, amanha 20, depois é titular,etc)como vem acontecendo com Alexandre Silva por exemplo, o jogador ou joga os 90 minutos ou não joga.
Porque nenhum treinador, salvo circunstância muito excepcionais, vai metendo um guarda redes por curtos períodos para lhe dar experiência.
O treinador do Vitória, seguramente fruto do que vê nos treinos, resolveu apostar em João Miguel no jogo do Bessa (que tem sempre uma carga psicológica especial) e o jogador correspondeu plenamente como todos vimos.
É natural, embora com Sérgio Conceição nunca se saiba, que volte a apostar nele nos próximos jogos face ao já demonstrado.
E aí todos teremos de entender que tanto João Miguel pode agarrar o lugar e continuar a ser o titular da equipa A (seguindo o exemplo de Nuno Espírito Santo vinte anos atrás com Quinito a treinador)como pode ser mais adequado voltar à equipa B para continuar a ganhar a tal experiência que é indispensável.
Sem que isso em nada seja desprestigiante ou negue o valor do atleta.
Neste momento João Miguel ganhou o direito, isso sim, de concorrer com Douglas e Assis pela titularidade na equipa A do Vitória.
E aos vinte anos isso já é muito bom.
Depois Falamos
P.S. : Os vitorianos gostam muito do Vitória, todos os sabemos, mas há alguns a quem isso leva à injustiça e à ingratidão.
Tenho lido nas redes sociais alguns comentários (justos) que valorizam João Miguel mas que não resistem a algumas criticas e remoques (injustos) a Douglas.
E convém nesta matéria sermos equilibrados e justos.
Porque não são três boas defesas no Bessa que deitam para o caixote do lixo mais de três anos de excelentes prestações na nossa baliza.
Sugestão de Leitura
Já noutras oportunidades aqui escrevi sobre o quanto me interesso pelo tema da II guerra mundial, pelos seus protagonistas, pela envolvente política que levou ao conflito, pelas suas grandes batalhas e os generais que as comandaram.
Eisenhower, Patton (o meu "preferido"), Mac Arthur, Manstein, Rommel, Montgomery, Alexander, Rundstedt, Marshall, etc.
E sobre a II guerra vi muitos filmes e li ainda mais livros.
Mas poucos (ou nenhum até) tão interessantes como esta história da II Guerra escrita por Antony Beevor.
Um livro verdadeiramente fascinante pela qualidade da escrita, pela documentação a que o autor teve acesso, pelo pormenor com que muitos dos episódios da guerra são narrados, pela forma como o autor consegue "meter" o leitor dentro da narrativa.
E depois porque é factual.
Rigoroso, desapaixonado, escrito com a isenção suficiente a poupar-nos ao discurso moralista de tantas outras obras que passam o tempo a recordar-nos quem eram os "bons" e quem eram os "maus" no conflito.
Já todos sabemos isso há muito tempo.
E se os "maus" (alemães e japoneses essencialmente) eram realmente maus e cometeram inenarráveis atrocidades nos anos de conflito o tempo tem-nos ensinado que alguns dos "bons" não eram tão bons como se quer fazer crer.
A começar por Estaline e pela União Soviética.
Que tendo dado um contributo pesadíssimo em termos de vidas humanas para a derrota do nazismo também contribuiu de forma horrível para as atrocidades de guerra nomeadamente na Polónia, na Ucrânia, na Bielo Rússia e depois na própria Alemanha no ano final da guerra.
E muitas dessas atrocidades comandadas pelo ditador Estaline foram contra o seu próprio povo incluindo, imagine-se, os próprios prisioneiros de guerra russos libertados no fim do conflito e que ao invés de serem compensados pelos anos de terror nos campos de concentração alemães ainda foram perseguidos e mortos pela NKVD ao serviço do ditador.
Em suma um livro de excepcional qualidade com 1021 páginas que se leem com um prazer imenso.
Depois Falamos.
quarta-feira, dezembro 02, 2015
Relembrando.

A propósito do recente Boavista-Vitória, e do texto que então escrevi, foram-me chegando alguns comentários sobre as razões pelas quais o clube do Bessa sendo mais pequeno que o Vitória em muitos indicadores tem,contudo, um palmarés em termos de troféus bem melhor.
São várias as explicações e não há respostas fechadas a esta questão como não há em relação a tantas outras.
Do meu ponto de vista, parcial enquanto vitoriano, as razões que o explicam assentam em mérito do Boavista, em demérito do Vitória e na influência decisiva do "sistema" que durante quase duas décadas favoreceu permanentemente os axadrezados e prejudicou os "branquinhos".
Vamos por partes:
Há mérito do Boavista que soube construir boas equipas, colocar dirigentes seus em lugares decisivos (Valentim Loureiro e Pinto de Sousa à cabeça) e conjugar esses factores para ganhar cinco taças e um campeonato.
Nas taças uma foi roubada (precisamente ao Vitória na célebre final das Antas) mas as outras quatro finais foram ganhas com mérito indiscutível enquanto no titulo é verdade que foram levados ao "colo" mas não mais do que Benfica,Porto e Sporting tantas vezes são!
O demérito do Vitória, que percentualmente é a menos responsável das razões pela diferença de palmarés, assenta essencialmente na política "isolacionista" que a partir de certa altura Pimenta Machado decidiu seguir não colocando pessoas ligadas ao Vitória na FPF, na Liga e nos conselhos de arbitragem e disciplina o que nos enfraqueceu face ao concorrente do Bessa que estava nesses orgãos todos.
Mas a razão das razões foi mesmo o "sistema".
Hoje muita gente ,até porque questões de idade, não sabe o que foram os campeonatos nas décadas de oitenta e noventa e os atropelos à verdade desportiva neles cometidos.
Ao ponto de o Vitória para discutir com o Boavista o quarto lugar ter de ter equipas não apenas melhores mas muito melhores que o adversário para contrabalançar o inclinar do campo que o "sistema" proporcionava a favor dos nossos adversários.
Foram os anos mais negros do "Apito Dourado".
De que o Boavista foi um dos grandes beneficiados e o Vitória um dos maiores prejudicados.
Anos em que ainda não havia Sport-tv para televisionar quase todos os jogos e por isso a acção perversa do "sistema" era muito mais fácil de ser dissimulada porque a restante imprensa (incluindo televisões) não se incomodava com os prejuízos a clubes que não fossem os chamados "grandes".
Vivi esses tempos como adepto e como dirigente(nos anos 90) do Vitória.
E sei bem,porque presenciei, o quanto fomos prejudicados ao longo de todo esse tempo.
No campeonato e na taça.
E então nos jogos com o Boavista nem se fala.
Especialmente no Bessa mas também em Guimarães onde eram frequentes as manifestações de revolta dos adeptos vitorianos contra os atropelos que os árbitros perpetravam ao Vitória com o maior dos descaramentos.
A que depois o conselho de disciplina correspondia com penas severíssimas como aquela interdição do nosso estádio por sete jogos(SETE!!!) por causa de umas palhaçadas protagonizadas pelo então guarda redes axadrezado Alfredo.
E é precisamente no "sistema" e no "Apito Dourado" que radicam boa parte das responsabilidades pela diferença de palmarés entre Vitória e Boavista.
Não fosse isso e talvez pudéssemos ter cá boa parte do que eles tem lá.
Incluindo o titulo.
Depois Falamos.
Mau!

Sou um "velho" e entusiasta leitor de jornais.
Desde a minha cada vez mais remota infância em que lia "O Primeiro de Janeiro" (era o jornal que se comprava em casa dos avós e dos meus pais) de uma ponta a outra mas com especial interesse no suplemento infantil dos domingos que trazia BD a cores-uma grande inovação para a época- e onde li pela primeira vez as histórias do Peter Pan e da Branca de Neve por exemplo.
E assim continuei pela vida fora mantendo o hábito de ler jornais.
Durante muitos anos "A Bola" foi leitura quase obrigatória até que anos atrás se tornou completamente intragável dado o facciosismo de que actualmente se reveste na defesa das cores de um clube.
Mas aprendi muito sobre futebol, e outras modalidades, nas suas páginas ao longo de muitos anos.
Nos diários passei do referido "O Primeiro de Janeiro" para o "Público" e depois para o "Diário de Notícias" mas perdendo progressivamente o hábito da leitura diária das edições em papel face à possibilidade de os ler na internet.
Embora prefira claramente o jornal em papel ao jornal digital.
Nos semanários sempre li o "Expresso" mas também fui leitor habitual do "Tempo", do "Semanário", do "Jornal" e de "O Diabo" nos tempos de Vera Lagoa.
Tempos em que se compravam três ou quatro semanários todas as semanas.
Bons tempos pode dizer-se.
Esses eram os meus preferidos mas também lia outros jornais diários (como o "Comércio do Porto") semanários (como o "Sete") ou desportivos (como a "Gazeta dos Desportos" )que a vertigem dos tempos e as crises financeiras foram fazendo desaparecer.
Tudo isto a propósito da notícia por estes dias conhecida de que mais dois jornais vão fechar as portas.
O semanário "Sol" e o diário "i".
Nunca fui leitor habitual do primeiro deles (que li mais na net do que em papel) mas era leitor regular do segundo, que comprava bastantes vezes em especial ao fim de semana, porque me agradava a forma como era feito, o grafismo e o jornalismo que praticava.
É uma notícia triste.
Porque sempre que fecha um jornal isso significa menos informação, menos contraditório,menos abordagem das diversas temáticas, menos opções na área da informação.
É pena.
Por estes jornais mas também pela clara sensação de que atrás deles irão outros (tem sido a tendência dos últimos vinte ou mais anos) até ao dia em que dificilmente os jornais em papel resistirão à completa extinção.
E esse será um dia triste não só par aos leitores que como eu gostam do "cheiro" do papel e do manuseamento das folhas , mas também para a informação e para a própria democracia.
Depois Falamos
segunda-feira, novembro 30, 2015
Desprezo!

Este sujeito e este partido (enquanto for dirigido por este sujeito) merecem o mais absoluto desprezo!
O desprezo devido a quem renegou convicções, princípios, valores e a própria História apenas e só para, vendendo a alma ao diabo, alcançar o poder de qualquer forma logo após os portugueses terem dito de forma claríssima que não queriam o sujeito a primeiro-ministro nem o partido do sujeito a governar.
E por isso há que combatê-los desde o primeiro momento.
De forma democrática, sem qualquer duvida, mas igualmente de forma implacável e usando sempre do máximo rigor e da máxima exigência.
Com lealdade (até porque somos no PSD bem diferentes deste sujeito e do seu partido)mas sem qualquer transigência por pequena que seja.
Porque quem fez o que Costa fez para salvar a sua (mediana para ser simpático) carreira política é capaz de fazer qualquer coisa para se manter no poder mesmo que isso signifique a prazo o regresso da troika, um novo resgate, outra bancarrota.
O que me parece inevitável que venha a acontecer tal o facilitismo que já por aí anda a fazer lembrar os piores tempos dos governos de Guterres e Sócrates de que Costa fez orgulhosamente sem nunca deles se ter demarcado fosse no que fosse.
Aumentos de salários, descidas de impostos, fim dos exames na 4ª classe, reintrodução dos feriados, adopção por casais gay, fim das taxas moderadoras no aborto e por aí fora são o retrato do que Costa pensa (será que pensa em alguma coisa que não no poder pelo poder?) e do que os seus novos camaradas entendem como prioridades para o país.
Até porque sabem que se "isto" correr mal lá estarão no futuro o PSD e o CDS para resolverem os problemas, pagarem as contas, equilibrarem as finanças públicas, encherem os cofres e cumprirem os compromissos internacionais de Portugal.
Mas esse é o (inevitável)futuro.
Agora há que tratar do presente.
E esse presente, como atrás dito, tem de passar por um combate implacável ao governo da aliança de derrotados.
Sem inocências, sem querermos ser os bonzinhos da "fita", sem falsos sentidos de Estado.
Ontem,no seu comentário semanal na SIC, Marques Mendes dizia (com toda a razão) que será incompreensível se PSD e CDS não apresentarem uma moção de rejeição ao programa de governo do PS.
Devem fazê-lo.
Porque de um lado está quem ganhou as eleições e do outro uma aliança de derrotados cujos componentes venderam,todos eles, a alma ao diabo para serem poder.
E há que marcar claramente as diferenças.
Desde já e sem tibiezas nem hesitações.
Depois Falamos.
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