quarta-feira, maio 27, 2026

Activismo

Se o wokismo é um cancro das sociedades modernas o activismo é uma praga!
Pelo menos aquele activismo que todos os dias a comunicação social nos põe à frente e que se resume a vandalizar, estragar, roubar e apoiar terroristas que o wokismo latente impede que se tratem os autores pelos seus verdadeiros nomes - vândalos, criminosos, ladrões e cúmplices de terrorismo- para serem denominados como activistas por uma comunicação social altamente influenciada pelo tal wokismo.
Que narra as suas "façanhas" misturando os crimes que cometem com as causas nobres que seria suposto defenderem mas não defendem.
Essa escumalha activista, que se entretém a vandalizar obras de arte e monumentos, a roubar supermercados , a cortarem estradas e ligações ferroviárias e a organizar flotilhas entre outras malfeitorias tem , contudo, uma caracteristica que os define de forma irrefutável.
São uns cobardes!
Que só agem em democracias sabendo que os seus direitos serão defendidos até ao tutano e que as formas de punição pelas suas actividades criminosas serão leves e muito aquém do que merecem.
Agem em democracia, para fragilizarem a democracia, ao serviço de agendas totalitárias impostadas dos países e oranizações que os financiam e alimentam e nos quais a democracia não existe.
Porque ninguém os vê em países onde há graves atropelos dos direitos humanos a defenderem as vítimas desses atropelos e a fazerem gala de um activismo que, esse sim, seria louvável e mereceria o apoio de todos.
Na Rússia dos Gulags, na China dos campos de concentração, no Afeganistão onde as mulheres são tratadas como seres de quarta categoria, no Irão em que o regime medieval dos aiatolás já assassinou centenas de milhares de pessoas, na Nigéria onde tem existido terríveis massacres de cristãos pelos terroristas do Boko Haram , na Coreia do Norte onde todo um povo vive escravizado por uma ditadura feroz e de uma crueldade inimaginável, no norte do Iraque onde os yatidis são massacrados pelo Estado Islâmico e em vários outros paises, incluindo algumas monarquias quase medievais do Golfo Pérsico  onde as mulheres são tratadas como objectos e os homossexuais enforcados, ninguém vê os tais activistas enfeitados com panos de cozinha e armados de uma prosápia arrogante que parece capaz de salvar o mundo para quem acreditar neles é claro.
Porque sendo cobardes mas estando bem informados sabem o risco de afrontarem ditaduras e tendo medo metem o activismo na gaveta.
Preferem exercê-lo na Europa porque é mais fofinho, tem mais audiências, enganam com mais facilidade os crédulos da vida e vão cumprindo a sua agenda destruidora sem problemas de maior.
Mas sem conseguirem esconder que o activismo de que se dizem agentes não passa de vanalismo, criminalidade, gatunagem e cumplicidade com terroristas sem mistura possível, ainda que remota, com causas humanitárias ou a defesa de valores essenciais à humanidade.
Depois Falamos.

Nota: Quem não concordar está à vontade para explicar em que é que vandalizar uma obra de Monet , de Picasso, a Porta de Brandenburgo ou o Psdrão dos Descobrimentos (quatro exemplos entre muitos outros) contribui para defender uma Causa minimamente decente.

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