
Disputados os primeiros jogos deste longo mundial e enquanto se espera pela desejada estreia da seleção nacional há algumas conclusões que se podem ir tirando daquilo que até agora se viu nestes primeiros dias de prova.
Para já, o que não é novidade, excelentes estádios e grandes assistências pese embora os bilhetes terem preços muito elevados pelo menos para a realidade dos adeptos da maioria dos paises participantes.
Quanto aos doze jogos já disputados tivemos oito triunfos e quatro empates não se podendo falar de especiais surpresas pese embora um ou outro resultado não estivesse nas previsões como sendo os mais prováveis.
Como foram os casos das vitórias de Austrália sobre a Turquia e da Coreia do Sul sobre a República Checa e dos empate de Japão com a Holanda, que alguns veêm como uma possível canddiata ao titulo, e de Qatar com Suiça.
Depois três goleadas com uma a ser esperada, outra a ser surpreendente pela dimensão mas não pelo vencedor e a terceira a ser também ela expectável.
Esperado o massacre da Alemanha a um Curação que nunca pensou ver-se nestas andanças ,alguma surpresa não pela vitória mas pela dimensão da mesma dos Estados Unidos frente ao Paraguai mostrando que a seleção norte americana pode querer fazer uma gracinha e mais golo menos golo compreensível a vitória da Suécia sobre a Tunísia porque os suecos tem uma excelente equipas e certamente aspirações elevadas.
Chegados aqui alguns perguntarão se não houve surpresa no empate de Brasil e Marrocos.
Só para quem não viu o jogo porque para quem viu o empate foi lisonjeiro para o ...Brasil.
Porque Marrocos foi , em minha opinião, a seleção que até agora melhor jogou neste mundial e a mante ro nível pode chegar a fases bem adiantadas da competição.
Uma coisa é certa e Marrocos, Japão, Austrália e Coreia do Sul comprovam-no.
Nunca como hoje o futebol foi tão universal e mesmo países afastados dos grandes centros de futebol competitivo ( Essencialmente Europa mas também América do Sul) tem muitos jogadores seus naturais a jogarem nos melhores campeonatos e isso contribui para elevar o nível competitivo das suas seleções.
Pelo que com uma ou outra excepção (Curaçao, Jordânia, Haiti) não há adversários fáceis neste Mundial.
E algumas das seleções mais fortes já deram por isso.
Convém que Portugal também tenha isso presente.
Depois Falamos.
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