
Por vezes confunde-se a legitimidade para governar dada pelo voto em eleições livres e democráticas, seja para um pais, uma autarquia,uma associação, um sindicato,um clube desportivo, etc, com a razão de quem governa.
Entendendo-se razão como o ter as melhores propostas, as melhores soluções e a capacidade de transformar propostas em soluções governando de forma competente e eficaz.
E se há coisa de que a história dos países, das autarquias, das associações, dos sindicatos, dos clubes desportivos ,etc, está cheia é de o voto livre e democrático, e às vezes manifestado de forma absolutamente expressiva, legitimar para governar quem não tinha as melhores soluções mas apenas quem teve o engenho e a arte de convencer os eleitores de que as tinha.
E depois as coisas correm mal, os.problemas não são resolvidos e os países, autarquias, associações, sindicatos, clubes desportivos, etc ,onde isso acontece veêm-se na necessidade de voltarem a escolher quem os dirija muitas das vezes sem os mandatos terem sido cumpridos.
Como atrás escrevi são fenómenos mais frequentes do que se pensa e estão perante os olhos de todos quantos andem com eles abertos.
Pelo que mantendo toda o respeito pela legitimidade conferida pelo voto há que sermos, todos, cada vez mais exigentes em relação aqueles a quem o confiamos.
E essa exigência tem sempre de passar por duas etapas.
A primeira para avaliar a razoabilidade do que é proposto.
A segunda para aferir da capacidade de quem propõe ser capaz de cumprir.
Se for sempre assim certamente que no futuro próximo ou mais distante se evitarão erros bem dispensáveis já que não adianta chorar sobre erros do passado assentes nessa falta de exigência crítica.
E assim teremos países, autarquias, associações, sindicatos, clubes desportivos, etc, bem melhores!
Depois Falamos.
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