sexta-feira, junho 05, 2026

Limites

Não tenho qualquer simpatia ou antipatia pelos movimentos LGBTi desde que se cumpra uma regra essencial que é a de não me chatearem ou incomodarem.
Infelizmente tem alguma propensão para isso porque se acham no direito de atirarem à cara do comum dos cidadãos com as suas opções, chamemos-lhes assim, sexuais como se elas tivessem algum interesse para alguém que não os próprios.
São as manifestações nas ruas, as paradas, os dias disto e daquilo, o hastear das suas bandeiras em edifícios públicos e monumentos algo que felizmente o governo proibiu pese embora a lamentável "xico espertice" de alguns autarcas tenha contornado essa proibição.
Em suma numa permanente choraminguice contra a discriminação, algo que nunca ouvi a qualquer heterossexual porque esses não fazem do sexo questão alheia nem andam a atirar com a sua orientação sexual à cara dos outros, mais não fazem do que na verdade exigirem um tratamento e um estatuto de excepção como se todos tivéssemos de nos vergar perante os seus ditames e estados de alma.
Acontece que a arrogância de que usam e abusam e a impunidade de que se acham credores vá-se lá saber porquê, chega a um ponto em que esbarra na própria lei como o que a imagem documenta.
Em que se vê um símbolo nacional emporcalhado pela mistura com uma bandeira que de nacional nada tem.
E isto é crime punível por lei.
E para que os LGBTi não se sintam discriminados, desta vez com razão, espero que a Justiça os faça responder por este ultraje a um símbolo nacional como faria certamente a qualquer outro cidadão que não se abrigasse debaixo de uma bandeira que dá para tudo.
Não tenho, repito, qualquer simpatia ou antipatia pelos movimentos LGBTi.
Mas tem de haver limites para a impunidade e para a arrogância!
E esses limites nada tem a ver com a orientação sexual mas tem tudo a ver com as leis da República porque ao contrário do que alguns parecem pensar não há cidadãos iguais nos direitos e diferentes nos deveres.
Depois Falamos

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