terça-feira, setembro 02, 2014

Combates Necessários

Na minha página do facebook já tive oportunidade de elogiar sem reservas de qualquer espécie a forma como Flávio Meireles, no Restelo, interpretou e deu corpo à revolta vitoriana depois de mais uma decisão arbitral profundamente errada e que só não trouxe más consequências para o clube porque a equipa soube dar em campo uma resposta magnifica.
Disse, e repito, que naqueles momentos a esmagadora maioria dos vitorianos viu Flávio como o representante legitimo de cada um de nós.
A esmagadora maioria dos comentários foi nesse sentido mas houve dois ou três que divergiram e consideraram que o director vitoriano se excedeu e questionaram,até, o exemplo dado aos jovens jogadores vitorianos como se aquilo que estava em causa não fosse um desafio entre profissionais e sim uma confraternização de infantários.
Poderá, admito, num gesto ou nalgumas frases ter ido um pouco além da "fronteira" mas muito mais além vão aqueles que nos prejudicam e infelizmente não vejo que a indignação seja proporcional ás afrontas que nos fazem.
E por isso aplaudo o que Flávio fez antes e depois de ser expulso.
Até porque Flávio tem uma imensa experiência do que é o futebol português.
Um futebol com instituições fracas, poderes ocultos fortíssimos e uma imprensa conivente e colaborante com esses interesses.
Um futebol que tem árbitros melhores do que aquilo que demonstram jornada após jornada, mas completamente desprotegidos perante esses poderes ocultos e o tráfico de influências que lhes desenha e define as carreiras.
Um futebol de três senhores feudais (e quem se meter com eles..."leva") e de um conjunto de "servos da gleba" que procuram sobreviver a todos as minas e armadilhas que lhes aparecem pelo caminho.
E por isso Flávio, que foi jogador de topo e anda nisto há anos suficientes para perceber os terrenos movediços em que o nosso futebol assenta, sabe que há combates que é preciso fazer.
O futebol não é a canoagem, o hipismo, a ginástica rítmica ou o salto com vara.
O futebol tem paixão, emoção, adeptos.
E mediatismo.
Futebol é pressão.
Dentro e fora dos rectângulos.
E é preciso haver quem combata mediaticamente (lá diz o povo que "quem não berra não mama")e quem exerça a pressão nos sítios certos para tentar que a navegação contra o vento seja bem sucedida.
Não se peça a Flávio Meireles que faça o combate mediático porque esse não é da responsabilidade dele.
Mas o da pressão é.
E Flávio fá-lo muito bem.
Com base na sua experiência de jogador ( e exemplar capitão de equipa) e no conhecimento do meio em que se move.
A forma como reagiu no Restelo foi exemplo disso.
Porque a uma indignação genuína e sentida perante um atropelo mais a que o "seu " Vitória era sujeito soube juntar, pelo exemplo de incorformismo e amor ao clube, um factor motivacional para os jogadores que funcionou muito bem.
E a verdade é que jogaram 70 minutos em inferioridade numérica mas numa absoluta superioridade de atitude, de entrega, de classe futebolistica.
Flávio Meireles deu naqueles momentos em que a sport-tv fez dele primeira figura (e foram muitos)um belo exemplo do que é ser vitoriano, gostar do Vitória e defender sem qualquer reserva os interesses do clube.
E por isso merece o aplauso sincero de todos os vitorianos.
Depois Falamos

22 comentários:

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Francisco Guimarães disse...

Se descontarmos os naturais exageros que Flávio teve, faz muito sentido sim!
A ideia que deve ser retida e apreendida pelos jogadores é: os jogadores estão lá para jogar, lutar pela bola e pelo resultado e o dirigente está lá para garantir que não há "outros" factores e quando os há se indignar!
Ao mesmo tempo o treinador e restante banco também ficam protegidos.
É sempre melhor um castigo (pelos excessos) a um dirigente que a um executante (treinador ou jogador).

Anónimo disse...

Pela primeira vez leio o seu comentário e estou de total acordo com o seu teor por completo. Do que conheço é um grande profissional, faz um excelente trabalho.
Flávio Meireles embora o preço tenha sido alto às vezes é necessário mostrar que temos presença e posição.

Anónimo disse...

Flavio é aquele Vitoriano que faz aquilo que nós fariamos no lugar dele. Pode haver muitas especies de Vitorianos, mas ninguem pode pedir meças ao Flavio!Um jogador e dirigente que chora,ri e sofre pelo clube como ele não é facilmente substituivel.Se muitas das pessoas que falam de exageros do Flavio não conhecem os meandros do jogo pois se os conhecessem veriam que a atitude do Flavio comparada com o que existe é atitude de menino de coro. Força Flavio! Sempre em defesa do nosso VITORIA.

Anónimo disse...

Por mim, a questão está ultrapassada, Sr. Luís Cirilo. Aqui há dois momentos distintos que se complementam. Primeiro, o cartão vermelho a Nii Plange pela entrada faltosa que o Sr. Luís Cirilo teima em não reconhecer. Segundo, o vermelho a Flávio Meireles pela linguagem ofensiva dirigida ao árbitro numa reação instintiva ao cartão vermelho de Nii Plange.
Embora o Sr. Luís Cirilo se refira a alguns comentários registados Facebook contra a atitude de Flávio Meireles, eu também me insurgi contra o exagero do seu comportamento oral apenas no seu blogue. É bom que isto fique claro porque não tenho página pessoal no facebook. Apenas sei do que lá se fala por aquilo que me vão falando.
Nada tenho, nunca tive, nem nunca terei nada a apontar ao profissionalismo de Flávio Meireles demonstrado no Vitória ou fora dele. Gostei da atitude dele se explicada na defesa do treinador, por um lado; não gostei, por outro, pelas razões que já aqui manifestei. Nem o facto de ele ser ribeira-penense me desmotiva no meu apoio ao Flávio, Sr. Luís Cirilo. Mora em Guimarães há muitos anos, logo é tão vimaranense e vitoriano como qualquer outro adepto.
Até certo ponto, ele lembra-me Pinto da Costa nas suas primeiras aparições pelo banco do Porto. Era irreverente a tal ponto que os mais próximos e atinados não o suportavam. O clubismo cego quase sem limites compensou-o tanto que atirou o FCP para a fama mundial nos anos 80. Com trabalho, ambição, esforço e sobretudo pelas boas escolhas que fez, Pinto da Costa tornou-se o dirigente desportivo com mais títulos do futebol mundial. Resumindo, é um exemplo a seguir pelo Flávio. Nunca imitando-o. É neste modelo comprovado que o Flávio tem de se concentrar e ser incentivado porque deu resultado no FCP e daria sucesso no Vitória. Aquilo que ele disse e deu origem ao vermelho, é um infeliz episódio que ele próprio terá viver com isso e de corrigir rapidamente. Se não corrigir, mais vermelhos verá até aprender.
Finalmente, Sr. Luís Cirilo, permita-me uma ligeira chamada de atenção com a máxima cortesia. Sem ironias. O provérbio "quem chora, mama" deve ser utilizado de forma racional e não desculpar o indesculpável. O Sr. Luís Cirilo entende que se pode berrar e mamar ao mesmo tempo. Eu acho que a berrar ninguém se entende, muito menos mamar berrando. Quem berra tem de se acalmar para mamar. Olhe-se os italianos. Eles usam linguagem gestual banal para reforçar algumas expressões e assim evitar o uso do calão agressivo. Em vez do uso do calão porque não simplesmente berrar sem dizer nada? Na perspectiva do árbitro, um palavrão a berrar vem pintado de vermelho. Daí que, por mais voltas que a gente dê, acabamos sempre na mesma conclusão: é bom incentivar o Flávio a sair do banco para defender efusivamente o Vitória e nada dizer, mas a nunca utilizando as palavras que usou e o mandaram para a bancada.

Quim Rolhas

Vistobranco disse...

Sem dúvida esteve ao seu nível, gostei de ver, aliás como falamos aqui noutra altura, quem não se sente... Abraço Vitoriano.

Anónimo disse...

Como refere, após a expulsão, a Sporttv focou diversas vezes o Flávio. Em boa verdade, o único mau exemplo que o Flávio deu (ainda que inadvertidamente, claro) foi aparecer de cigarro na mão a fumar.
Quanto ao resto, fez o que se lhe exige no lugar que ocupa.

luis cirilo disse...

Caro Francisco:
Concordo genericamente com a sua opinião. e se Flávio exagerou talvez fosse bom percebermos todos as razões disso.
Caro Anónimo:
Há sempre uma primeira vez.
E é verdade que Flávio é um excelente profissional e um grande vitoriano.
Caro Anónimo:
A sua primeira frase, que subscrevo, diz tudo.
Caro Quim Rolhas:
Sobre Plange nada a acrescentar.
Sobre Flávio é preciso percebermos que ele foi expulso não pelo que gesticulou ou disse mas por ser do Vitória e o Vitória ser um alvo fácil. Porque já vi treinadores e jogadores do SLB/FCP dirigirem-se aos árbitros em termos bem piores e não os vejo serem expulsos. Ou se são, como JJ no Bessa, o assunto resolve-se com multa e repreensão. E é nessa (e em muitas outras) dualidade de critérios que está o verdadeiro problema.

Anónimo disse...

Para além de recordar Flávio como grande jogador e vitoriano recordo em particular a sua frase" Proposta do Braga? Nem me sentava à mesa" Fosse o "DIDI" 1/3 de vitoriano que diz que é do Flávio, Custódio 2º

cards disse...

ta certo

Anónimo disse...

Caro Sr. Luís Cirilo, o Vitória será sempre um alvo fácil enquanto não ganhar campeonatos. O respeito na hora das decisões do Conselho de Disciplina conquista-se com primazia de pontos na tabela classificativa na última jornada. Enquanto isso não for conseguido, vamos tentando e morrendo pela 'boca'.
Eu considero esta suspensão de um mês ao Flávio Meireles levada a cabo pelo Conselho de Disciplina da Liga Portugal tão exagerada como tudo aquilo que temos falado aqui a este propósito. Nessa perspectiva, tenho de lhe dar alguma razão por aquilo que foi audível na Sport TV. Uma coisa é ofender os árbitros ou o adversário, culminando com uma expulsão. Outra coisa, é o castigo ser maior do que o motivo excepcional que lhe deu razão, pois a equipa de arbitragem veio dizer que sofreu uma «lesão da honra e da reputação» que cá fora, nos tribunais, dão em quase nada, a menos que haja tv's a filmar ou testemunhas a corroborar, que neste caso ajudaram a agravar o castigo.
Para ter chegado onde chegou, qualquer equipa de arbitragem tem de estar imunizada a este tipo de linguagem que ocorrem em contextos especiais de inferioridade numérica. Devia ter tido alguma tolerância e não teve por ser imatura. Preferiu-se vitimizar-se, ganhar uma oportunidade de fazer lei e, simultaneamente, lucrar um pouco mais.
É a decisão do CD que prejudica o Vitória e não a amostragem dos cartões ou, pelo menos, de um deles.
O árbitros consideraram graves as declarações proferidas. O CD colocou-as numa patamar de quase crime. Para mim, foi simplesmente um ato infeliz a evitar no futuro. Para o Sr. Luís Cirilo, foi uma atitude normal decorrente de um momento excepcional perante uma injustiça.
Só quero acrescentar ainda o seguinte dando alguma razão ao que mencionou no anterior comentário): o objetivo desta pena pesada visa desmotivar comportamentos futuros noutros jogos servindo o diretor desportivo do Vitória como cobaia.
Enquanto o Nii Plange, pelo vermelho, levou um jogo de suspensão e paga 39 euros de multa, o Flávio vai ter de pagar 765 euros de multa, valor bastante superior ao salário mínimo nacional, numa terra onde o tecido empresarial sobrevive muito a custo com choques de reanimação.
Vive-se um mundo à parte na Liga e o preço a pagar pelo Vitória ainda é alto por ainda não ter chegado aos calcanhares dos três grandes.
Nada que não seja novo. A novidade é apenas a mão pesada por uma caralhada que nem merecia reparo, apenas repreensão ou mera advertência.

Quim Rolhas

lobo disse...

tava a ver o jogo em casa e tava feito maluco a berrar para a televisão, depois vi o flavio a fazer aquilo que qualquer vitoriano faria....nos vimaranenses e vitorianos somos assim ,educados e amigos para quem nos respeita ,mas para quem nos desrespeita leva com toda a nossa raça em cima...isto esta no nosso sangue ....sempre fieis ao nosso rei ,a nossa cidade, ao nosso clube, as nossas gentes...simplesmente bairristas

Anónimo disse...

Nem mais Sr. Luís Cirilo! Como lá diz o povo: quem não se sente não é filho de boa gente. Embora haja alguns, que se dizem vitorianos...Talvez a forma altamente elogiosa como descrevem o percurso do maior corrupto do futebol Português explique muita coisa ... Para uns é "clubismo cego quase sem limites" que compensa, para nós é linguagem ofensiva dirigida ao árbitro. Para uns é repreensão e multa, para nós é suspensão e multa. Mas realmente os Paulinhos Santos e os Jooēs Pintos, nos bancos guardados por esses tais dirigentes de sucesso, devem ser anjinhos e com certeza nunca ninguém os viu em tais atitudes.
Quanto ao lance que precipita toda a situação, sobre o qual, no seu comentário, e bem em meu entender, nada acrescenta, gostaria de esclarecer que o Plange só deveria ser expulso em dois cenários possíveis, a saber: agressão ou se o atacante seguisse isolado em direção á baliza. Ora, Sr. Quim Roscas, a falta é feínha mas claramente não se vislumbra nenhum destes cenários. Esta história de ter duas cores no coração deve ser frustrante, digo eu que só tenho uma. Como diria um amigo meu: o meu coração é só de uma côr - preto e branco. VITÓRIA SEMPRE

Rui Cordeiro da Silva disse...

Luis,

Brilhante escolha da foto, que mostra claramente a garra que o Flavio sempre teve e que tem conseguido mostrar aos jogadores e a toda a massa associativa vitoriana!
Podemos ser pequenos, mas temos o direito de mostrar que merecemos respeito dentro e fora dos relvados! E o Flavio mostrou isso!
Gostei!

Anónimo disse...

O jorge jesus foi uma coisa identica e foi apenas repreendido apesar de nao ser a primeira vez que é expulso. Flavio meireles teve direito a 1 mes fora do banco... justiça portuguesa...

Mike_the_Bike disse...

Caro Luís Cirilo,

Acho que o título deste seu "post" está muito bem adequado. São necessários todos os combates para defender os interesses do nosso Vitória. O cargo de Director que o Flávio ocupa não podia estar melhor entregue. Não devo condenar a atitude que o Flávio teve naquele momento, até porque quem de nós poderá afirmar que não reagiria de igual forma? São momentos de tensão, e a reacção foi espontânea, demonstrando o seu habitual temperamento e acima de tudo, o seu sentimento VITÓRIA.
O que mais me indigna é a dualidade na atribuição dos castigos, 1 mês de suspensão além da multa. Enfim, tivesse ele o emblema de um dos ditos grandes ao peito, e a coisa resolvia-se com uma palmadinha nas costas e pouco mais.
Podia-se fazer um campeonato somente com os 3, e as outras equipas seriam apenas uns espantalhos colocados no campo, se calhar assim não existiriam tantos problemas.

Miguel

Anónimo disse...

Uma imagem vale mais do mil palavras, caro anónimo das 2.43!
Reveja quantas vezes forem precisas neste link:
http://v2.videos.sapo.pt/carlitos1977
Se não abrir, copiee ponha o video a correr.
A história conta-se a partir do segundo 34'. Miguel Rosa, como se vê, estaria isolado em direcção à baliza se não fosse derrubado pelo Nii Plange.
Meu caro, sobre a minha menção a Pinto da Costa e a sua intuição de que arrasto asa ao FCP, você está arredado daquilo que escrevi nestes últimos meses seja do FCP, SLB, SCP, SCB, etc.
A minha única frustração decorre há mais de 50 anos por ainda não termos ganho nenhum título.
O meu clube é e sempre foi Vitória Sport Clube. Sou sócio pagante há mais anos do que temos democracia. Portanto, estou à vontade para falar ou ficar calado, se eu quiser e se o dono do blogue deixar.

Quim Rolhas

luis cirilo disse...

Caro Vistobranco:
Todos os "exércitos" precisam d eliderança. Nem que seja pelo exemplo. E o Flávio é exemplar no amor ao clube.
Caro Anónimo:
Realmente o cigarrinho era bem dispensável. Mas ,lá está, é o stress

luis cirilo disse...

Caro anónimo:
E tenho a certeza que diz isso com verdade. Quanto ao Didi...não sei quem é futebolisticamente falando.
Caro cards:
Está mesmo.
Caro Quim Rolhas:
estes castigos são apenas a prova(como se necessária fosse) de que a Liga portuguesa é comandada por gente que aplica critérios diferentes perante clubes que deviam ser iguais nos direitos e nos deveres.
E que uma comunicação social que é caixa de ressonância e defesa desses "artistas". O resto ´+e treta.
Caro lobo:
O Flávio fez o que qualquer vitoriano que sinta o clube faria em idêntica situação.
Daí o termo-nos sentido(quase) todos bem representados por ele.
Caro anónimo:
Para mim é indiscutivel que a falta é merecedora de amarelo mas nunca de vermelho. Que surge poor o árbitro considerar, mal, que Plange derrubou um adversário em situação de golo iminente. O que não era verdade.
Caro Rui:
sempre gostei desta fotografia. exemplifica na perfeição o que deve ser a atitude de um jogador que veste a nossa camisola.
Caro Anónimo:
E JJ farto de ser reincidente naqueles comportamentos.
Caro Miguel:
Não duvide que as coisas ainda são assim porque os outros clubes tem a força mas não tem a coragem de se imporem. Veja o que aconteceu em Espanha quando Real Madrid e Barcelona exigiam negociar separadamente os direitos televisivos. Os outros deixaram claro que ps dois passariam a época inteira a jogarem entre eles porque mais ninguém aceitava participar numa Liga nessas condições. E RM e FCB tiveram de ceder.
Caro Quim Rolhas:
Pelo dono do blogue pode estar à vontade.

luis cirilo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
luso disse...

o vitorianismo que se respira por aqui é uma maravilha, mas dizem-se aqui excessos inacreditáveis.
Então o Flávio não fez o suficiente para ser expulso?

Se não devia ser expulso, então quais são as condições para isso acontecer?
Bater no árbitro? ameaçá-lo?
Há dias o Jorge Jesus foi também expulso (e é do Benfica) e o que disse foi tão (pouco) grave que nem suspensão apanhou...

luis cirilo disse...

caro luso:
Não se discute a expulsão que do meu ponto de vista é aceitável. Embora já tenha visto outros, como o referido JJ, fazerem pior e escaparem sem punição.
O que se condena liminarmente é a diferença de critérios na hora de aplicar os regulamentos