
O mundial em termos desportivos acabou!
Ganhe quem ganhar será apenas o concluir de uma farsa em que Infantino, por ordem de Trump, manipulou a verdade desportiva, as regras da competição e o próprio estatuto da FIFA.
Não tenho a mínima dúvida, por tudo quanto tenho visto, que a final que a FIFA deseja e quer é uma final entre Argentinha e Estados Unidos e para isso fará tudo que lhe seja possível.
Como de resto já está a fazer.
Foi o vermelho não mostrado a Messi no Argentina - Argélia, foi o segundo golo argentino a Cabo Verde que nem intervenção do VAR mereceu quano há clara falta de um argentino sobre um cabo verdiano, é agora esta decisão a favorecer de forma vergonhosa os Estados Unidos.
Sem esquecer a arbitragem escandalosa do Paraguai- França em que aos sul americanos foi permitido um festival de arruaça e agressividade dando claramente a entender que seria muito bem visto que depois de eliminarem a Alemanha fizessem o mesmo com a França que é, porventura, o maior obstáculo aos sonhos vigaristas de Trump e Infantino.
E isto são apenas alguns exemplos daquilo que é possível ver.
Porque depois haverá o resto e esse resto não será seguramente coisa pequena.
Este é definitivamente o Mundial da falta de vergonha e da falta de ética desportiva de que as meseráveis condições em que a seleção do Irão foi obrigada a competir são o maior dos maus exemplos. Neste caso especifico da ordem da Trump a Infantino, a que este como lacaio que é obedeceu de imediato, gostava de saber qual foi a reação da UEFA dado que a seleção belga é a adversária dos EUA.
Lavrou um protesto? Insurgiu-se? Ou ficou calada ?
Uma coisa sei.
O que a FIFA, Infantino e Trump mereciam era que as seleções europeias e africanas ainda em prova abandonassem de imediato o Mundial pondo termo à farsa.
Seria doloroso para jogadores, treinadores e adeptos mas seria um grande gesto de defesa do futebol enquanto desporto e não apenas negócio ao serviço de quem tem poder para nele mandar conforme lhe interessa.
E para grandes males...grandes remédios.
Depois Falamos.
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