quinta-feira, outubro 01, 2026

Provocação

Dificilmente se poderá deixar de olhar para esta decisão como sendo mais uma provocação a Cristiano Ronaldo adensando as suspeitas de que há muita história para contar e sendo cada vez mais importante ouvir o que Ronaldo tem para dizer.
Os jogadores foram para este conjunto de quatro jogos com os números escolhidos e o facto de um já não estar (se estivesse lesionado estaria igualmente ausente) não implicava qualquer necessidade, e menos ainda qualquer obrigatoriedade, de o seu número ser usado por outro jogador nestes dois jogos que faltam.
Atribuir o sete a outro jogador é querer fazer passar a ideia de que Ronaldo é definitivamente passado e não há qualquer interesse em reabrir uma porta que se fechou ainda não se sabe porquê.
Pedro Proença e Jorge Jesus lá saberão o porquê destes comportamentos agarotados mas de uma coisa podem estar ambos certos; são a dupla presidente/treinador mais dependente dos resultados em toda a História da FPF.
Quanto a Rafael Leão, a quem coube o azar de ser personagem neste triste episódio, resta desejar que a camisola sete não seja demasiado grande para ele.
Depois Falamos.

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