
Há gente, opinadores, comentadores, "influencers" , chamem-lhes o que quiserem chamar que andaram anos a insistir no erro, a apoiar os errados, a quererem (e nalguns casos conseguirem) convencer outros a alinharem em opções erradas.
Mas há uma velha máxima que nos diz que se pode enganar muita gente durante muito tempo mas é impossível enganar toda a gente sempre pelo que um dia a verdade veio ao de cima, comprovou-se o erro embora sem se saber ainda a sua verdadeira dimensão.
E quando os errados desapareceram do dia para a noite, fugindo a responsabilidades e compromissos, os seus arautos permaneceram e com a desfaçatez que os caracteriza rapidamente se prontificaram a anunciarem os "amanhãs que cantam" como se nada tivessem a ver com o passado nem responsabilidades de grau diverso na manutenção do erro e dos errados.
Pior ainda acham-se no direito, sem qualquer acto de contrição ou manifestação de arrependimento, de apontarem caminhos, defenderem soluções, apoiarem os que a cada momento estao no poder.
Há gente cuja desfaçatez não tem limites.
E também por isso há instituições centenárias que estão como estão.
Depois Falamos.
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