
sexta-feira, outubro 23, 2026
Desonestidade

Felizmente o que Augusto SS quer ou deixa de querer já não interessa para nada neste país.
Tal como o próprio que não passa de uma recordação de tempos maus da democracia portuguesa, que ainda hoje o país anda a pagar a duras penas, que se ainda tem algum palco o deve aos camaradas da comunicação social que insistem em impingir as opiniões de um sujeito sem qualquer credibilidade.
Que pese embora a sua comprovada inutilidade conseguiu a proeza histórica de fazer parte de governos de três primeiro ministros ( Guterres ,Sócrates e Costa) e tem o recorde absolutamente espantoso de ter sido ministro de cinco diferentes pastas ( Educação, Cultura, Assuntos Parlamentares, Defesa e Negócios Estrangeiros) sem aptidão especial para qualquer delas e sem em qualquer delas ter deixado algo que valha minimamente a pena recordar.
Apenas palavreado, promessas por cumprir e um estilo caceteiro que ainda assim não impediu que chegasse, imagine-se, a presidente da Assembleia da República.
Pois este vestígio do passado não resiste a querer influenciar o presente (coitado...) e pensando que são todos como ele e o seu amigo António Costa acha que se o Chega ganhar eleições o PS e o PSD devem fazer uma geringonça ao centro para impedir de governar quem ganhe as eleições.
Uma desonestidade política já conhecida do PS mas na qual espero que nunca o PSD embarque, se um dia a questão se puser, porque isso seria perder completamente toda a razão que teve em 2015.
Por razões de principios (coisa que Augusto SS obviamente não tem) e também de clarividência política.
Porque uma geringonça do Bloco Central não só não duraria muito como faria que em eleições posteriores o Chega obtivesse uma maioria absoluta e provavelmente bem dilatada.
E se um dia o Chega tiver de governar é preferível que o faça em minoria e controlado pelo Parlamento do que ao abrigo de uma maioria absoluta que representa um poder quase absoluto.
Mas para o em tempos ideólogo do "eu gosto e é de malhar na direita" isso é manifestamente difícil de perceber.
E por isso vai malhando nele próprio ao cobrir-se de ridículo pelos disparates que diz!
Depois Falamos.
Resultado

Vandalismo, tráfico de droga, intolerância política, bandeiras da inexistente Palestina, provocações às autoridades, infração de leis, parques de campismo clandestinos, sujidade por todo o lado, tentativa de ressuscitar o PREC com as ridículas assembleias populares, estrangeiros a quererem ditar leis no nosso país, delinquentes igualmente estrangeiros a quererem apedrejar a casa do PM e a exigirem casas que nos seus países não lhes dão, escumalha estrangeira a defender os terroristas do Hamas e o PAIGC, extrema esquerda a apoiar porque são tão maus como eles, o PS assolado por uma aterradora falta de sentido de Estado a transigir com a desordem de olho nos hipotéticos votos daquela gente.
É, em suma, o resultado desta palhaçada em que o país anda mergulhado há vários dias.
Contributos sérios para ajudar a resolver o problema da habitação e do custo de vida ?
Nenhum!
Mas o objectivo também nunca foi esse!
Depois Falamos.
Jorge Neto

O Jorge foi meu colega no Parlamento durante duas legislaturas.
Um bom colega e um bom amigo com quem sempre mantive uma relação cordial e bem disposta.
Foi secretário de estado da Defesa e não terá feito uma carreira mais longa na política porque a paixão pela advocacia foi sempre mais forte.
Sabia-o com problemas de saúde há já alguns anos e infelizmente este era um desfecho que se temia há algum tempo.
Foi um excelente advogado, um deputado tecnicamente muito bem preparado e um orador com uma retórica muito própria que o distinguia.
Era aquilo a que se chamava uma pessoa com classe.
Vai fazer muita falta à família e aos amigos.
Que descanse em paz.
Depois Falamos.
quinta-feira, outubro 22, 2026
Steven Spielberg

Sou desde 1975 um admirador incondicional de Steven Spielberg que considero o maior realizador de toda a História do Cinema.
E desde 1975 porquê?
Porque nesse ano, com "Tubarão", revolucionou toda a industria cinematográfica e levou-a para patamares de entretimento e espectacularidade que antes dele nunca tinham existido nem nada que se parecesse.
E depois de "Tubarão" vieram os espantosos filmes de Indiana Jones, uma nova visão sobre extraterrestres com "Encontros Imediatos de 3 Grau " e "E.T.", uma olhar único sobre a II guerra mundial com "O Resgate do Soldado Ryan" , "A Lista de Schindler" e o "Império do Sol", o ressuscitar dos dinossauros com os filmes "Jurassic Park", o combate ao racismo com "A Cor Púrpura", uma visão futurista em 2001 com "A.I Inteligência Artificial" e sobre o mesmo tema com "Relatório Minoritário em 2002, a denúncia do massacre de atletas israelitas nos J.O com "Munique", uma biografia histórica com "Lincoln", o retomar de um velho tema com "A Guerra dos Mundos", entre outros filmes que ficam para a grande História da sétima arte.
Cada um tem a sua opinião e todas são respeitáveis.
Para mim Steven Spielberg é o maior nome de toda a História do Cinema.
Depois Falamos.
Errado

Dizem que quer ser primeiro ministro.
Quer...mas não me parece que possa merecer confiança para isso dada a sua triste tendência para estar quase sempre do lado errado das coisas!
Não se lhe conhece uma declaração a condenar expressamente o vandalismo, a infração de leis, a desobediência e provocação às autoridades, o campismo clandestino das manifestações.
Talvez porque, mais uma vez errado, pense que naquela corja tem potenciais eleitores.
Mas já no que se trata de pôr em causa a actuação firme, competente e legal da PSP já ele aparece todo lampeiro a imitar os camaradas do PCP, BE e Livre a fazer o jogo dos manifestantes.
Remete para o reino de anedotas passadas relembrar que este senhor foi ministro da administração interna.
Mas remete para o reino de evitar anedotas futuras impedir que algum dia seja primeiro ministro. Porque quem se preocupa mais com os defensores da lei do que com quem comete crimes não tem categoria para o ser.
Depois Falamos.
quarta-feira, outubro 21, 2026
Piratas

Em séculos idos a bandeira preta com a caveira e as tíbias em branco era a marca distintiva dos navios piratas que assolavam osoceanos, muito em especial o Atlântico, e para os restantes navios e as populações costeiras verem essas bandeira significava problemas pela certa.
Ataques, roubos, pilhagens, destruições, tráfico de pessoas destinadas à escravatura, violações e por aí fora.
Eram a praga desses tempos!
Hoje a bandeira dos piratas é diferente porque também os piratas são diferentes e praticam piratarias numas coisas iguais e noutras diferentes.
A bandeira mantém as cores preta e branca mas acrescentaram-lhe o verde e o vermelho, atribuiram-lhe a categoria de símbolo de um Estado que não existe de facto, retiraram a caveira e as tíbias.
Mas continua a representar a pirataria.
Onde há destruições, roubos ,pilhagens, desobediências às leis, tráfico (agora não de pessoas mas de drogas), vandalismo, ataques às autoridades e por aí fora lá está o trapo que identifica os piratas de hoje sempre presente e sempre exibido mesmo que a propósito de actividades que supostamente não estariam infestadas pela pirataria.
Por isso também como em séculos passados estes piratas tem de ser combatidos, eliminados e feitos desaparecer.
Dantes com leis que hoje já não se aplicam e agora com base na mais estrita legalidade consoante as leis de hoje mas sempre, como ontem,com determinação, rigor e sem qualquer transigência perante quem comete crimes.
Ontem como hoje o que está em causa é defender a civilização.
E nela não há lugar para piratas!
Depois Falamos.
Obrigado

A todos , e tantos foram das mais diversas formas, que quiseram com palavras de amizade assinalarem a minha sexagésima sétima volta ao sol agradeço do fundo do coração o terem-no feito.
Na impossibilidade de agradecer pessoalmente a todos, como tanto gostaria, aqui fica um muito reconhecido agradecimento colectivo.
Na certeza de que palavras e mensagens são importante " combustível " ( este sem preço) para a sexagésima oitava viagem.
Muito obrigado.
Beijos e Abraços.
Depois Falamos.
segunda-feira, outubro 19, 2026
Pisa

Já nem a torre de Pisa, património mundial da Unesco e um dos monumentos mais admirados no mundo, escapa a tentativas de fogo posto e à exibição do trapo a que chamam bandeira de um país inexistente por parte de uma escumalha terrorista que ataca a Europa e a civilização tal como ela é entendida.
Tempos muito difíceis estes que vivemos.
E com tendência para piorarem se os Estados democráticos continuarem a não responder à altura a estar novas hordas de bárbaros.
Depois Falamos.
domingo, outubro 18, 2026
Curiosidade

Nesta onda de terrorismo em curso na Europa já vimos edifícios históricos incendiados, monumentos e igrejas vandalizados , lojas saqueadas, câmaras municipais e outros serviços públicos assaltados e por ai fora.
Por aí fora?
Alguém tem noticia de uma mesquita, uma que seja, incendiada, vandalizada, assaltada?
E só em França há mais de 2500!
Pois...
Depois Falamos.
Manifestação

As imagens, terríveis diga-se de passagem, pertencem ao histórico edifício com a icónica torre da câmara municipal de Limoges incendiado pela escumalha que está a pôr a Europa, especialmente França, a ferro e fogo ao abrigo de um suposto direito de manifestação que deu nisto.
Este grau de banditismo ainda cá não chegou mas anda por ai uma horda de campistas clandestinos que são uma espécie de balão de ensaio para que também em Portugal a desordem , o vandalismo e o caos se instalem.
Não tenho a mínima dúvida que a Europa está a ser atacada por terrorismo organizado ( por quem é um factor adicional de preocupação) e que os Estados tem de se defender.
Tratando terroristas como terroristas e reprimindo-os com tudo que a lei permite.
Incluindo o uso de força letal em casos limite.
Não pode haver ingenuidades, tibiezas ou preconceitos em assuntos com ests gravidade.
Depois Falamos.
Sério


A sério que eu, português que pago impostos e cumpro as leis , tenho que aturar esta escumalha no meu país? Ainda por cima estrangeiros que vem para cá insultar, reclamar, exigir, quererem dar lições de moral e participarem em desacatos , na ocupação ilegal de espaços públicos e na provocação às autoridades.
Tenho que os aturar?
Não. Não tenho.
E gostava que o governo depois de os responsabilizar pelas suas acções delituosas os pusesse na fronteira com um merecido pontapé no fundo das costas.
Depois Falamos.
sábado, outubro 17, 2026
Preto

Sobre o jogo nada digo até porque quem o viu não precisa de comentários.
Nem sequer sobre uma vez mais termos jogado de preto sem qualquer necessidade.
Mas quando na troca protocolar de lembranças com a direção do Lamelas e a Câmara de Castro Daire se oferece uma camisola preta em vez de uma branca está-se a dar mais uma machadada na nossa identidade.
Pena isso não ser percebido por quem de direito.
Depois Falamos.
Claro

A habitação? Claro.
O custo de vida ? Claro.
Os jovens que tem de morar com os pais? Claro.
Casas para todos e de preferência boas e baratas? Claro.
Tantas causas interessantes e urgentes não é? Claro
Mas quem é que esta escumalha acha que engana? Ouve-se o vídeo e percebe-se bem o que eles querem.
Quanto ao eloquente imigrante , apoiante de terroristas e feliz com um bárbaro massacre, porque não vai vender a sua miserável banha da cobra para o país dele?
Era o que fazia sentido não era? Claro!
Depois Falamos.
sexta-feira, outubro 16, 2026
Identidade

Já o tenho referido noutros contextos e vou referi-lo neste também.
A identidade é um dos valor mais importantes de um clube desportivo.
Tal como o emblema, os símbolos, as cores e os equipamentos.
O cumprimento dos estatutos também faz parte dessa identidade porque ter regras e cumpri-las distingue uma instituição credível de um grupo de amigos que jogam sueca..
Cumprir estatutos não é facultativo mas sim obrigatório.
Por isso não entendo a razão pela qual se criou um sério problema sem qualquer necessidade de o fazer.
Realizando a Assembleia Geral Ordinária na sexta feira dia 30 e a Assembleia Geral Extraordinária no sábado 31 de Outubro (duas AG em dois dias consecutivos já aconteceram) cumpriam-se os estatutos por um lado e a vontade da Vsports por outro.
Além de se seguir uma cronologia que me parece francamente mais lógica.
Não o quiseram fazer dessa forma e lá saberão as razões.
Por mim tenho pena que tendo o Vitória tantos problemas ainda lhe tenham arranjado mais um desnecessário e fácil de evitar.
Depois Falamos.
PSP

Há que dar os parabéns à PSP pela forma firme como repôs a legalidade democrática no Porto.
Quem vê estas e outras fotografias nem precisa de grandes explicações para perceber a necessidade de intervenção das autoridades.
Os mesmos bandos de sempre, profissionais da desordem e promotores de desacatos, defensores de agendas minoritárias e de opções ainda mais minoritárias mas que se acham no direito de exibirem a quem não as tem e, cereja em cima do bolo, os inevitáveis trapos a que chamam bandeiras de um Estado que não existe e que tem tudo a ver com a habitação no nosso país como é evidente.
Habitação que foi, aliás e apenas, o pretexto para esses desordeiros praticarem a arruaça, o conflito, as provocações às autoridades que são modas importadas de outros países europeus, com a França à cabeça, em que o pão nosso de cada dia é a violência e a contestação ao Estado de direito.
Muito bem estiveram a PSP e o presidente da câmara do Porto, Pedro Duarte, ao fazerem respeitar as leis da República .
Quanto ao bando de desordeiros armados em campistas ficaram a saber que a Praça D. João I na cidade do Porto não é um parque de campismo!
Depois Falmos.
Nota: E estou certo que se não quiserem aceitar essa evidência a PSP não terá qualquer problema em lhes voltar a explicar isso e desejávelmente de forma mais enérgica ainda. Depois que subam o Douro numa flotilha de protesto que com sorte, e a sua cada vez maior falta de sentido de Estado , ainda terão o José Luis Carneiro a recebê-los na Ribeira e a manifestar-lhes solidariedade.
quinta-feira, outubro 15, 2026
Falar

Cada vez que Pedro Passos Coelho fala, o país não fica indiferente (curiosamente tal como acontece com Aníbal Cavaco Silva) e na classe política aparecem estranhos nervosismos de onde seria menos legítimo esperar nalguns casos.
É o caso de Carlos Moedas.
E quem é Carlos Moedas?
Ou melhor, quem era Carlos Moedas antes de 2011?
Engenheiro civil, trabalhou na Goldman Sachs, era desconhecido no mundo político.
Em 2011 alguém fez dele deputado eleito por Beja.
E esse alguém, ganhas as eleições, convidou-o para secretário de estado adjunto do primeiro ministro com responsabilidade no acompanhamento do programa de ajuda financeira da troika.
Depois esse mesmo alguém fez dele comissário europeu entre 2014 e 2019.
Esse alguém chama-se Pedro Passos Coelho.
E mesmo sabendo-se que um sentimento chamado gratidão anda neste país pelas ruas da amargura não pode deixar de considerar-se que se para Passos Coelho fosse mais fácil falar do que fazer se calhar nunca teria feito de Carlos Moedas o que ele é hoje.
Mas fez.
E por isso este nervosismo com as declarações de Pedro Passos Coelho que ao próprio seguramente nada preocupam devem preocupar, isso sim, Luís Montenegro!
Porque pelos vistos nos seus mais próximos (Moedas é vice presidente do PSD) já há quem ande a deitar contas ao futuro, ao pós Montenegro, e a tentar diminuir potenciais rivais.
Como se alguma vez na vida Carlos Moedas pudesse ser rival de Pedro Passos Coelho...
Mas já Al Pacino em "O Advogado do Diabo" interpretando genialmente o papel de diabo dizia nessa qualidade que a vaidade era o seu pecado preferido...
Depois Falamos.
quarta-feira, outubro 14, 2026
Críticos

Pese embora os resultados, o que já ganhou no clube , a boa carreira na Liga dos Campeões na época passada ( e nesta parece ir pelo mesmo caminho) e exibições que frequentemente são de bom nível há uma franja de adeptos do Sporting que não gostam de Rui Borges.
E nem mesmo o facto de ele ter perdido jogadores fundamentais (Hjulmand, Pedro Gonçalves, Trincão, Morita, Quenda,etc) e de os substitutos precisarem de algum tempo para se integrarem em pleno serve de atenuante para as críticas.
Não gostam...não gostam!
Ontem com o Lens tiveram mais uma noite em que a realidade os contrariou.
Uma excelente exibição, uma equipa personalizada que dominou o jogo, dois golos marcados e mais três ou quatro ingloriamente desperdiçados deram ao Sporting um triunfo inteiramente merecido e um pleno de vitórias na actual edição da Liga dos Campeões.
Os críticos, esses, vão ter de guardar os ataques a Rui Borges para outras ocasiões.
Sina de quem não tem razão.
Depois Falamos.
segunda-feira, outubro 12, 2026
Clarividência

Sou desde sempre um admirador de Francisco Sá Carneiro que considero ser a minha principal referência política.
Li todos os seus livros, li um muito razoável número de livros sobre ele e por isso sinto-me perfeitamente identificado com o seu pensamento.
Tendo a clara certeza de que sempre foi um homem que pensava muito à frente para o seu tempo e por isso conseguia galvanizar uma parte significativa do país como foi patente nas eleições de 1979 e de 1980.
Uma das suas ideias matrizes para o sistema político português era a bipolarização.
Dois grandes blocos políticos democráticos e alternativos liderados por PSD e PS, que permitissem a governação do país sem quebras nem condicionalismos provocados por governos sem maioria.
De um lado a AD de então com PSD/CDS/PPM e do outro a FRS com PS/UEDS/ ASDI.
Com outras nuances e obviamente outros protagonistas creio que foi isso que Pedro Passos Coelho defendeu na entrevista a Maria João Avillez.
Dois blocos alternativos tendo de um lado a actual AD (PSD e CDS) com Chega e Iniciativa Liberal e do outro o PS com Livre e PAN deixando de fora os partidos defensores de regimes totalitários.
Em suma a bipolarização defendida por Francisco Sá Carneiro.
E esta clarividência sobre o caminho para fazer reformas com o indispensável apoio parlamentar, seguindo a matriz orignal do fundador do PSD, é algo que merece aplauso e deve merecer ponderação no seio do maior partido português.
Depois Falamos.
Golos

Hoje mais um na vitória do Al Nassr, por 3-1, em jogo a contar para a Liga dos Campeões asiáticos. Um golo de excelente execução e uma exibição de bom nível num jogo em que Samu Costa esteve em bom plano e Félix nem por isso.
Quanto a Ronaldo fez o que toda a vida tem feito. Responde às críticas com golos.
Faltam dezanove.
Depois Falamos.
Opinião

Lê-se e custa a acreditar. Mas é verdade.
Cátia Azevedo era atleta do Sporting e da seleção nacional detentora de vários recordes nacionais , vencedora de competições internacionais e presente em Jogos Olímpicos.
Um dia decidiu, de forma completamente normal e compreensível, ser mãe.
O Sporting depois do parto não lhe renovou o contrato com a justificação absolutamente miserável que consta da imagem que ilustra este texto.
Admira-me muito que o Dr Varandas que tem opinião sobre tudo, e muitas delas praticamente instantâneas, não tenha formulado opinião sobre isto.
Até porque gostando tanto de pregar moral aos árbitros, à Liga, à FPF e aos outros clubes, perdeu uma oportunidade de ouro para pregar moral ao próprio clube.
E neste caso cheio de razão.
Depois Falamos.
Entrevista

Vi hoje, porque ontem não me foi possível, a entrevista de Pedro Passos Coelgo a Maria João Avillez.
E sobre ela direi sintecticamente o seguinte.
Ideias sólidas, clarividência estratégica, uma visão para o país, uma liberdade de pensamento que não é de hoje mas de sempre, um diagnóstico acertado dos problemas e das soluções para os resolver, a inabalável convicão de que é preciso acelerar as reformas e construir maiorias que as tornem possíveis.
E uma clara preocupação com os rumos que a Europa está a levar.
Em relação ao governo as críticas que fez apenas podem ser encaradas numa perspectiva construtiva e num partido como o PSD ,que sempre privilegiou a diversidade de opiniões, será um erro não serem entendidas dessa forma.
Pessoalmente, tal como Passos Coelho, desejo o sucesso deste governo.
Mas se por qualquer razão ele não for posssível fico naturalmente tranquilo ao ouvir Pedro Passos Coelho asseverar que ponderará tomar uma iniciativa para fazer diferente.
Depois Falamos.
Sugestão de Leitura

Li com alguma curiosidade este livro escrito por Charles Spencer sobre a sua falecida irmã a princesa Diana.
Não é uma biografia da proncesa, longe disso, mas é essencialmente um livro sobre as memórias que um irmão tem sobre uma irmã desaparecida precocemente mas cuja curta vida teve um enorme impacto nível mundial.
São as memórias de infância e de juventude em que eles, os dois mais novos de quatro irmãos, construiram uma relação de grande proximidade e cumplicidade à luz dos quais Charles Spencer foi uma figura sempre presente na vida da irmã e dá neste livro uma visão muito pessoal sobre o seu casamente com o principe Carlos e tudo que levou posteriormente a um divórcio conflituoso.
A par dessa memórias o conce Spencer semeia no livro algumas pequenas "maldades" contra o ex cunhado e a famílía com excepção da rainha Isabel II.
EM suma não sendo uma obra prima nem um livro de referência ainda assim lê-se com agrado porque permite conhece rmelhor uma personagem de referência como o foi Diana de Gales e a família real inglesa.
Depois Falamos.
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