
sábado, junho 22, 2024
Pasquins


Hoje joga Portugal.
Na fase final de um Europeu e não num jogo particular.
A capa dos dois jornais pseudo desportivos de Lisboa é esta.
Portugal que se lixe.
Importa é o clube deles.
Nem para embrulhar peixe servem.
Depois Falamos.
sexta-feira, junho 21, 2024
Reforços
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Com a pré temporada já iniciada o Vitória anunciou até agora quatro reforços para o plantel da primeira equipa.
Sobre os quais se pode dizer sinteticamente o seguinte:
Samu: É um médio experiente, com bom percurso no Vizela, e características idênticas a jogadores já existentes no plantel mas que poderão sair.
João Mendes: Lateral esquerdo que fez parte da formação no Vitória e depois esteve na equipa B do Porto com episódicas aparições na principal equipa. É um jogador interessante que poderá complementar ou alternar com Ricardo Mangas no flanco esquerdo.
Marco Cruz: Um jovem médio vindo da equipa B do Sporting. Não conheço mas tenho boas referências dele. É uma aposta.
Jesus Rodriguez: Ponta de lança que fez uma muito boa época no Nacional da Madeira. Vem reforçar o sector mais carente da equipa e espera-se que mantenha a veia goleadora.
Sem notícia de saídas , até ao momento, e com estas quatro entradas o plantel está naturalmente mais forte. Mas até 31 de Agosto há uma eternidade de tempo a percorrer.
Depois Falamos.
quinta-feira, junho 20, 2024
Povo

O que se passa na Madeira é tão incrível quanto inaceitável.
PS, Chega e PS B ( a que por razões de mero disfarce chamam JPP) através de coligação negativa querem subverter o resultado das eleições e provocar nova crise política.
Com o falso argumento de que o problema não é o programa de governo mas sim Miguel Albuquerque como se a vontade do povo não tivesse sido expressa no sentido de o escolher para continuar como presidente do governo regional.
Pelo menos foi mais votado que os Cafofo e Élvio da vida.
Pelo meio o povo que se lixe enquanto aqueles que não respeitam a sua vontade se entretém nestas golpadas de bastidores.
É o primado da táctica, aquela que Pedro Nuno Santos prometera deixar de fora, no máximo da sua miséria.
Depois Falamos.
P.S. Notável a habilidade para a acrobacia política do líder do Chega/Madeira. Sobre o mesmo assunto e em poucos dias já vai na terceira posição .
https://eco.sapo.pt/2024/06/19/miguel-albuquerque-retira-programa-do-governo-e-quer-ouvir-oposicao/
Centeno

Os socialistas gostam muito de exigir ética aos outros.
Veja-se o caso de Cristina Dias a actual secretária de estado da mobilidade cuja demissão exigem por questões que alegam serem de ética.
Mas quando se trata deles vale tudo como se viu no caso de Alexandra Reis e muito especialmente de Mário Centeno.
Que enquanto ministro das finanças se nomeou a si próprio governador do Banco de Portugal.
Tão grande exemplo ético valeu-lhe, aliás, a tentativa de fazerem dele primeiro ministro na aflição de não perderem o poder no pós António Costa e agora há os que sonham vê-lo como candidato apoiado pelo PS à Presidência da República.
Sempre em nome da ética é claro!
Depois Falamos.
Clubite

A clubite, especialmente quando roça ou atinge o fanatismo, é sempre e em qualquer circunstância lamentável.
Muito mais quando é arma de arremesso contra a seleção nacional que disputa a fase final de uma grande competição.
Eu gostava muito que Jota Silva estivesse entre os 26 eleitos de Roberto Martinez.
Fez uma grande época, foi escolhido para o "Onze" da LPFP pelos treinadores e "capitães" de equipa, marcou golos, fez assistências, protaganizou excelentes exibições e foi a grande revelação/confirmação da temporada agora finda.
Mas não foi um dos escolhidos.
O que entendi face às muitas opções para a posição em que joga embora lá no fundo fique sempre a pensar que nesta seleção havia espaço para um segundo "espalha brasas" face ao nosso tipo de futebol e ao perfil dos adversários da fase de grupos.
Mas não foi...não foi.
E não é por ele não ter ido que vou passar a implicar com o selecionador, com os jogadores que foram, com as exibições, na procura constante de defeitos que seja possível criticar e de forma acintosa, quase desejando ( e nalguns casos desejando mesmo) que as coisas corram mal para provar que as críticas estavam certas e tudo o resto mal.
Percebo que adeptos de um clube estejam tristes pela ausência de um ou outro jogador seu.
É a minha tristeza por o Jota Silva não estar lá.
Percebo que adeptos de outro clube desejassem que os seus jogadores lá presentes (os actuais e um ou outro do passado) fossem titulares.
Se o Jota Silva lá estivesse seria também esse o meu desejo.
Mas nada disso é motivo aceitável para que não se apoie Portugal sem reservas e desejando que tudo corra bem sempre.
O tempo de discutir os convocados já passou, porque são os que estão na Alemanha e mais nenhuns, pelo que não vale a pena repetir até à exaustão "matéria" já dada.
O tempo de avaliar a prestação da outrora chamada "equipa de todos nós" virá a partir do momento em que ela regresse a Portugal com ou sem o título de campeã europeia e aí não faltará tempo par analisar jogos, dissecar tácticas, elogiar o que esteve bem e criticar o que esteve mal.
Mas agora é tempo de apoiar sem reservas de qualquer espécie embora sem perda da liberdade de opinar dentro de limites razoáveis quando se trata de formular críticas.
Em tempo de guerra não se limpam armas pelo que aqueles que estão sempre ansioso por andarem aos tiros bem podem fazer à selecção nacional o especial favor de se conterem por algum tempo e deixarem a clubite metida numa gaveta em prol desse apoio que a seleção merece.
Creio que não é pedir muito o desejar que todos os portugueses apoiem Portugal.
Depois Falamos.
quarta-feira, junho 19, 2024
Ironia

O futebol tem ironias muito próprias que quando correm bem, como ontem, acabam por se tornarem deliciosas.
Quando Roberto Martinez divulgou os 26 convocados para a fase final do Euro 2024 houve vários nomes a merecerem contestação (há sempre até porque há pessoas incapazes de dispensarem a clubite nas suas apreciações) e entre eles Francisco Conceição e Pedro Neto.
O extremo portista com o argumento de que não tinha experiência na seleção pela qual tinha feito apenas um jogo à data da convocatória enquanto ao extremo do Wolverhampton se apontava uma prolongada lesão e apenas uma dúzia de minutos jogados entre Março e a altura em que foi convocado.
Em boa verdade eu próprio em textos que escrevi na altura apontei o risco de chamar um jogador que vinha de uma lesão e sem tempo de jogo embora ressalvasse que o seu valor não estava em causa.
Ontem , muito tardiamente mas isso são outros quinhentos como se costuma dizer, o selecionador lançou os dois no jogo para o assalto final à baliza checa e com tanta felicidade (pode chamar-se sorte também) o fez que Pedro Neto fez a jogada e Francisco Conceição o golo que nos deu o triunfo.
E acredito piamente que até os que contestaram as chamadas dos dois jogadores terão festejado efusivamente o golo.
De facto o futebol tem ironias deliciosas.
Depois Falamos.
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