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sábado, outubro 17, 2026

Preto

Sobre o jogo nada digo até porque quem o viu não precisa de comentários. 
Nem sequer sobre uma vez mais termos jogado de preto sem qualquer necessidade. 
Mas quando na troca protocolar de lembranças com a direção do Lamelas e a Câmara de Castro Daire se oferece uma camisola preta em vez de uma branca está-se a dar mais uma machadada na nossa identidade. 
Pena isso não ser percebido por quem de direito.
Depois Falamos.

3 comentários:

  1. Anónimo12:09 p.m.

    A camisola preta até acabou por ser a escolha mais acertada… afinal, era preciso vestir de luto uma exibição daquelas!

    Uma equipa da 1.ª Liga, com todo o seu profissionalismo, orçamento e estrutura, a jogar UMA HORA contra 10 jogadores de uma equipa da distrital e a conseguir a proeza de vencer por uns esmagadores 0-1! Um verdadeiro recital de futebol… só faltou pedir aos jogadores do Lamelas que saíssem mais dois ou três para facilitar a tarefa! 👏

    E depois, para completar o espetáculo, oferece-se uma camisola preta numa cerimónia oficial, como se a identidade e a história do clube fossem um pormenor sem importância.

    Enfim, entre o futebol miserável e o desprezo pela camisola branca, já nem sabemos o que é mais preocupante. Mas há que reconhecer o mérito: conseguir envergonhar dentro e fora das quatro linhas no mesmo dia não está ao alcance de qualquer um!

    A camisola é preta, o futebol é cinzento e a vergonha devia ser vermelha!

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  2. Pedro Pinto12:11 p.m.

    A camisola preta até acabou por ser a escolha mais acertada… afinal, era preciso vestir de luto uma exibição daquelas!

    Uma equipa da 1.ª Liga, com todo o seu profissionalismo, orçamento e estrutura, a jogar UMA HORA contra 10 jogadores de uma equipa da distrital e a conseguir a proeza de vencer por uns esmagadores 0-1! Um verdadeiro recital de futebol… só faltou pedir aos jogadores do Lamelas que saíssem mais dois ou três para facilitar a tarefa! 👏

    E depois, para completar o espetáculo, oferece-se uma camisola preta numa cerimónia oficial, como se a identidade e a história do clube fossem um pormenor sem importância.

    Enfim, entre o futebol miserável e o desprezo pela camisola branca, já nem sabemos o que é mais preocupante. Mas há que reconhecer o mérito: conseguir envergonhar dentro e fora das quatro linhas no mesmo dia não está ao alcance de qualquer um!

    A camisola é preta, o futebol é cinzento e a vergonha devia ser vermelha!

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  3. Caro Pedro Pinto: O meu receio é que o luto se alargue substancialmente para lá da exibição naquele jogo. Porque esta equipa e a estrutura que a rodeia não transmitem confiança. Até em questões tão simples como a identidade do clube tem lacunas evidentes. E 2006 está sempre presente e aca vez mais.

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